A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

SEU “CARECA”

STIRLING CRAWFORD MOSS é filho de Alfred E. Moss, piloto dos mais ativos em seu tempo e um dos primeiros britânicos a participar das 500 Milhas de Indianápolis. Stirling iniciou sua carreira aos 19 anos em 1948, com um BMW de seu pai. Em 1950, ele passa a competir para a HWM (Hersham & Walton Motors) e participa principalmente em eventos da F2 e Turismos, conseguindo algum destaque, tanto que é chamado pela Ferrari em 1951. Mas sua relação com os italianos não foi boa. Na estréia, que deveria ocorrer em uma prova de Turismo em Bari, Moss foi surpreendido com sua substituição sem qualquer aviso e na última hora, por Piero Taruffi. Ultrajado, disse que jamais pilotaria para a Equipe. No mesmo ano acontece sua chegada na F1, participando de seu primeiro GP, o da Suiça em Bremgarten. Conseguiu levar o HWM à oitava posição, duas voltas atrás do vencedor Fangio. No ano seguinte, reveza-se entre as marcas Connaught, HWM e ERA sem grandes resultados. Em 53, fixa-se na Cooper, mas os bons resultados continuam raros. 
Alfred Moss, Indy 1924

Por fim em 1954, seu pai lhe compra um Maserati e apesar de uma certa resistência de Stirling quanto aos carros italianos, sua carreira finalmente deslancha: terceiro lugar em Spa e volta mais rápida em Silverstone...Alfred Neubauer o contrata para a equipe Mercedes-Benz, estendendo sua participação também à provas como a Mille Miglia, Targa Florio e as 24 Horas de Le Mans. Sua primeira vitória com os carros da estrela de três pontas foi nas Mille Miglia de 1955, da qual participou com um Mercedes 300SL e o jornalista Dennis Jenkinson como seu navegador. Jenkinson usou para orientar-se um rolo de papel com 4 metros e 60, cheio de anotações que fizera sobre o percurso. Era o princípio rudimentar dos livros de bordo dos Rallyes modernos. 

 Com Jenkinson na MB 300 SLR.
Jenkinson e Moss 
 Nesta caixa Jenkinson mapeou o traçado da Targa Florio.
À direita os botões que movimentavam o rolo de papel.
 Mônaco 1955 com a Mercedes Bens W196.
 Aintree 1955, vitória com Fangio em 2º.
Targa Florio vitória com Peter Collins, Mercedes Benz 300SLR.
Para não perder a concentração, Moss confessou anos depois que recorrera à anfetaminas. Vencedor do GP da Grã-Bretanha em 55, teve uma passagem pela Maserati na temporada seguinte o que lhe rendeu mais duas vitórias e um segundo vice-título mundial. Decide então aceitar o convite de Tony Vandervell e juntou-se ao projeto para construção do primeiro carro britânico campeão da F1; o Vanwall. 

Argentina 1957 Moss e Fangio ambos de Maserati 250F.
( notem o sobresterço dos dois carros, dois Gigantes!)
1956, vitória em Mônaco com a Maserati 250F.

Na primeira etapa na Argentina, o Vanwall não estava pronto e como Stirling participa com um Maserati, a ocasião propicia o encontro dos grandes rivais, Moss e Fangio, de novo em uma mesma equipe. Depois, cada um para um lado: Moss às voltas com o desenvolvimento do Vanwall e Fangio com a Maserati, correndo para tornar-se o Quíntuple. Prioridades...Em 1958, Stirling começa a temporada fazendo história. Vence o GP da Argentina com o pequeno Cooper Climax da Equipe de Rob Walker. Seu Cooper tinha 100 cavalos a menos que as Ferraris, mas o Careca aposta em uma estratégia sem paradas para reabastecer ou trocar pneus. Larga em sétimo e poupa pneus no começo. Depois, foi superando Behra e Hawthorn e quando Fangio fez uma parada para abastecer, passou à frente. A sorte, que tantas vezes o desprezara, parecia sua amiga. A embreagem havia quebrado na 2ª volta, mas uma caprichosa pedra entrou no mecanismo e o manteve aberto e funcionando. Assim, Stirling pode continuar trocando as marchas sem o uso da embreagem. De volta à Europa e já com o Vanwall, Moss venceu em Zandvoort e foi o segundo em Reims, mas nas duas provas seguintes o carro falha e só se recupera vencendo o GP de Portugal, na cidade do Porto. É no GP lusitano que a sorte volta a sorrir-lhe, mas é desprezada pelo próprio piloto. Numa prova bem disputada, Moss vence com Hawthorn, com quem disputava o título,  em segundo. Todavia o Ruivo será desclassificado, pois próximo do final ele rodou e saiu da pista e só retornou porque foi empurrado de volta. Os comissários iam puni-lo, Mike perderia pontos preciosos, mas isso não ocorreu devido ao testemunho de ...Stirling Moss. Ele defendeu seu compatriota dizendo que o auxílio não acontecera na pista e sim fora dela: “Mike não fez nada de errado. Ficou preso numa área de escape e foi empurrado de volta em um local que não era propriamente a pista. Não via como justificativa para a exclusão...”. O segundo lugar de Mike Hawthorn foi mantido. Na prova final daquele ano no Marrocos, Moss teria de vencer e Mike chegar em terceiro para o título ficar com o piloto da Vanwall. Stirling tomou a ponta. Em segundo vinha Phil Hill e atrás Hawthorn, ambos de Ferrari. Se essas posições fossem mantidas, Moss seria o campeão. Mas a Ferrari logo mandou que Hawthorn trocasse de posição com Hill. Não creio que Mike tenha sido tão nobre e pensado – por um segundo que fosse – “Não vou aceitar. Hill está me presenteando com a posição. Tenho de ser tão honrado quanto Stirling. Não posso vencê-lo dessa maneira...”. Resultado, John Michael Hawthorn, campeão mundial de 1958, com um ponto de vantagem. Moss não sabia, mas a sua “hora do carvoeiro” já tinha passado. 

