A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach
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sexta-feira, 5 de junho de 2026

Reminiscências ...

 

Foto Rogério Da Luz


  1978 - Já havia esquecido a paixão de ter uma carreira no automobilismo, dificuldades de relacionamento nas empresas da família me haviam levado a tomar meu próprio caminho. Após 1974 vinha operando na Bolsa e abri uma indústria de produtos eletrônicos voltada ao automóvel. A frustração era grande, já havia desperdiçado uma oportunidade de guiar um carro de turismo na Europa … 

Um dia liga uma amiga da minha mãe, dona Celinha, que morava no mesmo prédio dos pais do Chico e me pede para recebê-lo. Não lembro se já o conhecia pessoalmente, apesar de termos muitos amigos em comum, mas conhecia muito bem a carreira do grande campeão.

Logo após, certo dia, minha secretária avisa que lá estava ele. Acreditem se quiserem, mas lembro dele entrando em minha sala, e logo nós dois começando à conversar aquele papo que só quem conhece o automobilismo encontra algum nexo!

Ele havia perdido o patrocínio da MOTORADIO, e precisava encontrar algum outro para completar as duas últimas corridas do Campeonato Brasileiro da Super Vê, uma corrida no Rio, no saudoso Jacarepaguá, e a outra em Interlagos, no saudoso Interlagos que ainda não levava o nome de seu amigo José Carlos Pace. Logo acertamos, ele levaria nestas duas corridas a marca de um produto fabricado por mim no castelo do cockpit de seu Super Vê.

Sem mais delongas, foi daí que nasceu a amizade, que dura até hoje, com dois ícones de nosso automobilismo, o Chico e o grande Miguel Crispim Ladeira. 

Em meus desorganizados arquivos tinha uma única foto dessa época, mas eis que na semana que passou encontro no Facebook, na página do grande fotógrafo Rogério Da Luz a foto que mostro hoje.

Logo enviei a ele via Wattsapp, e os comentários dele mostro a seguir. 


“Rui tudo bem com Você ….??? Hiper bela foto hein …. Não lembrava de ter usado essa Lateral …. Bons tempos …, !!!! Deve ser a freiada do S do Interlagos de 8000 mts …. O Original … Vou fazer um Quadro …. Abraço e Obrigado …. Chico

“”””Auto Potente “””” ….. Meu Last Sponsor …. Kkk”

Pergunto se o ano era 1977 ou 78

Bom Dia Rui tudo bem com Você ….??? 77 0u 78 …. Já não tinha a “””” Motoradio “”” forte …. Patrocínio diminui drasticamente …. Já estava difícil colocar o auto em um Nível aceitável de competição …. E’ a vida …. Desde 1962 , 78 findou …. Aí voltei no Lançamento do Escort …. Acho que 82 …. Três Corridas Longas …. Junto com Jan Balder …. Abraço Chico”


Certamente o Chico esqueceu das Mil Milhas Brasileiras de 1984, quando ele correu em um Fiat em parceria com Paternostro e eu num VW D3 com Fabinho Levorin e o campeão das gaiolas Alexandre Benevides. Nossas derradeiras corridas.


Reminicências de uma época boa, que Graças a Deus perduram até hoje.


Ao Chico, Crispim, Jan e tantos outros amigos.


Forte Abraço.


Rogério P D Luz Fotografia - link da página no Facebook


Rui Amaral Jr 


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Formula 2 - Década de 1970


Giovanni Salvati - March 712M FVA  

Nas fotos de meu amigo Rogério da Luz a bela Formula dois e Giovanni Salvati em Interlagos...amanhã escrevo sobre a categoria.




terça-feira, 2 de junho de 2015

A Divisão 3 por Rogério...




 Meus amigos santistas Ricardo M. Mansur e Claudio Cavallini.

  
 Mestre Luiz.
 Pedro Vitor
 Meu amigo Manduca Andreoni
 Mestre Cyro.
Nesta foto o super Opala D3 de Cyro Caires e lá atrás descobri bisbilhotando meu amigo Caíto Telles preparador do Pedro Vitor De Lamare!

Algumas das fotos que o Rogério postou em nosso grupo da D3 no Face, obrigado meu amigo por dividir essas preciosidades, um abração! 

link

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Divisão 3


Do excelente arquivo do Rogério algumas fotos da Divisão 3 provavelmente do ano de 1970 ou 71, notem que os pneus slicks ainda não haviam chegado e a grande maioria dos carros corre com os Cinturatto da Pirelli, infelizmente não consigo identificar os pilotos, coisa que vou tentar fazer aos poucos contando com a ajuda dos amigos e puxando pela memoria, de qualquer forma vale o registro, volto ao tema com mais de cinquenta fotos que tenho arquivadas graças ao empenho do Caranguejo.

Obrigado Rogério e Caranguejo.

Abraços à todos 

Rui Amaral Jr   













quinta-feira, 12 de março de 2015

Torneio Sulamericano 1971

Finalmente no cockteil do Velocult tive o prazer de conhecer Rogério Da Luz o excelente fotografo que tem dividido com todos nós suas belas fotos, abaixo as do Torneio Sulamericano de 1971. Pela relação dos tempos na terceira fotos vocês poderão identificar os carros e mais tarde volto ao tema.

Obrigado Rogério, um abraço.

Rui Amaral Jr   


 Luiz e o 908/2
Avallone e a Lola T70 MKIII









  



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Conta Rogério.

