A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

NOSSA TURMA

Hoje em nossa página do Facebook a Divisão 3 recebemos o Bé, foi uma festa, e para comemorar algumas fotos nossas na carneirada do Ferraz e abaixo alguns dos carros que corremos.
Ben vindo Bé, um forte abraço de todos amigão!
Na carneirada do Ferraz

Bé- Clelio Moacyr Sousa - e Alvaro Guimarães
Quase todos que lá estavam estão nesta foto!
Aristides "Tide" Dalécio, Ferraz e Carlos Manzetti que não foi.
Caco - Carlos Mesa Fernandes
Sem comentários!
 Luiz Antonio Bruno- Bruninho

 #1 Arturão e na Brasilia Bruninho 
 Jr e Arturão

 Jr e Arturão
Duran, Amadeu, Bé, Rui, Ferraz e Orlando
Curva 4, Interlagos, Mogames na frente, Duran, Ferraz, Tide e Bruninho
Ricardo Bock

 #68 Duran, eu, #28 Bé 
Amadeu Rodrigue e eu






GP da Índia 2012

site
Tião na ponta

1: Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 1min26s221 
2: Mark Webber (AUS/Red Bull) - 1min26s339 
3: Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1min26s820 
4: Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1min27s022 
5: Kimi Raikkonen (FIN/Lotus) - 1min27s030 
6: Lewis Hamilton (ING/McLaren) - 1min27s131 
7: Jenson Button (ING/McLaren) - 1min27s182 
8: Nico Hulkenberg (ALE/Force India) - 1min27s233
9: Romain Grosjean (FRA/Lotus) -1min27s397 
10: Bruno Senna (BRA/Williams) - 1min27s738 
11: Paul Di Resta (ESC/Force India) - 1min28s004
12: Sergio Pérez (MEX/Sauber) - 1min28s178 
13: Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1min28s222
14: Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso) - 1min28s239 
15: Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1min28s296 
16: Kamui Kobayashi (JAP/Sauber) -1min28s455 
17: Pastor Maldonado (VEN/Williams) - 1min28s596 
18: Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso) - 1min29s167 
19: Heikki Kovalainen (FIN/Caterham) - 1min29s320 
20: Vitaly Petrov (RUS/Caterham) - 1min29s606 
21: Pedro de la Rosa (ESP/Hispania) - 1min30s950 
22: Timo Glock (ALE/Marussia) - 1min31s113 
23: Narain Karthikeyan (IND/Hispania) - 1min31s372
24: Charles Pic (FRA/Marussia) - 1min31s493

FOTOS:Reuters , Ferrari

TERRA FORMULA UM


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

NOSSO POBRE AUTOMOBILISMO E OS VENDEDORES DE CARTEIRINHAS

Não meus amigos, não vou falar aqui de política, apenas comentar um e-mail que acabei de receber. Vem do Sr Toninho de Souza, este mesmo senhor que organiza corridas e foi o mentor da "fabulosa" 24 Horas de Interlagos, natimorta e que deveria ter acontecido no começo deste ano.
Toninho era mecânico da equipe De Lamare quando lá corri no longicuo 1971, depois virou dirigente e sei lá o que mais.
Caro Toninho, minha caixa de e-mail não é lixo para ficar recebendo essas porcarias, além do que nunca lhe dei intimidade para tal.
Alem disso não acredito numa só palavra deste e-mail!

Rui Amaral Jr





Amigos,
 Vocês me conhecem há mais de 40 anos e nunca me envolvi em política, mas agora o faço para salvar a "casa" de todos nós, o Autódromo de Interlagos". Nossa vida se tornou um inferno desde que Interlagos passou para a São Paulo Turismo, obra de José Serra e mantida por Gilberto Kassab.  Não preciso me alongar porque todos vocês sabem o que isso representou, mas talvez nem todos estejam sabendo que, caso Serra seja eleito, a situação ficará muito pior. Além dos desmandos todos, que culminou com o fechamento da escola de mecânica, a São Paulo Turismo já determinou que serão fechados os espaços para a Terceira Idade, das escolas públicas e o número de datas será reduzido para que o autódromo sedie eventos privados. Até a pista de caminhada e as quadras, usadas pela população, serão fechadas. Ou seja, se Serra vencer, definitivamente esse bem público será mais ainda tratado com propriedade privada. Então, pelo bem do automobilismo, peço que você faça como eu e muitos outros profissionais e amantes do automobilismo:  Vote 13, Vote HADDAD. Antonio de Souza Filho