 A equipe Vanwall em Monza #22 Tony Brooks, #18 Moss e #20 Stuart Lewis_Evans, Moss venceu.
Mônaco 1958, com o Vanwall.
 Moss e Fangio, GP da França 1958 Reims, com a Maserati 250F foi a última corrida de Fangio na FI.
 GP da Italia, Monza 1957, Moss de Vanwall lidera Jean Behra com a Maserati 250F mais atrás Stuart Lewis_Evans e Tony Brooks. 
1958 Zandvoort na Holanda, Moss lidera e parte para vitória.
GP da Argentina 1958.
#20 Mike Hawthorn com a Ferrari Dino 246 é perseguido por Moss.

Ele seria então, duramente golpeado em suas convicções. Primeiro foi Vandervell, que decidiu retirar-se das pistas, chocado pela morte do piloto da equipe, Stuart Lewis-Evans, no GP do Marrocos. Stirling socorreu-se com seu amigo Rob Walker, que possuía um Cooper. A temporada foi mesmo do T51, mas os da dupla Brabham-Mclaren. Moss corria por uma equipe privada e até mudou de carro após a etapa de Zandvoort, participando com um BRM nas provas na França e Grã-Bretanha. Como seus resultados não diferiram muito, ele retornou ao Cooper. Seu BRM era da equipe BRP (British Racing Partnership), montada por seu pai, Alfred e por seu manager, Ken Gregory. Com o Cooper ganhou em Monsanto (Portugal) e em Monza. Em 1960, Moss permaneceu com Rob Walker, mas passou a usar uma Lotus Climax 18. Contudo, na primeira prova do ano na Argentina, ainda estava com o carro antigo. Chegou em terceiro, correndo em dupla com o “Petoulet” Trintignant. 

 1961 Mônaco perseguido por Richie Ghinter #36 e Phill Hill #38, ambos com Ferrari 156 - Shark Nose.  

A vitória em Nurburgring.

Em Mônaco estréia a Lotus com uma vitória, aliás, a primeira de um carro fabricado por Colin Chapman. Quarto colocado na Holanda, sofreu um sério acidente em Spa, durante o warm-up. Moss perdeu o controle em Bruneville, a mais de 225 Km/h. “Senti algo estranho no carro e de repente, fui ultrapassado por uma de minhas rodas traseiras e pensei: ‘Agora é que vou morrer”. Stirling saiu da pista e chocou-se contra um muro. Foi ejetado do carro e sofreu ferimentos nas pernas, nariz e teve três vértebras esmagadas, além de outras contusões. Foi um final de semana negro: Mike Taylor também acidentou-se e durante a corrida, morreram Chris Bristow e Alan Stacey. Dois meses de molho depois, Stirling regressou às pistas no GP de Portugal, onde ele teve mais uma prova de que a Dama da Fortuna voltara a zombar dele. Sua atuação foi complicada, com um motor falhando constantemente, o que o fez ir várias vezes ao boxe. Na volta 51 rodou e foi parar nos fardos de alfafa, tendo de voltar empurrado. Reparem que não foi em outro lugar senão no mesmo ponto onde Hawthorn rodara dois anos antes. O castigo de Moss, foi que desta vez nenhum santarrão apresentou-se para falar por ele. Resultado, bandeira preta. Após a desclassificação em Portugal, recupera-se vencendo a prova final do ano em Riverside (EUA), com o Lotus 18. “Lotus para mim é sinônimo de carro que perde a roda”, diria ele mais tarde. A temporada de 1961 foi a última  da carreira de Moss, que continuava com o Lotus do ano anterior. Era um bom carro, mas não chegava perto do 156 Sharknose da Ferrari. Entretanto, ainda era possível fazer mágicas. Em Mônaco, pista onde a potência não dá as cartas mas sim um chassi bem acertado, Stirling surpreende os favoritos Hill-von Trips-Ginther e vence. Em Nurburgring, é feliz na escolha dos pneus e ganha pela última vez na Fórmula 1. Em Monza, Moss come poeira dos Ferraris e recebe a ajuda de seu amigo Innes Ireland, que lhe cede seu carro, um Lotus da equipe oficial, para que tenha alguma chance. Mas não adianta. Como resultado, Ireland é punido pelo chefe Colin Chapman, que o despedirá no final da temporada, apesar da vitória de Innes em Watkins Glen. 

