domingo, 17 de agosto de 2025
Magia Pura III - Crispim autografa seu livro.
quinta-feira, 14 de agosto de 2025
Miguel Crispim Ladeira
Sábado 16 de agosto Crispim vai receber os fãs e amigos para o lançamento de seu livro, o recado dele " Amigo faremos, o Flavio Gomes e Bob Medeiros. Uma manhã de autógrafo para divulgar meu livro. Será dia 16/08 no Galpão do Flavio, na Rua Gustavo Narkevits 63 - São Judas Tadeu. Terá um Folder Truck pra vender Hambúrguer e bebidas. Conto com sua presença. Abraço Crispim"
domingo, 1 de junho de 2025
Marinho, Bird e Alfredo!
Bom dia meu amigo Rui,
Aí seguem fotos e vídeos da nossa festa de aniversário de um
ano da Clássicos de Competição em 13/06/2010. Foi uma homenagem aos pilotos
Marinho (Mario César de Camargo Filho) e Bird Clemente da Equipe Vemag dos anos
60.
Os carros madrinha foram uma carretera DKW pilotada por Bird
Clemente acompanhado do Ceregatti e um Malzoni pilotado pelo Marinho
acompanhado por mim. Os dois ficaram muito emocionados sendo que o Marinho
chorou copiosamente enquanto dava as duas voltas de apresentação na prova
comemorativa com os carros clássicos.
Foi muito gratificante para mim também e ficou registrado na
minha memória para sempre. Foi um dos dias mais
marcantes da minha vida.
Foi a última vez que o Marinho e Bird pilotaram carros de
corrida e o mais marcante que foi na pista de Interlagos onde começaram as suas
trajetórias de sucesso.
Nunca mais andaram em alguma pista até nos deixarem partindo
para um plano superior.
Tenho muita satisfação de ter realizado este
presente para eles...
Alfredo Ghere
Marinho no Landi-Bianco/DKW
A bela carretera DKW com Marinho
Largada em Piracicaba com as Berlinetas na segunda fila
Marinho
Marinho e Bird no Velocult
Entre Marinho e Bird meu amigo Miguel Crispim Ladeira que com Jorge Letry deu o suporte às inúmeras vitórias deles e de meu amigo Chico Lameorão, que está ao lado de Marinho.
Marinho. Crispim e Bird
Em Interlagos na homenagem.
Bird
Walter Hahn Jr, Chico, Marinho, Alfredo, Bird, Crispim e Edmar Della Barba, feras!
Marinho, Alfredo e Bird.
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À memória dos grandes Bird e Marinho, e aos amigos Alfredo e
Elcio.
Rui Amaral Jr
PS: As fotos da feijoada vem durante a semana,assim como outras que recebi do Alfredo com um Puma-DKW que está à venda.
sábado, 9 de março de 2024
Tigrão
terça-feira, 3 de outubro de 2023
Memorias de um fã... - Conta Mano
segunda-feira, 2 de outubro de 2023
Bird Clemente - 23 de dezembro de 1937 - 2 de outubo de 2023
quinta-feira, 28 de setembro de 2023
Preciosidade
segunda-feira, 24 de janeiro de 2022
Conta Chico...
Caro Rui, tudo em riba
com você .....??
Então, sobre a
Reedition da famosa Alfa Romeo 159 do Gran Juan Manuel Fangio e outros grandes,
da única volta que pude fazer deu para ter uma leve noção do que era em 1950
...... !!!!
Em primeiro lugar, os
pneus da época deveriam ser bem piores em relação aos que ontem usei. Mas
embora em velocidade reduzida senti que se tem que vir apoiando a traseira full
time ..... claro que “lavorando” a pressão de pneus poderá - se amenizar esse
sintoma .... mas como andei “”depacito “”” na hora do vamos ver isso será a
tônica .
O cokpit é uma sauna. Então tinha tudo em haver de os pilotos da
época terem massa muscular até com certo exagero .... a lembrar que as Carreras
eram de 2 a 3 horas de duração ...... hoje os pilotos são uns atletas olímpicos
mas massa sempre e’ massa muscular.
Os pneus Dianteiros
você tem que usar um binóculo para os enxergar .... afinal entre eles e você
tem dois motores de 4 cilindros {{8 portanto}} .... isso me lembra o totalmente
oposto de quando pilotei a Lola T 200 em que o trem dianteiro ficava na altura
dos joelhos. A alavanca do câmbio fica no centro e trabalhei com a mão esquerda
... gostei, pois fica-se a lavorar com a mão direita no volante .... a lembrar
que era um dos pontos fortes do Gran Senna pois como canhoto que era sua mão
“”” boa “” ficava no volante com a direita no câmbio. Um ponto que sugiro de um
redesenho será o pedal do freio pois sua altura e’ muito diversa da altura do
acelerador, não se tendo possibilidade de trabalhar o “”” punta e taco “””. O
auto está muiiiiiito bem executado pelo amigo Aldemar Moro de Porto Alegre
sendo com total apoio do Paulo Figueiredo, este um grande entusiasta e
excelente entendedor do assunto Motor Racing de qualquer área ...!!! A pena e’
que só pude dar uma volta ..... mas como o Paulo me emprestou um óculos da época,
que certamente ele quererá que o devolva, o farei quando levarmos para a pista
para dar umas voltas a “””” sério “”” ......!!!
