A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Dale Earnhardt

 


O fabuloso automobilismo dos EUA.


 


Um carro de corrida, uma carreta, algumas ferramentas, mecânico, talvez um amigo, tudo puxado pelo automóvel do dia à dia. E... Uma, ou mais, centenas de corridas realizadas em centenas de pistas todos finais de semana, várias categorias, poucas monomarca, e com pouca representatividade. Inscrições a baixo custo, e, o mais importante, prêmios de largada e chegada, tudo pago na hora em dinheiro ou cheque. Assim é o automobilismo norte americano para o iniciante.


E Dale escolheu a Stock Cars, que mais tarde mudaria o titulo, mas não a formula que deu tanto certo. Várias montadoras brigando, carros brigando o tempo todo, muitos patrocinadores, prêmios altos e, muito, mas muito publico.


   

Filho de um campeão dos primórdios da categoria, quando Daytona ainda era corrida na areia da praia, Dale batalhou muito na categoria até às principais corridas, aí sim a Stock Cars ou a atual NASCAR Cup Series.


Carro na carreta e muitas corridas por ano, ovais curtos, longos, de terra e circuitos mistos. Sempre mostrando muita competitividade e principalmente agressividade. Ficou conhecido como "The Intimidator" (O Intimidador), foram muitos toques de todas as formas, muitos acidentes e confusões com outros pilotos, quase quarenta corridas por ano, até que em 1975 chegou à categoria principal.


Foto: NASCAR


Sua primeira vitória veio apenas no ano de 1979 e logo no ano seguinte seu primeiro campeonato.


Venceu 79 corridas das 676 em que participou nos 26 anos na categoria, 7 campeonatos, teve muitos acidentes espetaculares, como sempre na categoria.


Assisti na Prime Vídeo a série que conta sua vida, imperdível para quem gosta  de automobilismo.


Muitas cenas do vídeo são imperdíveis;


Ele já campeão, com muitas vitórias e rico, fazendo o banco de seu carro. Um banco comum de carro de rua que ele rebita na lateral algumas placas de alumínio para segurar, coisa de carro de estreantes e novatos! Ele claramente pilotava com as cintas dos ombros soltas, já que muitas vezes olhava pela janela lateral do carro.


E outra; quando afinal ele vence a icônica 500 Milhas de Daytona de 1998, depois de mais de vinte anos de tentativas, com batidas na ponta, quebras em primeiro e alguns acidentes. Todos membros da outras equipes, pilotos, suas mulheres, chefe e mecânicos, vão para quela faixa em asfalto, do outro lado dos boxes, e Dale passa devagar tocando a mão de cada um. Fantástico!


500 Milhas de Daytona de 2001 - Depois de mais de trinta anos de carreira vem "The Intimidator" buscando mais uma vitória, num enrosco acerta o muro lateral de frente, provavelmente aquele banco, e o cinto solto na parte superior...


Foto:LAT Images - Daytona 2001 - Depois o toque o muro ...


Morreu como viveu, brigando pela ponta, deve ter subido feliz. 



Rui Amaral Jr


Prime Vídeo

link

You Tube

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quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Stock

A Lenda...

“Na década de 20, com a entrada em vigor da Lei Seca durante a qual era proibida a fabricação, transporte e venda de bebidas alcoólicas, surgem nos EUA os motoristas que transportam as bebidas escondidas. Seus carros precisam ter as suspensões reforçadas para suportar o peso das garrafas e motores “envenenados” para que ficassem mais rápidos que os carros da polícia.
Nessa mesma época, eram comuns as corridas entre amigos nas areias e nas avenidas paralelas ao mar da cidade de Daytona. Elas cresceram tanto que surgiu a necessidade da criação de determinadas regras visando padronizá-las.
Assim, em 1948, Bill France organiza uma reunião com os participantes dessas corridas e propõe a criação de um regulamento. Nasce assim a NASCAR - National Association for Stock Car Auto Racing - que previa, entre outras coisas, que os carros participantes deveriam ser de produção normal e com mais de quinhentas unidades vendidas ao público - são os chamados Stock-Cars.