 1950 Silverstone os pilotos recebem os cumprimentos do Rei George VI. Na primeira corrida da moderna Formula Um.

 1957 Cooper-Climax 
 Monza 1954, Moss, Maserati 250F 3 Cicio Ascari, Ferrari 625. 

 Com a bela Maserati Mod 61 Birdcage
 1961, Venezuela 

 Empurrando a BRM P25 
  
1956, vitória em Monza com a Maserati 250F, perseguindo Eugenio Castellotti com a Ferrari D50.  


Para 1962, havia promessas de novos tempos. Sua relação com a Ferrari melhorara e iria competir com um Sharknose naquela temporada, que começaria em maio. Antes, no Domingo de Páscoa, inscreve-se no Glover Trophy  em Goodwood. Está com seu Lotus 18/21 pois a Ferrari não ficara pronta a tempo. Moss vai correr pela BRP (também conhecida como a “Equipe de Papai”). Após marcar a pole, anda na frente até ter problemas com a caixa e ter de parar nos boxes. Depois de três voltas perdidas, retorna andando forte, mas na volta 30 na Curva St.Mary, sai reto e bate em um barranco. Nunca foi esclarecida a causa do acidente, pois nada quebrara no Lotus  e a memória de Moss foi apagada: “Lembro de ter saído do hotel onde estava em Chichester em meu Lotus Elite e lembro-me de ter conhecido uma bela sul-africana na noite anterior. Fora isso...nada”. Stirling Moss recuperou os movimentos e fez testes com um Lotus 19 de Turismo. Concluiu que já não tinha os mesmos reflexos. “Antes haviam movimentos que eu fazia automaticamente quando pilotava e agora precisava pensar em fazê-los”.  Moss ensaiou um retorno às pistas na década de oitenta, através do Campeonato Britânico de Carros de Turismo e da marca Audi e também sempre envolveu-se em provas de carros históricos até que em junho de 2011, pouco antes de seu octogésimo segundo aniversário, anunciou finalmente a aposentadoria. Sir Stirling ainda está lúcido e é respeitado. Teve 16 vitórias, 24 pódios, 16 pole positions e 19 voltas rápidas.



CARANGUEJO







__________________________________________

Abaixo alguns links e vídeos

http://ruiamaraljr.blogspot.com.br/2011/01/stirling-moss-e-denis-jenkinson-vencem.html

http://ruiamaraljr.blogspot.com.br/2011/11/mille-miglia-1955-denis-jenkinson-i.html

http://ruiamaraljr.blogspot.com.br/2011/06/1954-e-55-fangio-e-mercedes-benz-w196.html

http://ruiamaraljr.blogspot.com.br/2010/01/stirling-moss-gp-da-argentina-1958.html

http://ruiamaraljr.blogspot.com.br/2011/01/stirling-moss.html 

A CARREIRA


Vencendo em Mônaco 1956


1961 Nurburgring







quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Monza 1953

  Fangio, Farina e Ciccio
#4 Ciccio Ascari com a Ferrari 500 na pole, #50 Fangio e a Maserati A6GCM-53 e #6 Farina. 
Bandeira Brasileira tremulando, mostra a presença de Chico Landi.

Monza, 1953, Fangio precisa de uma vitória. Um ano depois de seu acidente em Monza, já está plenamente recuperado, mas ainda não voltou a vencer. Tirou "tinta do poste" em Reims mas Hawthorn ganhou. 
No Templo italiano, a Ferrari aparece com força total e inscreve quatro pilotos: Ascari-Farina-Villoresi-Hawthorn. O carro, a imbatível 500.
O Chueco comparece com seu Maserati A6GCM, que o faz sofrer nos treinos. O carro apresenta uma vibração que nada parece resolver, enquanto seu parceiro de equipe, Felice Bonetto, não tem grandes problemas, embora fique atrás no grid. Fangio, que sempre teve ótima relação com seus mecânicos (gostava de ficar entre eles e dividia sua premiação) apela para que melhorem o carro e diz que será generoso se obter um bom resultado.
Os mecânicos o tranquilizam e dizem para não se preocupar.
No dia da corrida, o Chueco percebe a modificação do Maserati, que funciona como um relógio já nas primeiras voltas. Um grande duelo entre Fangio e Ascari-Farina se seguiu, acompanhados do surpreendente Onofre Marimon. Na última volta, Farina tenta se desviar de uma manobra mais arrojada do Ciccio e bate em Marimon. O próprio Ascari também pega uma rebarba e nem recebe a bandeirada. 
Alheio a tudo isso, Fangio consegue "achar" o caminho no entrevero e vence a prova.
No final, encontra nos boxes seu parceiro Bonetto com quem comenta a diferença no desempenho do Maserati desde os treinos. Já o Homem do Cachimbo pouco tem a dizer, pois seu carro estava com uma terrível vibração, que quase lhe custa os dentes. Só então Fangio percebeu que os mecânicos haviam trocado os Maseratis. Deram-lhe o de Bonetto, que estava bem e entregaram a Felice o do Chueco...