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Tom Pryce - por Juanh


Thomas Maldwyn Pryce nació en Ruthin, Gales, el 11 de junio de 1949; sus comienzos en el automovilismo (difíciles, ya que sus padres no eran precisamente personas adineradas ni mucho menos) se dieron a fines de los años sesenta, en las fórmulas menores británicas. Luego de correr con Lola en la Fórmula Ford en 1970, da el salto a la F3 con un Royale a finales de 1971. Al año siguiente, gana la carrera de F3 (que es telón para la F1) en la Carrera de los Campeones; ahí ya muchos lo empiezan a ver con futuro en la máxima categoría del automovilismo mundial. Luego corre en F2 y Fórmula Atlantic con muy buenos resultados, los que lo llevan a debutar en la F1 con un modesto Token en el Daily Express International Trophy de 1974, carrera sin puntos para el campeonato. Luego llega el debut puntable corriendo con el mismo auto el GP de Bélgica en Nivelles. En el siguiente GP, Mónaco, es rechazada su inscripción y la del equipo por "no tener antecedentes destacables", lo que lo lleva a participar en el GP de Monaco de F3, carrera previa al GP de F1. Allí, manejando un March 743, vence con comodidad, lo que se convierte en la vidriera de su paso definitivo a la F1, que se da con el Shadow DN3 a partir del GP de Holanda. 



 Triunfo en Mónaco 1974 con el March 743

Siguieron tres temporadas en Shadow, con el DN3 en ese 1974, DN3B en 1975, DN5 en 1975, DN5B en 1976 y DN8 al final de 1976 y los tres GP que corrió en 1977; sus mejores resultados fueron dos terceros puestos (Austria 1975 y Brasil 1976), una pole en el GP de Inglaterra 1975 (punteaba hasta que una repentina lluvia lo hizo despistar), un segundo lugar de partida en Mónaco y el triunfo en la Carrera de los Campeones en Brands Hatch en ese mismo año. En Nurburgring 1975 y Brasil 1977 se mantuvo muchas vueltas en el segundo lugar, pero averías en su coche le fueron retrasando finalmente. Pero lo más importante, más allá de los números, fue su manejo espectacular y velóz, que lo llevó a ser considerado uno de los pilotos con más futuro dentro de la categoría. Todos los años se rumoreaba su posible paso a Lotus, algo a lo que Tom, si bien no desmentía los contactos, respondía con un "para qué ir a Lotus si en Shadow estoy muy contento".

 Debut en F1 con Token

Primera carrera con el Shadow DN3 en Holanda 
 Cruzado en Gran Bretaña 1974 con el DN3
Brasil 1975 con el DN3B
 DN5 en España 1975
 Ganando con el DN5 en la carrera de los Campeones en Brands Hatch 1975
 Primer podio puntable en la F1, con el DN5 en Austria 1975
 Segundo podio, Brasil 1976 con el DN5B
 De costado en Mónaco 1976 con el DN5B, delante de su compañero Jean Pierre Jarier
 Debut del Shadow DN8 en Holanda 1976
 Argentina 1977 con el DN8

Sudáfrica 1977 con el DN8, el día de la tragedia



El GP de Sudáfrica de 1977, en Kyalami, luego de unos entrenamientos con lluvia donde logró el mejor tiempo con su pesado Shadow, lo vieron clasificar para largar en el puesto 15; luego de un problema en la largada, quedó último, y comenzó una remontada que lo había llevado al puesto 13. En ese momento, se produce uno de los accidentes más insólitos de los ocurridos en la F1, que produjo la muerte de Tom. 
Quien guste ver o conocer más del accidente sólo debe buscar en Google o Youtube, donde abunda el material sobre el mismo. 