Lembrei os tempos passados do não uso de macacão,
cinto de segurança e Sto. Antônio .... e outros penduricalhos atualmente em
voga e obrigatórios ...... o PS que deixo e’ que poderia se fazer uma categoria
com esse tipo de auto ...... as bodys teriam que ser como eram mas não
monomarca please .....
Abraço a todos , Chico
Um outro PS e’ que se
sempre tive respeito pelos pilotos de outrora, com essa única volta o respeito
aumentou em muito ...... imagino o Gran Ciro Cayres quando estabeleceu o Record
de Interlagos de 7 km em 3’ 37” que perdurou por 10 anos .....
segundo o Gran Bird
Clemente na Curva que hoje e’ chamada do Café a Maserati de Ciro veio no ar
fazendo ele a correção com as quatro rodas fora do asfalto .... !!!!
Sábado a noite seria a
largada das Mil Milhas, depois conto como foi, e durante o dia foi uma festa de
várias categorias, autódromo lotado de carros, e Chico usaria a Alfa como carro
madrinha da Clássicos.
Durante a semana ele
estava entusiasmado com a experiencia, conversamos várias vezes.
Saí de casa, perto de
Jundiai e fui buscar o Ricardo-Bock- na Aclimação, da saída de casa pela
Anhanguera até a Marginal trinta minutos, depois no trânsito maluco de minha
querida São Paulo uma hora e tanto até chegar ao autódromo. Neste tempo todo
Chico não atendia o tal do aparelho maluco como ele denomina o celular.
Paramos no
estacionamento do outrora Sargento, fomos procurar o Águia (outra bela história
que amanhã conto para vocês) e no caminho até os boxes fomos encontrando os
amigos e com cada um alguns minutos, quando chegamos lá no alto o Chico já
tinha andado e não vimos nosso amigo.
Foi uma pena!
Confesso a vocês foi
emocionante ver o entusiasmo dos dois garotos na pista, Chico com 76 primaveras
e Águia com 79, andando como se fosse pela primeira vez numa pista de corridas.
Chico, desculpa revelar
sua idade, muito obrigado por dividir sua experiencia e um forte abraço.
Rui Amaral Jr
quarta-feira, 30 de junho de 2021
500 Km de Interlagos 1966 - por Ronaldo Nazar
A realização da 9ª edição dos 500 km de Interlagos, foi no dia 07 de setembro de 1966, uma 4ª feira com o anel externo sendo o palco da grande disputa, agora todo reformado em virtude da equipe Willys ter recapeado o mesmo para poder realizar o recorde dos 50 000 km do Gordini no final de 1965. Com o retorno à Europa das Abarth Simcas, a equipe Willys era a grande favorita e os pilotos Bird Clemente e Luiz Pereira Bueno, comandariam seus novos Alpines A 1300, apesar de a recém surgida equipe Dacon com seus Karman Guia Porsche que seriam pilotados por Wilson Fittipaldi e Marivaldo Fernandes estarem desafiando o seu domínio. A equipe Vemag surgia como a 3ª força com os novos GT Malzoni e os sempre confiáveis DKW belcar tendo no comando Mário César Camargo o Marinho, José Ramos, José Contijo. A 4ª força viria da equipe Jolly, com Piero Gancia no comando da Alfa Giulia.
Nos treinos a pole position ficou com Wilsinho Fittipaldi , tendo ao seu lado na 1ª fila José Ramos e o Pássaro Bird Clemente. A largada no estilo Indianápolis , foi dada às 14 hs com o dia ensolarado e a pista propícia à uma grande corrida. Na hora do larga, José Ramos pegou a ponta sendo ultrapassado por Wilsinho na curva 2 . Bird Clemente fez o mesmo na entrada da curva 3. Ao final da 1ª volta Wilsinho liderava , com Luizinho Pereira Bueno nos seus calcanhares em 2º, Marivaldo na 3ª posição, Bird em 4º , Marinho em 5º, Piero Gancia em 6º, José Ramos em 7º. José Contijo entrou nos boxes com o para brisa de seu Malzoni quebrado. Uma pedrada involuntária de um adversário era a razão da pane.