Caranguejo




NT: Chico Landi correu com uma Maserati A6GCM e teve problemas de motor na 17ª volta.

QUEM, QUANDO, ONDE?

Meu amigo Chico Pellegrino mostrou esta bela foto no Face.
Seu Chico Landi correu neste dia, então pergunto, qual GP, quem são os pilotos da primeira fila, quem venceu e que carro correu o brasileiro?


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

1982


Com o SALECAR desta foto quero lembrar de três amigos, o Chapa meu preparador, e Marcos e o saudoso Arno Levorin. 

Já contei antes e agora vou contar mais um pouco. 1982 foi o ultimo ano que corri um campeonato, foi a TEP -Turismo Especial Paulista - a Divisão 3.
Apesar de ser um campeonato regional, alguns bons pilotos nele correram, Elcio Pelegrini, José Antonio Bruno, Ricardo Mogames, Amadeu Rodrigues, Tide Dalessio, Carlos Manzetti, Alvaro Guimarães, além é obvio daquela turma que está sempre comigo, meu tio Ferraz, Duran, Sueco, Bé, João Lindau, Conde...
Das oito  corridas da temporada participei de seis, foram três terceiros lugares e três quebras, uma me lembro bem foi eixo de balanceiro, Mogames teve um problema  qualquer na entrada da curva do Sol, passei por ele com um sorriso de orelha à orelha, e ao retomar a velocidade na saída do Sargento, senti meu motor perder potencia, era o tal eixo que havia se partido, no Box nada à fazer, uma pecinha de uns R$30, havia acabado com minha corrida! Outra quebra foi na primeira corrida, fiquei parado entre o Sargento e Ferradura olhando lá para os boxes, depois o Chapa me disse que o estava caçando!
Algumas melhores voltas e muita batalha com gente boa, talvez a corrida que me tenha dado mais prazer foi a pelo Anel Externo, cheguei em terceiro, mas feliz com minha atuação.
Então juntei alguma fotos e mostro para vocês... 

Rui Amaral Jr  





Elcio larga na pole, Mogames ao seu lado. 
Minhas largadas sempre problemáticas com a caixa 3!

 Luiz Henrique Pankowski o Conde, Alvaro Guimarães e Elcio Pelegrini 
Carlos Manzetti e #19 Ferraz
#40 Amadeu Rodrigues e eu, acredito que essa corrida foi a do Anel Externo.



O belo texto do amigo Expedito para Motor3.
Vejam ampliando as fotos que ele não me cita, não acompanhei os teste, cheguei para as fotos quando ele já havia saído e o Carlão e o Chapa levaram o carro sem motor e com as rodas de transporte, acredito que meu amigo ficou chateado, depois na festa que demos em homenagem à ele no Talbot, casa noturna do Duran, acertamos tudo!

Boas brigas!
 Duran, Amadeu, Bé-Clélio Moacyr de Souza- eu, Ferraz e Orlando. 
 Marco de Sordi, Alvaro Guiamrães, Tide, Duran, Amadeu, Bé e eu.
 Eu, Marco e Tide.
As brigas com o Elcio sempre foram boas, um grande piloto, acima no Laranja e embaixo no Pinheirinho.

Eu e Sueco na tomada da curva Um.

 Alvaro Guimarães, eu, Ricardo Mogames, Laercio dos Santos, Elcio Pelegrini e Josá Ferraz.
 Com Mogames e Laercio.
Laercio é irmão de Darcio e tio de Rubens Barrichello.

Obrigado Mestre Mauricio!
Obrigado Mestre Ararê!
No Laranja dando um tchau ao amigo Victor Chiarella.

Aos meus amigos, e um forte abraço a todos!



4º Rally das Serras

Representante colombiana é atração nos UTV's

A presença de Martha Marino será a estreia de uma mulher na categoria.