 Memorail Tom Pryce en Ruthin, Gales, su pueblo natal


Así queremos recordarlo, festejando en su día más glorioso, ganador en Brands Hatch 1975


En esta sencilla nota, a 35 años de su fallecimiento, sólo queremos recordarlo con estas lineas como el gran piloto, y excelente persona, que fue en vida.

Juan Henares (Juanh)


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Nosso amigo Juanh escreve o excelente blog Juanh Racing Team , onde mostra suas miniaturas com fotos dos carros, e mostra todo seu conhecimento tanto das minis, como do automobilismo mundial.
Obrigado Juanh, é uma honra e satisfação, um forte abraço!

Carlos Henrique Mercio e Rui Amaral Jr



Ciccio

Ontem, ao escrever sobre a primeira vitoria de Hill, achei uma foto que digitalizei muito tempo atrás. De um livro que consulto sempre, ela estava esquecida em meus arquivos. Mostra o momento em que Alberto "Ciccio" Ascari recebe a bandeirada da vitoria no GP da Argentina de 1953, primeira prova valida pelo campeonato. Caminhava Ciccio para seu segundo titulo, já que no ano anterior venceu seis das sete corridas do Mundial de Formula Um, tendo seu companheiro de equipe, Piero Taruffi, vencido apenas a corrida inicial da temporada, o GP da Suíça em Bremgarten, ambos pilotavam a Ferrari 500.






Alguns posts em que o Caranguejo e eu escrevemos sobre Ciccio.


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Zandvoort 1962

A primeira vitoria de Graham Hill na Formula Um


1961 marcou o inicio dos motores de 1.500cc na Formula Um, que valeria até 1965. Neste ano a Ferrari, com seu modelo 156 Shark Nose, dominou a categoria, vencendo o mundial de construtores e pilotos, com Phill Hill.
Para 1962 Sir Alfred Owen, dono da Owen Racing Organisation e por conseqüência da British Racing Motors -BRM- concluiu que apenas a fabricação de um motor próprio poderia colocar seus carros na disputa pelo campeonato, na temporada anterior a BRM havia usado o motor Conventry-Climax de 4 cilindros. 
Depois de muitas idas e vindas o novo motor ficou pronto para temporada de 1962, e estreou na primeira corrida da temporada em Zandvoort. Era um V8 à 90º com curso de 50.8mm e diâmetro de 68.5mm e desenvolvia 188hp à 10.250 rpm.
Chega então Zandvoort e a estréia do carro no Campeonato, a pole foi de John Surtees pilotando uma Lola-Climax seguido de Hill e Jim Clark.
Na largada Clark assume a ponta após um terrível acidente de Surtees, com Hill em sua cola. Mas logo na terceira volta Clark tem problemas de embreagem e Hill assume a ponta, e caminha para sua primeira vitória na Formula Um.
Este seria o seu ano, mas isso fica para outro dia...

Rui Amaral Jr     


 Carro: BRM P57 
Construtor: BRM - Inglaterra
1962
Formula 1
Motor - BRM P56
V8-90º
Diâmetro  68,5 x Curso 50,8 mm
1,498 cc
Potencia 188 Bhp a 10,250 rpm 

Com a Lotus 24 Clark quebrou na 3ª volta
As Shark Nose já não eram páreo, #4 Von Trips e #8 Ricardo Rodriguez

A CORRIDA

GRID

1ª  John Surtees_1'32.500
2º  Graham Hill_1'32.600
3º  Jim Clark_1'33.200
4º  Jack Brabham_1'33.300
5º  Bruce McLaren_1'33.900
6º  Innes Ireland_1'34.100

RESULTADO

1º  #17 Graham Hill/BRM-Arthur Owen P57
2º  #5   Trevor Taylor/Lotus 24
3º  #1   Phil Hill/Ferrari 156
4º  #2   Giancarlo Baghetti/Ferrari 156
5º  #7   Tony Maggs/Cooper Car Co T55
7º  #14  Carel Godin de Beaufort/Porsche 718
8º  #11  Jo Bonnier/Porsche 804
9º  #21  Jackie Lewis/Yeoman T53



NT: A BRM abandonou os escapamentos verticais pois quebravam muito, apesar de que isso não causasse muita alteração no motor.