O oval nas areis da praia, notem a quantidade de carros disputando.




Há quem aposte que esta exigência foi o principal motivo da categoria ter feito tanto sucesso. O fã que assistia essas corridas adorou ver que ele poderia adquirir o mesmo carro que havia vencido a corrida no domingo.
Surge então a frase que é famosa até hoje:
“Win on Sunday, Sell on Monday”



Daí, para a criação do Daytona International Speedway foi um pulo. Com a sua construção iniciada em 1953 teve sua primeira corrida em 1959 vencida por Lee Petty, que ficou famoso pela vitória e mais ainda por ser pai da lenda viva Richard Petty que se tornou o maior vencedor da categoria.
Além das vitórias, sua principal marca é o azul com o qual ele pintava seus carros. Ele conta que eles tinham tinta azul e tinta branca para pintar o carro, mas que nenhuma das duas era suficiente para pintar o carro inteiro. Misturaram as duas e saiu esse azul que acabou sendo a marca registrada dele.

Vivo até hoje tem uma empresa que aluga legítimos carros da NASCAR para os fãs.

Richard Petty, uma lenda viva!"

Milton Bonani

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 Pois bem...alguns anos atrás meu amigo Milton Bonani esteve em uma das pistas onde Richard Petty aluga Stocks para algumas voltas. 
Primeiro ao lado de um instrutor, depois acelerando para valer.
No link abaixo da foto ele nos conta um pouco da experiencia...


Voltamos logo com Richard,


Rui Amaral Jr



sábado, 30 de maio de 2020

Iluminada...



...sim, minha querida amiga é iluminada! 
 Onde ela passa sempre deixa um rastro de alegria, felicidade e bem estar. Sempre pronta a ajudar quem quer que seja, um abraço apertado, uma palavra amiga.


Abaixo algumas fotos dela na Stock Cars em 1984










Old Stock

Com seu Old Stock, hoje Regina leva a alegria e solidariedade a alguns eventos, onde com certeza faz a felicidade de muitos.




    

DIVERSÃO GARANTIDA

 Duran, ?, eu, ela, Arturão, Wagner e Claudinho.
 Sidney, ela, Giso e Washington
 Wagner, ela e Claudinho 
 Com nossos amigo cearenses, Duran ri, Arturão, Vera e ela.
 Com Chico
 Meu amigo Fernando é um homem sério, bom filho, marido, pai, avô, só ela para fazer uma foto assim com ele!
 Arturão!!!!!!!
Não conheço!
Regina, minha amiga querida, com este abração, sinta-se abraçada e beijada, por todos nós seus amigos que muito a amam. Logo estaremos todos juntos fazendo uma festança. Um beijão neste seu coração enorme.

Rui Amaral Jr

Fotos; Cassio Toledo, Regina... 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Rainha


Comecei a correr desde os 12 anos, numa cidade do interior de Sampa, Sertãozinho, a cidade da cana de açúcar, foi a minha mãe que me ensinou a dirigir, e eu adorei, e comecei no kart lá mesmo, em competições na terra nada profissional quando voltamos pra São Paulo, comecei a freqüentar Interlagos, aí já tinha 20 anos, certo dia vi um anuncio no jornal, que precisavam de uma cronometrista, o piloto era o Fausto Resende, de minas, da terra da Dna Beija, logicamente, que era do pelotão do meio...rssssssss, 
me candidatei à vaga e fui a escolhida, na época eu era modelo da Ellus e do Casarão das Noivas... e com certeza dava para unir o útil ao agradável,  até ai nada demais, fui me interessando e apreendendo um pouco de mecânica, com pouco mais de um ano com o Fausto, fui fazer o curso de pilotagem com o falecido Prof. Marazzi, eu era a única aluna.  Ele me chamou e falou: “você tem certeza que é isso mesmo que quer? Vai sofrer 1 preconceito danado, mas se quiser mesmo estou com você para o que der e vier, mas também terá que fazer  curso de mecânica básica assim não vai ser enganada por ninguém“...e foi assim...que tudo começou, foram muitas as barreiras, inclusive na sala de aula e também nas aulas práticas, mas consegui superar, até tirar a minha carteira de graduada “A“. Bem a primeira etapa estava vencida, agora era juntar dinheiro e comprar um carro e prepará-lo para andar, precisava de ajuda...
Isto foi em 1985, conheci o então piloto da Stock Car e preparador Carlos Castrale que  junto com o Sandro Bono e o Ferramenta me ajudaram a colocar o carro na pista, vocês vão me perguntar como que consegui. Consegui patrocínios de peças, da Arteb caixas de faróis dianteiros e faróis de milha, da  Juntas Stewaux peças, Varga sistemas de freio, Bardhal  óleo de motor e  aditivos, com esses produtos na mão lá vai a Regina vender na Av. do Cursino, e mesmo com a nota fiscal da fabrica o pessoal só pagava 60% do valor, com esse dinheiro comprava o que precisava para manutenção do carro, e o resto pagava jantar e fazia o rateio entre os meninos...