Inscrições seguem abertas






São Paulo (SP) - O 4º Rally das Serras começa a movimentar o mundo off Road nacional e também internacional. A disputa está programada para o período de 14 a 18 de novembro, na Serra Catarinense. O evento, que tem peso dois, valerá pelo Brasileiro de Cross Country Velocidade, nas categorias Carros (14ª e 15ª etapas), Caminhões (10ª e 11ª) e Motos, Quadriciclos e UTV's (5ª). Uma das atrações é justamente a UTV's, em seu primeiro campeonato e que terá a participação de uma piloto do exterior: a colombiana Matha Marino, tornando ainda mais interessante a quarta edição de uma dos mais técnicos eventos do calendário nacional.

Apaixonada por esportes de ação de uma maneira geral, Martha Marino não esconde sua preferência pelos esporte a motor. "A cada participação em um rali eu me sinto obrigada a fazer o melhor, melhorar meu desempenho e a vontade, caso seja possível, de conseguir vencer. A cada evento sinto que estou mais próxima do meu objetivo, que é participar e completar o Rallly Dakar 2013", destaca.

"Até conseguir atingir essa meta eu não estarei tranquila comigo mesma. Quero estar lá porque ele representa um desafio metal e físico e isso me fascina. São coisas assim que me mentem viva. Até o dia que Deus decida ao contrario, seguirei buscando novos desafios, não somente nos esportes, mas também em minha vida e meu modo de viver", completa a colombiana.

Com a confirmação de Matha, a categoria UTV's já conta com três duplas: Bruno Sperancini/Pipo Mirone; Luiz Andre Rodrigues/Rodrigo Bastos, e Martha, que terá como navegador do brasileiro Carlos Bustamante. Novos participantes são esperados na categoria que vem sendo a grande atração das competições do Brasileiro de Rally Cross Country Velocidade. Na classificação do Brasileiro, a liderança é de Heronaldo Segundo, com 50 pontos, seguido por Edgley Sobrinho, com 44, e Bruno Sperancini, com 40.

O 4 Rally das Serras terá como base na cidade de São Joaquim, mas também percorrerá trilhas por Urubici, Urupema, Painel e Lages. As inscrições podem ser feitas pelo site oficial, www.rallydasserras.com.br. No site ainda estarão à disposição prazos e preços especiais para inscrições antecipadas. Nos valores mencionados estão inclusos o Seguro da prova, Sistema GPS, Spot (se houver disponibilidade) e uma camiseta oficial do 4º Rally das Serras 2012.

O 4º Rally das Serras é uma realização da Racing Adventure, com promoção da Serra Catarinense Convention & Visitors Bureau, organização da Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina e Federação de Motociclismo Catarinense, e supervisão da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) e Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM). O patrocínio é de Seótres, Prefeitura de São Joaquim e Mitsubishi L200 Triton, o carro oficial do Rally das Serras.



Mais informações no site oficial, www.rallydasserras.com.br



Consultoria de Comunicação do Rally das Serras -SC:

MBraga Comunicação - Marcelo Eduardo Braga - Mtb 18324

Fones: (11) 98266-6086/98931-8977

Email: mbragacom@mbragacom.com.br 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

1982


Keke e a Willians FW08

Muito se tem falado e escrito sobre a atual temporada da Formula Um, vários vencedores, vários carros se destacando em algum período. Vence Vettel ou Alonso? A três corridas do final e com 75 pontos em jogo, ninguém pode afirmar nada.
Em 1982 os Formula Um eram diferentes, efeito asa, era a aerodinâmica “criada” por Chapman, o efeito solo, dando seus frutos, motores de 1.500cc turbo alimentados, que desenvolviam potencia altíssimas, entrava no páreo um novo material, a fibra de carbono. A volta de Lauda, o desaparecimento de Gilles, o acidente na largada que ceifou a vida de Palleti, o acidente de Didier, na Willians saía o campeão Alan Jones e entrava o rápido Keke Rosberg...
A briga FISA e FOCA, a desclassificação de Piquet no Brasil, o boicote ao GP de San Marino, onde largaram apenas 14 carros...
Foram 16 corridas, doze vencedores diferentes, uma seqüência de nove corridas com diferentes vencedores, nenhum teve mais de duas vitórias no campeonato. 
E Keke, que no ano anterior não havia marcado um ponto sequer quando corria na equipe Fittipaldi, e vencedor de um só GP, o da França em Dijon é o novo campeão! 

Rui Amaral Jr

 Gilles, Ferrari 126 C2, o Campeão sem titulo não daria mais o espetáculo!
 Piquet e a Brabham BT50
Dois anos após dizer que não ficaria mais dando voltas em um circuito, para não chegar a lugar algum, Niki volta!   
 Elio com a Lotus 91 vence Keke em Zeltweg por 50/1.000
Jonh Watson e a MacLarem MP4B



NT: Foi a última vitória dos motores aspirados sobre os turbo!