O GP da França


Anexei mais um belo vídeo


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

UM DIA INESQUECÍVEL DO VERÃO DE 1948


Fangio e Nuvolari

No dia 18 de julho de 1948, disputou-se o GP da França no veloz circuito de Reims-Gueux. Oportunamente chamada pelo editor do Blog Última Volta, Marcio Madeira da Cunha, de a “Corrida dos Dois Sóis”, foi a segunda experiência de Juan Manuel Fangio na Europa. Com um Simca Gordini T15, Fangio nada mais era que um coadjuvante. No sacrifício fizera o 11º tempo e só de binóculos poderia ver o trio de Alfettas, ocupantes da primeira fila: Jean Pierre Wimille, Alberto Ascari e Consalvo Sanesi. Considerado o melhor piloto da Europa, Wimille colocara uma grande diferença entre ele e o segundo colocado (2`35.2 contra 2`44.7), que era ninguém mais, ninguém menos que Ciccio Ascari. Mas haviam outros carros além das Alfas. Talbots, uma Ferrari e um Alta e alguns Maseratis, dentre estes o novo 4CLT. 

Fangio no Simca Gordini T15
Tazio na Maserati 4CLT tempos antes.
Gigi Villoresi

O bólido seria pilotado por Luigi Villoresi e Tazio Nuvolari. Não se sabia, mas Nivola, já fragilizado pela doença, estava fazendo sua última participação em um Grand Prix e quis o destino que aquele que viria a sucedê-lo nas pistas, o Balcaceriano, estivesse presente no canto do cisne do grande campeão. Sem treinar, a dupla Villoresi-Nuvolari sairia da 16ª posição. Se Nuvolari e Fangio estavam juntos em Reims, 1948, onde andaria aquele que é nominado “o terceiro gigante”? Muito provavelmente, o jovem James Clark Júnior, no alto de seus doze anos, estaria morando em uma fazenda em Berwickshire, na sua Escócia natal e certamente, mais preocupado com seus estudos. Com uma formação de grid em 3-2-3, bastou a prova começar para as Alfas 158 dispararem na frente, seguidas por uma brigada de Talbots-Lago. 

Grid, com a mão na cintura Gigi Villoresi

Largada Wimille toma a ponta
 Wimille e a Alfa

O Fangio,com seu modesto Gordini, passava trabalho: as Alfas chegavam aos 300 km/h nas retas de Reims enquanto o T15 mal passava dos 200 km/h. Já o novo Maserati mostrava potencial. Com Gigi Villoresi ao volante, deixara para trás a “cachorrada” francesa e tentava ao menos acompanhar o ritmo de Wimille-Ascari-Sanesi. Na sexta volta, Gigi passava o comando a Tazio, mas mesmo Nivola não conseguia chegar perto das Alfas. Wimille, baixava seguidamente o recorde de volta e só deixava a liderança quando fazia um pit-stop, sendo substituído por um de seus companheiros de equipe, mas recuperava o primeiro lugar quando Ciccio ou Sanesi tinham de parar. Na 45ª das 64 voltas, Nuvolari devolve o Maserati a Villoresi. Três voltas antes, Jean Pierre Wimille fizera uma parada não-programada para consertar o radiador. Na volta 58 porém, ele já estava de novo na frente, deixando que Ciccio e Sanesi discutissem o segundo lugar. Num vacilo de Ascari, Consalvo Sanesi o passou e da mesma forma que começaram, as Alfettas terminaram, isto é, na frente. Wimille o grande vencedor, depois Sanesi e Ascari. A dupla Villoresi-Nuvolari concluiu em sétimo, com cinco voltas a menos e o Chueco, que em dois anos teria nas mãos uma daquelas poderosas Alfas 158, não terminou. O Simca Gordini primeiro tivera problemas de ignição e depois surgiram problemas no motor, quando Fangio tentou forçá-lo um pouco mais, abandonando no 41º giro. Não teríamos mais Nuvolari, que embora nunca anunciasse sua aposentadoria, morreria cinco anos depois e também não veríamos mais o campeão francês Jean Pierre Wimille, que faleceria um ano mais tarde em uma prova no Circuito de Palermo. Mas o mundo das corridas logo iria curvar-se ante aquele argentino meio calvo, de pernas tortas e olhar tranqüilo. Só que antes ele precisaria ser aceito na Equipe do Trevo.