Largando na Stock...


Minha primeira corrida foi um escândalo, pois eu mesma fui com a pasta debaixo do braço com as fotos do carro nas rádios e na televisão e nos jornais, que São Paulo  ia ter a primeira piloto Brasileira a correr na categoria de elite do Automobilismo; a Stock Car.
Como era de se esperar foi um desastre, os pilotos do primeiro pelotão não quiseram deixar eu correr, falavam que lugar de mulher correr era pilotando fogão, meu professor falou, “Regina não bata boca com ninguém, vamos entrar mandado de segurança, pois você tem que respeitar os seus patrocinadores“ e foi isso que fizemos. Em nenhuma corrida da Stock até aquele momento aconteceu repescagem, na minha teve corrida teve.
No momento de entrar na pista, não queriam me deixar entrar para fazer a classificação de tempo, o Expedito entrou na frente dos carros na saída dos boxes e falou; “se ela não fizer a tomada de tempo, ninguém vai pra pista, temos um mandado de segurança“...bem depois de vários minutos de bate boca finalmente entrei para a classificação para o Grid, mas como se não bastasse teve a primeira repescagem por excesso de carros, eu tinha que voltar pra pista com mais quatro e virar não me lembro quantos segundos a menos para me qualificar, quando consegui todos os bandeirinhas, gritavam e agitavam suas bandeiras pra mim, era como se fosse o primeiro lugar, pois atrás de mim tinha um monte de marmanjos...rssss! Nesta corrida o pole foi o Alecar Jr, com 3m05s ou , o segundo era  Marcos Gracia, e o terceiro era Luiz Pereira com 3.06.06m  bem tinham 56 carros e eu larguei em 44!

Depois conto tudo!

Regina Calderoni

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Hoje já escrevi sobre o Crispim e Biju, agora mostro à vocês o primeiro do que serão muitos textos de minha querida Regina. O titulo "Rainha" cabe como uma luva à essa mulher batalhadora, determinada que com sua presença traz sempre luz por onde passa.
Mas muito mais que uma amiga Regina é para mim uma irmã muitíssimo querida, e para nós todos nossa Rainha.

Um abraço bem apertado como só você sabe dar Regina e muitos mas muitos beijos, meu carinho, respeito e admiração...aliás meu e de todos nós!

Rui Amaral Jr

 Com Duran, Marcelo e João Carlos Bevilacqua, no lançamento da Old Stock.

 Com Oídeo Campos
 Com Cassio Toledo, eu e Arturo Fernandes
 Sem comentários!
Com Wagner Gonzalez e Claudinho Carignato
 Eu mereço...Yeda Mello e Regina
 Gláucio Teixeira, Regina e Duran.
 Regina, Duran, Vera, Arturão e em pé meu filho Francisco e eu.

 Arturão, Vera Guimarães e Conde - Luiz Hemrique Pankowski.
Com Gláucio e Duran
Querida malvadaaaaaaa...