PS: Alguns pensamento me levaram a escrever este post, as palavras do Grande Fangio "carreras son carreras", a lembrança de um grande chefe de equipe brasileiro, que ao ver seus pilotos reclamarem que os carros dos adversários eram mais fortes disse, "corrida termina na bandeirada!", e eles venceram!
Duas atuações minhas neste ano de 1982, uma quando assumi a ponta em uma corrida, foi na entrada da curva do "Sol" em Interlagos, fiquei feliz para alguns metros depois, quando coloquei a 2ª marcha na curva do "Sargento" meu motor ir para o espaço! Foi apenas um eixo do balanceiro que quebrou, e minha corrida terminou ali. Outra quando corremos pelo circuito externo do mesmo Interlagos, final mente eu teria uma 1ª marcha curta para pular com os outros. Mas acho que errei ao engatar a segunda! 
É carreras son carreras! 

PS: Direto de Bagé,


1982, não consigo colocar comentários no "Histórias...", mas lembrei alguma coisa.
Cinco pilotos venceram dois GPs; Pironi (Ímola e Zandvoort); Wattie (Bélgica e Detroit); A.M.P.Prost (Kyalami e Brasil); Lauda (Long Beach e Brands Hatch) e Arnoux (Paul Ricard e Monza)
Seis pilotos venceram uma vez: Rosberg(Dijon);Tambay (Hockenheim); Alboretto (Las Vegas); De Angelis (Áustria); Patrese (Mônaco) e Piquet(Canadá).
Temporada cheia de esquisitices e pontuada de histórias engraçadas, tristes ou simplesmente curiosas.
O GP da Suiça, disputado em território francês (Dijon Prenois); o maluquíssimo GP de Mônaco; o drama de Villeneuve; o final empolgante do GP da Áustria; a briga entre A.M.P e Arnoux; a perda sentida de Palletti e a saída à francesa do Lole Reutemann, sem contar o teste de Tommy Byrne na McLaren.
Permita que discorde de ti e do Soffa: a última vitória de um V8 DFV foi em Detroit/83, com Alboretto, vinte dias depois da vitória de Rosberg em Monte Carlo.
Se lembrar mais alguma coisa, mando foto.
Caranguejo

Outra nota! Eu esqueço de escrever e depois de alguns e-mails trocados com o Caranguejo vou adicionando! Cinco pilotos venceram pela primeira vez na Formula Um nesta temporada; Elio de Angelis, Keke Rosberg, Patrick Tambay, Michele Alboreto, Ricardo Patrese.

   

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

GP da Índia 2012



Vettel
Fernando 


Assisti apenas um compacto da corrida, e acredito que apesar da enorme superioridade de Vettel, Fernando Alonso está na briga, pois faltando três corridas e 75 pontos em jogo, tudo pode mudar. Aliás como já mudou neste campeonato.
Traduzi apenas um pedaço da NL da Ferrari, mas vejam o entusiasmo da equipe com Alonso, não acredito ser desmedido, pois chegar em segundo foi uma grande demonstração do espanhol!
Quem viver verá!

Rui Amaral Jr

CLASSIFICAÇÃO 

1º   Sebastian Vettel (ALE/Red Bull Renault): 1h31min10s744 ¿ 60 voltas
2º   Fernando Alonso (ESP/Ferrari): + 9s437
3º   Mark Webber (AUS/Red Bull Renault): + 13s217
4º   Lewis Hamilton (GBR/McLaren Mercedes): +13s909
5º   Jenson Button (GBR/McLaren Mercedes): + 26s266
6º   Felipe Massa (BRA/Ferrari): + 44s600
7º   Kimi Räikkönen (FIN/Lotus Renault): + 45s200
8º   Nico Hulkenberg (ALE/Force India Mercedes): + 54s900
9º   Romain Grosjean (FRA/Lotus Renault): +56s100
10º Bruno Senna (BRA/Williams Renault): + 1min14s900

CAMPEONATO

1º   Sebastian Vettel (ALE/Red Bull Renault): 1h31min10s744 ¿ 60 voltas
2º   Fernando Alonso (ESP/Ferrari): + 9s437
3º   Mark Webber (AUS/Red Bull Renault): + 13s217
4º   Lewis Hamilton (GBR/McLaren Mercedes): +13s909
5º   Jenson Button (GBR/McLaren Mercedes): + 26s266
6º   Felipe Massa (BRA/Ferrari): + 44s600
7º   Kimi Räikkönen (FIN/Lotus Renault): + 45s200
8º   Nico Hulkenberg (ALE/Force India Mercedes): + 54s900
9º   Romain Grosjean (FRA/Lotus Renault): +56s100
10º Bruno Senna (BRA/Williams Renault): + 1min14s900