História para outro dia.

C.Henrique Mercio

Tazio
Fangio




Links para nossos posts

A Simca Gordini T15 de Fangio em exposição na Argentina.
A Maserati  4 CLT com Gigi Viloresi em Silverstone






4º Rally das Serras

disputa de carros e caminhões é mais uma atração




São Paulo (SP) - Além das brigas pelos títulos de motos e quadriciclos, já que a prova será a última etapa do ano nas duas categorias, o 4º Rally das Serras também será movimentado entre os carros (14ª e 15ª etapas) e caminhões (10ª e 11ª). O evento, considerado um dos mais técnicos do calendário nacional, será realizado entre os dias 14 e 18 de novembro, com base na cidade de São Joaquim, mas ainda percorrendo trilhas por Urubici, Urupema, Painel e Lages. O evento terá peso 2, o que deixa a situação ainda mais propícia para a disputa.  Depois de São Joaquim, restará apenas o Rally dos Amigos, em São Paulo

As inscrições seguem abertas, e os interessados podem confirmar presença pelo site oficial, www.rallydasserras.com.br. No site ainda estarão à disposição prazos e preços especiais para inscrições antecipadas. Nos valores mencionados estão inclusos o Seguro da prova, Sistema GPS, Spot (se houver disponibilidade) e uma camiseta oficial do 4º Rally das Serras 2012.

Numa das temporadas mais equilibradas do últimos anos, o Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country Velocidade chegará indefinido a São Joaquim. Essa condição, aliada ao fato de a prova ser bastante disputada e técnica, dão ao 4º Rally das Serras a condição de decisivo para aqueles que querem o título de 2012. Das seis categorias, apenas a Caminhões Pesados está definida em favor de Guido Salvini, mas que já garantiu participação para comemorar a conquista em grande estilo.

Na Categoria Production T2, a briga segue acirrada. Rodrigo Cardoso lidera com sete pontos de vantagem para Gláucio Vanderline. Na terceira colocação está Marco Cassol. Já na Categoria Super Production, Regis Braga poderia ter fechado o Campeonato na etapa anterior, mas não conseguiu andar nem 3 km em Taubaté e agora quer decidir titulo no Rally das Serras. Sua vantagem hoje é de 25 pontos para Gunter Hinckelmann. Alberto Castro aparece em terceiro lugar.

Na disputa da Categoria Pró Brasil a briga é ainda mais complicada, pois até o sétimo colocado segue com chances matemáticas. Pequena vantagem para José Sawaia e Luis Facco, que fizeram os 1º e 2º lugares em Taubaté. Na Categoria Protótipos T1, Marcos Moraes ampliou sua vantagem para o filho Lucas Moraes, 81 a 55, o único que pode tirar seu título. Romeu Franciosi aparece na terceira colocação.


Entre os pesados, mas nem tanto, da Categoria Caminhões Leves, a situação também é de equilíbrio. Fernando Birchal leva vantagem de três pontos para Carlos Policarpo, mas a situação pode inverter para um ponto em favor de Policarpo quando se aplica o critério de descartes pelo campeonato. Ambos já estão inscritos e a  etapa, realmente,  promete.

O 4º Rally das Serras é uma realização da Racing Adventure, com promoção da Serra Catarinense Convention & Visitors Bureau, organização da Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina e Federação de Motociclismo Catarinense, e supervisão da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) e Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM). O patrocínio é de Seótres, Prefeitura de São Joaquim e Mitsubishi L200 Triton, o carro oficial do Rally das Serras.

Mais informações no site oficial, www.rallydasserras.com.br   

Consultoria de Comunicação do Rally das Serras -SC:
MBraga Comunicação - Marcelo Eduardo Braga - Mtb 18324
Fones: (11) 98266-6086/98931-8977
Email: mbragacom@mbragacom.com.br



FOTOS: Claudio Reiser/MBraga Comunicação