A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach
sábado, 18 de agosto de 2012
DTM - NÜRBURGRING - Grid
NÜRBURGRING
Bruno Spengler
![]() |
| Augusto Farfus |
Filipe Albuquerque
GRID
1 Bruno Spengler/BMW Team Schnitzer/BMW Bank M3 DTM 1:24.284
2 Edoardo Mortara/Team RosbergPlayboy/Audi A5 DTM 1:24.505
3 Filipe Albuquerque/Team RosbergTV Movie/Audi A5 DTM 1:24.555
4 Mike Rockenfeller/Phoenix Racing Schaeffler/Audi A5 DTM 1:24.727
5 Martin Tomczyk/BMW Team RMG/BMW M Performance Zubehör M3 DTM 1:24.241
6 Augusto Farfus/BMW Team RBM Castrol EDGE/ BMW M3 DTM 1:24.288
7 Jamie Green/HWA/Mercedes AMG C-Coupé 1:24.312
8 Dirk Werner/BMW Team Schnitzer E-POSTBRIEF/BMW M3 DTM 1:24.422
9 Robert Wickens/Mücke Motorsportstern/Mercedes AMG C-Coupé 1:24.423
10 Timo Scheider/ABT Sportsline AUTO TEST/Audi A5 DTM 1:24.748
11 Gary Paffett/HWA Thomas Sabo/Mercedes AMG C-Coupé 1:24.486
12 Mattias Ekström/ABT Sportsline Red Bull/Audi A5 DTM 1:24.507
13 Miguel Molina/Phoenix Racing Red Bull/Audi A5 DTM 1:24.539
14 Joey Hand/BMW Team RMG SAMSUNG/BMW M3 DTM 1:24.664
15 Ralf Schumacher/HWA/Mercedes AMG C-Coupé 1:24.705
16 Adrien Tambay/Audi Sport Team Abt/Audi ultra A5 DTM 1:24.747
17 Rahel Frey/Audi Sport Team Abt E-POSTBRIEF/Audi A5 DTM 1:24.890
18 Christian Vietoris/HWA Mercedes-Benz Bank/AMG C-Coupé 1:24.944
19 Andy Priaulx/BMW Team RBM Crowne Plaza Hotels/BMW M3 DTM 1:24.974
20 Roberto Merhi/Persson Motorsport Junge Sterne/Mercedes AMG C-Coupé 1:25.114
21 Susie Wolff/Persson Motorsport TV Spielfilm/Mercedes AMG C-Coupé 1:25.275
22 David Coulthard/Mücke Motorsport DHL Paket/Mercedes AMG C-Coupé 1:25.297
Domingo 9h
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Rui Amaral Lemos Junior
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
NAS PISTAS
O "belo" apêndice aerodinâmico, ou extrator. Entrada da curva do S na minha frente o Fabinho Levorin.
Tenho pouquíssimas fotos minhas nas pistas, essas recebi de meus amigos Edu e Marquinhos, e outras dos arquivos do Ricardo.
Já contei como comprei esse carro, do saudoso Luiz Pereira Bueno, com a ajuda do Chico Lameirão.
Fiz algumas corridas com ele, acredito que no ano de 1978, depois de pintar o carro desta cor, o que foi feito pelo João. Mais tarde, para uma série de corridas tive, a ajuda do Ricardo e do Adolfo e do Celso -Caveira. Foi o Ricardo que mudou a aparência do carro, a bandeira na porta era uma confecção do Adolfo a Britânia, a Valvoline como sempre me ajudando e o Chapa que a esta altura já fazia meus motores.
Pois bem,o que quero comentar é aquela lata na traseira, obra do Ricardo e Adolfo. O “seu” Fabio Poppi em seu blog, o Papersoltcar, obviamente me gozando, disse que era o primeiro extrator que via em um D3! O Adolfo não mais, pois subiu antes da hora, mas um dia certamente acertarei as contas com os dois, o Ricardo e Fabio!
Acontece que o regulamento, não permitia que o escapamento, saísse mais do que 30cm do final do carro, e como eu entre outros tinha um 4x1 que era longo, estava fora dele. Notem que no “belo apêndice aerodinâmico, ou extrator” existe apenas uma saída pois nesta corrida usaria ele.
Confabulamos e o Adolfo e Ricardo resolveram fazer a belezura, que tantas gozações me renderam na pista e ainda hoje!