A News Letter da Ferrari

GP dell'India - Fantastico Fernando. E Felipe battaglia contro il finlandese



 Greater Noida, 28 ottobre – Fernando Alonso non è convinto che la prestazione di oggi, che l’ha visto concludere il Gran Premio d’India in seconda posizione, sia la sua migliore performance della stagione. Il pilota della Scuderia Ferrari ha citato Valencia, lì nella sua Spagna, e Monza, la gara di casa della Scuderia, come GP particolarmente preferiti in questo 2012, ma in termini di guida pura, noi che l’abbiamo osservato dall’esterno dell’abitacolo, possiamo assicurare che quella del pilota spagnolo è stata una dimostrazione di vera bravura. In condizioni normali su pista asciutta, non ci si aspetta di partire dalla quinta posizione in griglia e di arrivare secondi, scavalcando due McLaren e una Red Bull. Eppure è proprio ciò che ha fatto Fernando. Per quanto riguarda invece il suo compagno di squadra, Felipe Massa ha terminato la gara in quella sesta posizione da cui era partito: potrebbe sembrare una prestazione opaca, ma il pilota brasiliano si è ritrovato nella condizione di dover gareggiare “al risparmio” per circa due terzi della gara per un problema di gestione carburante, e ha dovuto lottare, facendo ricorso a tutta la sua abilità ed esperienza, per respingere un determinato Kimi Raikkonen, rimasto incollato agli scarichi della sua F2012 per tutta la gara. 

Allo spegnersi del semaforo rosso, il copione descritto da Fernando dopo le qualifiche prendeva forma. Il pilota spagnolo, infatti, aveva dichiarato che la speranza era quella di attaccare immediatamente le McLaren e poi inseguire le Red Bull che avevano monopolizzato la prima fila. Webber sembrava avere la meglio al via, ma il pole man Vettel affermava la propria autorità rimanendo davanti, mentre alle loro spalle, Hamilton e Button si scambiavano le posizioni nel tentativo di avere la meglio l’uno sull’altro. Questo permetteva a Fernando di sopravanzare Hamilton nel primo giro, mentre dopo quattro tornate il pilota spagnolo supererà Button. Felipe era ancora in sesta posizione, mentre il compagno di squadra si metteva all’inseguimento delle Red Bull. L’usura minima degli pneumatici Pirelli, sia di mescola Hard che Soft, registrata nelle precedenti giornate, faceva sì che la strategia di un solo pit stop potesse essere una valida alternativa rispetto alle due soste, e infatti nel corso della gara un unico cambio gomme risultava essere chiaramente l’unica strada da percorrere: il giusto momento in cui fermarsi sarebbe stato quindi importante. Button era il primo dei piloti di testa a rientrare ai box al 25esimo giro, mentre Raikkonen effettuava il suo pit stop alla 27esima tornata, una prima di Felipe. Un avvincente duello quello tra i due piloti, e nonostante il brasiliano rientrasse in pista davanti al finlandese, Felipe veniva all’apparenza sopraffatto dalla Lotus poche curve dopo. Ma si rivelava un ingegnoso bluff, perché per il finlandese voleva dire avere alle spalle la Ferrari lungo il successivo rettilineo, con Massa che si garantiva la posizione utilizzando il DRS. Ovviamente Raikkonen non è tipo da arrendersi, e infatti la sagoma nera della Lotus riempirà gli specchietti retrovisori di Felipe fino alla bandiera a scacchi. Per Fernando, invece, il cambio gomme arrivava al giro 29. 

Per il pilota spagnolo, il passaggio dal gradino più passo del podio a quello intermedio avveniva al 48esimo dei 60 giri in programma, quando riusciva finalmente a sorpassare Webber, che accusava un problema al KERS (l’australiano terminerà in terza posizione). L’unico aiuto esterno ricevuto da Fernando in tutto il pomeriggio, autore di una prestazione veramente epica. Alla bandiera a scacchi, a separare Felipe dal trio del podio composto da Vettel, Fernando e Webber, le due McLaren, con Hamilton quarto e Button quinto, mentre alle spalle del ferrarista, le altre posizioni a punti erano appannaggio di un tenace Raikkonen, settimo, seguito da Hulkenberg con la Force India, Grosjean al volante dell’altra Lotus e Senna decimo con la Williams. 

Il Gran Premio dell’India è stato la prima delle molte gare che andranno in scena nei prossimi giorni: in questo momento nel paddock del Buddh Circuit tutte le squadre stanno infatti febbrilmente sistemando monoposto e attrezzature da spedire, poiché tutto dovrà essere pronto per l’azione tra pochi giorni ad Abu Dhabi. C’è poi a Maranello la corsa contro il tempo per portare in Arabia più aggiornamenti possibili per la F2012. E domenica, poi, ci sarà il diciottesimo appuntamento del Campionato del Mondo 2012. L’obiettivo primario sarà ridurre i 13 punti di vantaggio di Vettel su Fernando o, meglio ancora, cancellarlo completamente.


