quinta-feira, 24 de junho de 2010
Euclides Pinheiro
quarta-feira, 23 de junho de 2010
FAIR PLAY II
FAIR PLAY
Não ligo muito para o futebol, gosto de assistir meu grande São Paulo mesmo assim de vez em quando. Mas não pude deixar de ver a super falta de educação do técnico francês com o brasileiro Parreira.terça-feira, 22 de junho de 2010
ALICATÃO
João Lindau
"ALICATÃO" era assim que o João se referia a certos pilotos afeitos a usar o pedal do freio antes do tempo. E ainda tinha o prazer de falar em conversa com os outros pilotos , quem o iria contestar, na foto ao lado não é o carro que era muito baixo, era ele que tinha uns 2.10 m .
Conheci sua família toda , desde seu pai até seu filho , que a ultima vez em que vi estava quase da sua altura . Só que ele era uma simpatia , amigão de todas horas , fizemos muitas viagens e corridas juntos , era fã incondicional de seu tio Oswaldo Brandão herói corintiano cujo filho Marcio, corria com um VW D3 do Pedro Victor que depois veio a ser pilotado por mim . Um dia em sua homenagem ainda crio um "TROFÉU ALICATÃO" e faço questão de ser o primeiro agraciado.
NT: O único a não fazer jus ao termo na verdade sou eu.
domingo, 20 de junho de 2010
Dias 25 a 27 de junho acontece o IX Encontro em Antonina-PR

Sexta-Feira:
8:00 Abertura da portaria
10:00-11:30 Banda rock Nacional
11:30 Abertura oficial do Evento
12:00 Passagem do Boi do Norte dentre os Veículos Expostos
14:00 Banda rock Nacional
15:00 -17:30 Vistoria dos Veículos Expostos e Concurso "Motor Beleza"
16:00 Passagem do Boi do Norte entre os veículos Expostos
18:30 Início da Cerimônia de Homenagem aos Pilotos de Carreteras Euclides Bastos Perereca (In Memoriam) e Celestino Buso- Panseca no Theatro Municipal
Homenagem ao Sr. Percival Lafer- mentor do Veículo MP Lafer
20:00- Premiação e Diplomação dos Veículos Destaque do Evento
20:30 Desfile de Modas no Theatro Municipal
21:00 Apresentação da Filarmônica Antoninense no Coreto da Praça
21:15- início do Jantar de Confraternização no Restaurante Le Bistrot
Domingo:
8:00 - Abertura da Portaria
10:00-11:00 -Show Elvis Presley Cover
11:30 - Leilão de Veículos Antigos
12:00- 14:00 Almoço Livre
14:00-15:00- Show Elvis Presley Cover
15:30 - desfile dos Veículos Premiados no Evento
16:30 Encerramento Oficial do Evento
Preço por veículo: R$ 25,00
sábado, 19 de junho de 2010
1˚ Circuito do Alto Taquari-RGS – 472 km
1˚ Circuito do Alto Taquari-RGS – 472 km
No dia 05 de outubro de 1952, acontecia na cidade de Encantado-RGS que foi o pioneiro no Vale do Taquari, ao promover o 1º Circuito de corridas com 472 km, tendo a largada em Encantado, passando por Arroio do Meio, Lajeado, Venâncio Aires, Santa Cruz do Sul, Rio Pardo, Cachoeira, e novamente Encantado.
Esses audazes pilotos que com toda a sua garra e coragem - e põe coragem nisso, desafiavam as ruas e as leis da física em prol das corridas com as suas simpáticas e possantes "carreteras".
Segue o nome de alguns dos participantes da corrida:
Abrain Abreu, Aido Finardi, Alcides Pretto, Argemiro Pretto, Aristides Bertuol, Breno Fornari, Catharino Andreata, Darci Pretto, Dionísio Cé, Dirceu de Oliveira, Diogo Luiz Ellwanger, Henrique Cé, Noi Secchi, José Madrid, José Mário, José Otéro, João Galvani, José Asmuz, Júlio Andreatta, Leonório Secchi, Rômulo Buonavoglia, Oscar Bay, Osvaldo de Oliveira, Ulisses Oyarzabal.
Categoria : Força Livre Standard
1˚ lugar: Diogo Luiz Ellwanger com Ford e Osvaldo de Oliveira com Ford
2˚ lugar: Catharino Andreata com Ford e Leonório Secchi
3˚ lugar: José Madrid com Ford e Ulisses Oyarzabal
O circuito teve como apoio a Prefeitura Municipal de Encantado, tendo o Prefeito Municipal Jordano Cé como um batalhador incansável para o sucesso do evento, o patrocinador a ARVO (Associação Rio-grandense de Volantes) e também pela Cia. de Automóveis Guido Cé – Guiceco.
























sexta-feira, 18 de junho de 2010
OBRIGADO
我々にとっては、大変光栄です。私は誰かがして、さらに日本と非常に誇りに思って遠くから、一部の人々がショーを鑑賞参照してくださいに私に従っている参照してください。
感謝
quinta-feira, 17 de junho de 2010
TURISMO 5.000
quarta-feira, 16 de junho de 2010
PRÍNCIPE X ACROBATA - por Henrique Mércio
Gilles Villeneuve, apesar das atitudes suicidas na pista, era conservador e careta quando não estava dentro de um carro. Prezava muito suas amizades, por exemplo. Quando Didier Pironi aportou na Ferrari, eles logo ficaram amigos, até porque, falavam a mesma língua e além do francês, tinham o mesmo nome (Joseph) , moravam no mesmo lugar (Mônaco) e tinham gostos parecidos. Ou talvez não. Pironi, também conhecido como “O Príncipe”, era calculista e metódico, quase maquiavélico. Villeneuve era o porra-louca, sempre o autor da manobra mais arrojada em quase todas as corridas. Dedicado à equipe, ele abrira mão de uma chance real de ser campeão em 1979, quando resolveu facilitar as coisas para Jody Scheckter, seu então companheiro de equipe. Enquanto Villeneuve tinha quando muito, ambição de ganhar corridas, Pironi queria ser campeão do mundo da F1. Provavelmente, o analítico Didier tenha intuído que na Ferrari, apenas um poderia ganhar todas as glórias e o outro ficaria para trás e sofreria. Poucas equipes são capazes de dar condições de igualdade a seus pilotos. Pela sua filosofia de trabalho, a Ferrari não era uma dessas no começo dos anos 80.