O grid de largada na "mão inglesa". O pole Bianchi está à esquerda, tendo ao lado o Brabham do português Felipe Nogueira que teve que emprestar o carro de Teddy Yip pois o seu foi embarcado por engano para São Francisco nos EUA. (foto do livro Colour and Noise)

Bianchi no final da corrida, tranquilo, até dá uma olhada no fotógrafo.(foto do livro Colour and Noise)

Rui, segue um texto sobre o GP de Macau de 1966, com base na leitura do livro Colour and Noise de Philip Newsome. Seguem as fotos em separado com legendas:
"A participação de Mauro Bianchi no Grande Prêmio de Macau de 1966, abriu uma nova era nas corridas realizadas anualmente na antiga colônia portuguesa na China.  Pela primeira vez participava um piloto profissional de renome internacional e com um carro competitivo como provou ser. Bianchi fora contratado pela Renault para fazer publicidade da sua nova agência de carros na vizinha colônia britânica de Hong Kong.

Bianchi passa raspando o muro na parte estreita do circuito localizada na colina da Guia. 


No ano, o belga Bianchi tinha participado das 24 Horas de Le Mans terminando em nono. Com o mesmo carro, um Renault Alpine de 1300cc, foi a sensação no difícil circuito de Macau de 6,2 km conduzindo o carro com grande habilidade e quebrando a barreira de 3 minutos, ao fazer a melhor volta nos treinos com 2m.57.6s. A imprensa em furor até queria saber como ele alcançou o feito, superando em mais de 6 segundos o antigo recorde, especulando com perguntas bobas como “o que ele teria comido” ou “com quem ele teria saído na noite anterior”.
Apesar de ter largado na pole-position, logo foi superado pelo Brabham do português Felipe de Nogueira e por um Lotus 23B. Mas aos poucos foi superando seus oponentes, inclusive superando o possante Porsche Carrera do japonês Shintiro Taki que chegou em 3º, e ganhou a competição com uma vantagem de um minuto sobre o 2º classificado, o chinês Albert Poon conduzindo o seu Lotus 23. A corrida teve 60 voltas e foi percorrida em 3h.12m.23.2s 
A vitória deu ao Bianchi um status de herói, sendo muito festejado e assediado por fãs, tanto que mereceu dele o comentário de que raramente se via tal entusiasmo nos circuitos europeus, o que o fez sentir-se um Stirling Moss ou Tazio Nuvolari.
Curiosamente, a partir desta edição, que teve 68 inscrições classificando-se 29 para a largada, a publicidade passou a ser liberada nos carros. 
Na época as corridas eram de “Formula Libre (Livre)” na qual participavam todas as categorias de carros, como de turismo, monopostos tanto de Fórmula Júnior ou Fórmula 2, esporte e protótipos.
Vários pilotos brasileiros já participaram do “Grande Prémio de Macau” tal como Roberto Pupo Moreno, Maurício Gugelmin, Ayrton Senna, Maurízio Sandro-Sala, Christian Fittipaldi, Felipe Nasr, Gil de Ferran, Rubens Barrichello, etc.. Senna foi o vencedor em 1983 com um Ralt-Toyota RT3, ano em que a Fórmula 3 passou a ser a categoria padrão para a corrida principal, mantida até hoje."

Rogério Da Luz

O piloto chinês Albert Poon com um Lotus 23 ultrapassa o japonês Shintiro Taki com um Porsche Carrera. Poon ficou em 2º a um minuto do Bianchi e o japonês em terceiro; (foto do livro Colour and Noise)



As fotos são curiosas pois se vê na 4 Bianchi passar pelo Lotus Super 7 capotado do piloto chinês Ho Kar Sur, que perdeu os sapatos (foto 5), e sentado, descalço, sendo consolado pelo fiscal de pista inglês (foto 6). Seguem mais 3 fotos na próxima mensagem.


As fotos acima fui eu que fiz. As demais são do antigo jornal chinês The Star. 



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Seguindo as postagens que resolvi denominar "Conta ..." onde grandes nomes que atuaram em vários segmentos de nosso automobilismo prestam seus depoimentos trago agora o do super fotografo Rogério Da Luz, que se junta aos meus amigos Crispim, Fernando Fagundes, Chico Lameirão, Julio Caio, Jr Lara, Arturão, Duran, Caveira, Ronaldão, Conde, Poppi, Ricardo Achcar, Ricardo Bock, Comendador Canini, Paulo Delavigne, Benjamim Rangel, Regina Calderoni, Claudio Cavallini, Ricardo Mansur e muitos outros, e divide com todos nós um pouco de suas experiencias.
Neste meio tempo ficamos, o Caranguejo e eu com tempo para pensar o que vamos escrever além de ficarmos maravilhados pelos textos de quem esteve lá, e por falar em Caranguejo soube por fontes fidedignas que vem aí um novo post sobre Jimmy Clark, vamos ver!
Obrigado Rogério pelo privilégio, é uma honra e esteja sempre à vontade que a casa é sua.

Um abraço

Rui Amaral Jr






quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Mauro Bianchi em Macau

Na bela foto do Rogério o Alpine A210 Renault de Mauro Bianchi vencedor do  GP de Macau 1966, a única referencia que tenho da prova coloca o piloto Albert Poon de Hong Kong pilotando uma Lotus 23 em segundo lugar em terceiro o Porsche 906 do japonês Shintarou Kaki, em quarto o Jaguar do piloto Wolfkill e em quinto a Lotus 23 do britânico Steve Holland.