NT: Minha tradução, apenas do começo, desculpem minha preguiça!

Greater Noida, 28 de outubro - Fernando Alonso não está convencido de que o desempenho de hoje, que o viu terminar o Grande Prêmio da Índia na segunda posição, é o seu melhor desempenho da temporada. A Scuderia Ferrari pensa que Valência, Espanha, e na opinião de Fernando foi Monza sua melhor corrida. Mas em termos de pilotagem pura, observando de fora, podemos assegurar que o espanhol deu uma demonstração de verdadeira habilidade. Em condições normais em uma pista seca, seu lugar natural é a quinta posição no grid, e saindo daí,  e terminar em segundo, ignorando dois McLaren e um Red Bull foi uma grande demonstração de toda sua competência. É exatamente isso que fez Fernando! 

link

FOTOS: Reuters , GettyImages , Ferrari


4º Rally das Serras

 Lista de inscritos vai ganhando força




Prova será no feriado de 15 de novembro e
poderá decidir o título em várias categorias

São Paulo (SP) - A quarta edição dos Rally das Serras vai se aproximando. A disputa, uma das mais técnicas do calendário nacional, acontecerá entre os dias 14 e 18 de novembro, reunindo os melhores nomes do país na modalidade. A competição, com peso 2, marca a reta final do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country Velocidade, pois valerá pelas penúltimas etapas decisivas nas categorias Carros (14ª e 15ª etapas) e Caminhões (10ª e 11ª), e decisão para Motos, Quadriciclos e UTV's (5ª). Ainda com as inscrições abertas, a competição já conta com vários destaques inscritos, o que faz prever um disputa muito interessante pelas trilhas e estradas da Serra Catarinense.

Os pilotos e navegadores já confirmados são os seguintes: Caminhões - Guido Salvini Neto/Flávio Bisi/Fernando Chwaigert; Fernando Ramos Birchal/Leonardo Teles, e Carlos Policarpo/Rômulo Espada;  Carros - Super Production - Günter Hinkelmann/Josi Koerich; Regis Braga Maia/Ana Carolina Braga;  Production T2 - Gláucio Vanderlinde/Idali Bosse; Protótipo 1 - Mauricio Neves/Leandro Ferrarini, Reinaldo Varela/Gustavo Gugelmin; Mauricio Bortolanza/; Leandro Torres/Marcos Macedo; Luiz Cláudio Rodrigues/Thiago Vargas; Pró-Brasil - Marcelo Damini/Helena Soares; Zé Helio/Weidner Moreira; José Jorge de Barros Sawaya/; Davison Rabecchi/Glauber da Fontoura; Luiz Facco/Vinícius Castro; Pajero TR4 - Ivan Terni/.
Entre as motos, quadris e UTV's, a lista conta com as seguintes feras: Motos CBM -Rodrigo Montemor, Rodrigo Betti Marques, Daniel Barp Crema, Ricardo Martins, Ramon Sacilotti, Moara Sacilotti, Guilherme Piva e Dário Júlio; Super Production - Denilson do Nascimento; Quad - Rodolfo Benaker Filho; UTV's - Bruno Sperancini/Pipo Mirone; Luiz Andre Rodrigues/Rodrigo Bastos

Em uma das temporadas mais equilibradas do últimos anos, o Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country Velocidade chegará indefinido a São Joaquim. Essa condição, aliada ao fato de a prova ser bastante disputada e técnica, dá ao 4º Rally das Serras a condição de decisivo para aqueles que querem o título de 2012. Ou seja, a adrenalina vai correr solta nos dois dias de especiais (trecho cronometrados).

O 4 Rally das Serras terá como base na cidade de São Joaquim, mas também percorrerá trilhas por Urubici, Urupema, Painel e Lages. As inscrições podem ser feitas pelo site oficial, www.rallydasserras.com.br. No site ainda estarão à disposição prazos e preços especiais para inscrições antecipadas. Nos valores mencionados estão inclusos o Seguro da prova, Sistema GPS, Spot (se houver disponibilidade) e uma camiseta oficial do 4º Rally das Serras 2012.

O 4º Rally das Serras é uma realização da Racing Adventure, com promoção da Serra Catarinense Convention & Visitors Bureau, organização da Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina e Federação de Motociclismo Catarinense, e supervisão da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) e Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM). O patrocínio é de Seótres, Prefeitura de São Joaquim e Mitsubishi L200 Triton, o carro oficial do Rally das Serras.

Mais informações no site oficial, www.rallydasserras.com.br   

Consultoria de Comunicação do Rally das Serras -SC:
MBraga Comunicação - Marcelo Eduardo Braga - Mtb 18324
Fones: (11) 98266-6086/98931-8977
Email: mbragacom@mbragacom.com.br 



FOTOS: Claudio Reiser/MBraga Comunicação