Na 2ª volta Bird Clemente ultrapassa Marivaldo Fernandes assumindo a 3ª posição. Os carros andam mais ou menos juntos , com destaque para a recuperação de José Contijo no Malzoni após o reparo do para brisa. Wilsinho vai liderando e na 6ª volta Luizinho quase o ultrapassa , aproveitando-se do tráfego dos retardatários. Os dois carros entram na curva 3 lado a lado , tendo Wilsinho resistido por fora . Lindo pega entre os cobras. Com esse pega , Luizinho virou em 1m15"2, que acabou sendo a volta mais rápida da corrida. Na 9ª volta Wilsinho entra nos boxes com vazamento de óleo no motor Porsche do Karman Ghia .O carro 77 ficou nos boxes por cerca de 3 minutos para fazer o reparo,Wilsinho voltou disposto a recuperar o terreno perdido. Lá na frente liderando os dois Alpines de Luizinho e Bird diminuem o ritmo e passam a virar em 1m18s. Marivaldo os segue, também mantendo o mesmo ritmo dos líderes. Só Wilsinho que virando em 1m16s , vai descontando e é o carro mais rápido da pista. O resultado é que na volta 30 Wilsinho já corre em 4º lugar, tendo acabado de ultrapassar o DKW de Marinho. Quem também resolve apertar o ritmo é Piero Gancia que após ultrapassar Marinho e Contijo aloja-se na 5ª posição na mesma volta dos líderes, só aguardando algum entrevero para ganhar posições. Bela corrida do ítalo-brasileiro da equipe Jolly. Na volta 54 , Bird entra nos boxes em parada inesperada. O pneu traseiro direito o mais solicitado dechapou obrigando o pássaro a entrar nos boxes para troca-lo e reabastecer. Na 60ª volta , é Wilsinho quem entra nos boxes para trocar o mesmo pneu traseiro . O resultado é que quando ele retornou à pista para buscar velocidade , notou que havia algo na suspensão traseira que foi afetada pelo furo do pneu. Com isso Wilsinho abandonou. Bird retornou na 3ª colocação.
Com essas mudanças , Marivaldo Fernandes passa a baixar a bota e cola em Luizinho, ultrapassando o Alpine na 66ª volta. Passou e foi embora . Depois dos reabastecimentos , Luizinho reassume a ponta graças ao belo trabalho de boxe da equipe Willys. Marivaldo tb perde a 2ª posição para Bird . Marivaldo vai recuperando na pista o tempo perdido nos boxes e cola na traseira de Bird até que na 112ª volta , ultrapassa o Alpine 46. Na 114ª volta , Bird recorre aos boxes novamente com o pneu traseiro direito dechapado. Na troca a equipe verifica que o rolamento da roda do pneu trocado precisa de cuidados , e a qsuspensão está torta. Grecco fala para Bird desistir , mas este não cede e volta para a pista , mostrando toda a sua garra e coragem . Na 126ª volta Luizinho lidera com cerca de 30 segundos de vantagem para Marivaldo que vem descontando cerca de 1 segundo por volta , Marivaldo vai ultrapassar Luizinho antes do final e vencer a corrida. Só que na volta 128 o Karman Ghia passa em frente aos boxes soltando fumaça do motor e na volta 130 abandona com o cabeçote rachado. Aí coube á dupla da Willys diminuir ainda mais o ritmo para receberem a bandeira fazendo a dobradinha vencedora dos amarelinhos. Na 3ª posição ,fechando o pódium Piero Gancia coroa a sua bela corrida.Marinho finaliza em 4º com o Dkw , que foi assim o 1º colocado conduzindo um carro de fabricação nacional. Após a volta de desaceleração , Luizinho e Bird foram carregados pela torcida que invadiu a pista. Uma verdadeira apoteose para os ases da equipe Willys.
A classificação da prova foi a seguinte:
1º Luiz Pereira Bueno,
Alpine 1300, 154 voltas, 3h28m1s, média horária 145,163 km/h
2º Bird Clemente,
Alpine 1300 149 voltas.
3º Piero Gancia ,
AlfaGiulia TI, 147 voltas
4º Mário Cesar de
Camargo Fº DKW, 142 voltas
5º José Ramos DKW
Malzoni , 142 voltas
6º Jota , Simca- 139
voltas
Ronaldo Nazar
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Delicia de texto do Ronaldão!
Ligo para ele, atende a querida Sônia, lá de trás ele já grita "grandãooooooo!"
"Ronaldão, posso postar seu texto e fotos, do Velocult no Histórias?"
"Pode mulekeeeeeeee!"
Bem; o papo não foi só bem este, como sempre repleto de bobagens, para terminar comigo emocionado, sinto falta dos amigos e Sônia, Ronaldão e Pandora são daqueles que estão sempre num canto especial do coração.
Lendo me emocionei, não vejo o Bird desde o começo da pandemia, eles também.
Ainda liguei para o Chico Lameirão perguntando o por que dele não ter corrido, um dia lembramos direitinho.
E tem Mestre Luiz, de quem fomos fãs e amigos, e faz uma baita falta!
Beijão fraterno meus amigos.
E a vocês que nos acompanham um abraço e desculpem meu blá blá blá ao final do texto, foi apenas escrito do coração.
Rui Amaral Jr





































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