Em 1982, como doze anos mais tarde, o GP de San Marino em Ímola seria um divisor de águas. Tinha tudo para ser uma corrida das mais monótonas, com grid esvaziado. As equipes britânicas resolveram boicotar a prova, em protesto contra as punições de Nelson Piquet (Brabham) e Keke Rosberg (Williams), desclassificados no GP do Brasil, por problemas de lastro. A única equipe em condições de competir com a Ferrari era a Renault, que também tinha carros turbo. Na largada, os Renault saem na ponta, mas Alain Prost logo abandonaria e a coisa ficaria restrita a três carros: Arnoux(Renault), Villeneuve(Ferrari) e Pironi(Ferrari). Arnoux resistiria por mais tempo do que Prost, mas também ficaria pelo caminho. Na Ferrari, nada de briga doméstica: Villeneuve assumiu a ponta e seguiu tranqüilo, comboiado por Pironi. A equipe, preocupada com os pneus, deu aos dois uma controversa placa “Slow” (em inglês, devagar). Cada um entendeu de um jeito. Para Gilles significou diminuir o ritmo para poupar os pneus. Já Didier interpretou que como estavam muito lentos, deveriam acelerar. Resultado, ele foi para cima de Gilles e o ultrapassou. Mas o canadense não ficou preocupado. Talvez Didier quisesse entusiasmar os tifosi. Ele aceitou o jogo e depois de alguma disputa, retomou à posição. Mas Pironi continuou a pressioná-lo e ultrapassou novamente a Gilles, na penúltima volta e agüentou bem seus ataques na volta final.
Os rostos no pódio traduziram bem a tensão do momento: de um lado um vibrante Pironi, que evitava olhar para Villeneuve; este, visivelmente contrariado está presente apenas para uma satisfação aos seus patrocinadores. Acusações? Para Villeneuve, o francês fora desleal e quebrara um pacto, pois na decisão da equipe, ele Gilles, é quem deveria vencer. Para Pironi, o baixinho facilitara e corrida é ultrapassagem. Insinua também que o ex-amigo é um mau perdedor. Resultado, quinze dias após, em Zolder na Bélgica, a tensão ainda não diminuira. Nos treinos, Gilles não conseguia bater os tempos de Didier. Quanto mais tentava, menos obtinha. Há uma foto que simboliza bem o clima na Ferrari nesse maio de 1982: em primeiro plano, dentro do cockpit de seu carro, Pironi espera sair para treinar. Atrás dele, também esperando para sair, está Villeneuve. É possível visualizar seus olhos, dentro do capacete, fixos no rival. Não seria exagero dizer que neles brilha uma luz de hostilidade. Nos minutos finais da prática, sem conseguir baixar seu tempo, o canadense fazia uma tentativa desesperada. Vinha com tudo. Consumiu seus pneus mas nem ligou para a ordem de recolher que o Box enviou. Seguiu alucinado para mais uma volta e encontrou Jochen Mass andando lentamente à sua frente. Não tendo como desviar, bateu na traseira de Mass e iniciou uma violenta série de capotagens onde o carro foi se desfazendo. O monocoque rompeu-se e o corpo do piloto foi arremessado ao ar, caindo junto a uma cerca de arame. Villeneuve foi atendido ainda na pista mas não resistiu aos ferimentos. Teria o destino preferido Didier a Gilles?
Pironi muda rapidamente o seu discurso e dois meses depois, ao vencer o GP da Holanda, homenageia Villeneuve. Não foram poucos os que o taxaram de demagogo. O “Príncipe” parecia obcecado com a idéia de ser o primeiro piloto francês campeão de Fórmula 1 e esquecera até mesmo o cuidado com as palavras As concessões que teve de fazer ser-lhe-ão duramente cobradas durante os treinos para o GP da Alemanha. Chove em Hockenhein. O spray levantado pelos pneus dos carros não dissipa na parte do autódromo que passa pela floresta, formando em razão das árvores, uma neblina que dificulta ainda mais a visibilidade. Detentor da pole position, Pironi vai para a pista sem nenhuma necessidade. Ele quer apenas regular o carro para a possibilidade de uma prova com chuva no domingo. Numa das longas retas, não vê o Renault de A.Prost que roda lento à sua frente. Numa brutal repetição do acidente de Gilles, esbarra no carro, decola e capota de frente. Tem mais sorte, pois o cockpit fica inteiro ou quase. Mas Pironi tem várias fraturas em ambas as pernas. Arriscado a perder a perna direita, é operado ainda na pista. Removido para o hospital de Heidelberg, salva-se depois de longo tratamento. Nunca mais voltou à F1. Em 1987, sofreu um acidente mortal numa competição de barcos off-shore. Sua lancha, a “Colibri”, virou após ser colhida pela onda feita por um petroleiro.
“Pironi será a partir de hoje, meu adversário. Nunca mais falarei com ele, pelo resto de minha vida”. –Gilles Villeneuve em entrevista à uma revista inglesa, pouco antes de seu acidente fatal em Zolder, 1982.
C.Henrique Mercio




