Ao Adolfo e João, que já não estão entre nós e aos amigos Ricardo, Chapa, Caveira, Edu,
Marquinhos e Fabio...um dia acerto as contas com eles!
Grid; Eu, Adolfo, Duran, o carro azul e branco acredito do Alex Silva, o azul e laranja do Fabinho Levorin, lá atrás Ricardo Bock e João Lindau...
#27 do Ricardo e o #14 sobre a carreta, em uma corrida anterior.
A obra do Tito
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Rui Amaral Lemos Junior
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Razia no Sob Nova Direção
Luiz Razia
Nesta sexta (17/08), o programa SOB NOVA DIREÇÃO entrevista um jovem brasileiro que vem chamando a atenção automobilismo internacional.
É LUIZ RAZIA, líder da GP2, a principal categoria de acesso à Fórmula 1.
Com 4 vitórias na temporada, o piloto de 23 anos entra na reta final do campeonato com 196 pontos, contra 189 do segundo colocado.
Esse jovem que veio do interior da Bahia traz em seu currículo o título de campeão da Formula 3 Sulamericana de 2006, além das conquistas dos campeonatos brasileiro, paulista e brasiliense de kart em 2004. Com boas atuações na Fórmula Renault e Fórmula 3000, LUiZ RAZIA é também piloto de testes na Fórmula 1, seu mais provável destino muito em breve.
Acesse www.alltv.com.br para assistir à entrevista e participar ao vivo através do chat. É nesta sexta (17/08), às 5 da tarde.
Confira ainda o blog www.sobnovadirecao.com e curta a fan page no Facebook (www.facebook.com.br/sobnovadirecao).
Serviço:
Programa SOB NOVA DIREÇÃO
Para acessar: www.alltv.com.br
Dia e horário: Sexta (17/08), 17h00
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Rui Amaral Lemos Junior
CIVILIDADE E CIDADANIA
Na foto que recebi da Leandra, Emerson numa campanha da UNIÃO CÍVICA FEMININA pedindo responsabilidade no transito, pelo macacão que usa deve ser do ano de 1970 quando a Lotus ainda corria de vermelho e dourado.
E o que dizer então de hoje?!
Vivemos uma era negra no transito, acredito eu que por grande culpa de nossas OTORIDADES, a grande maioria, senão todos, pouco se lixando para as leis, mais preocupados com outros aspectos da política nojenta que vivemos hoje no Brasil. Os atuais motoristas tem culpa? Acredito que sim, as leis foram feitas para serem cumpridas, porem os órgãos públicos cismam em multar, nunca em orientar e averiguar profundamente os motivos de tanto desatino. É obrigação deles, ir a fundo e descobrir, quem concede hoje tantas carteiras de habilitação e pessoas que não tem a mínima condição de conduzir qualquer veiculo!
A nós resta apenas fazer nossa parte, guiando e pilotando motos, com civilidade e educação, apenas isto!
Rui Amaral Jr
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Rui Amaral Lemos Junior
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
O primeiro esportivo brasileiro
O Interlagos. Fotos: arquivo pessoal
Cobiçado por jovens e apreciadores de carros durante a década de 1960, o Willys Interlagos foi o primeiro automóvel esportivo montado no Brasil. Foi produzido pela Willys Overland do Brasil S.A. até 1966, na fábrica em Interlagos, em São Paulo (foto abaixo).
O Interlagos em fabricação
Mas essa história começa na França, na linha de montagem da Willys de lá, onde o paulista Luiz Antonio Greco – que viria a liderar o departamento de competições da empresa no Brasil – observou por meses a construção do modelo Alpine, grande inspiração para o Interlagos brasileiro. Aqui, o carro começou a ser produzido na Willys a partir das impressões de Greco, integradas ao trabalho do mecânico espanhol Jesus Ibarzo Martinez e do preparador e piloto Cristian Heins – que teve morte trágica mais adiante, nas 24 Horas de Le Mans, em 1963. Sob a superintendência de Emil Schmidt, o veículo foi construído em três versões: Berlineta, Coupé e Cabriolet (conversível).
Greco (E), Ibarzo (C) e Schmidt (D) recebem visita de Juan Manuel Fangio (ao centro, de gravata)
Apresentado no II Salão do Automóvel, em São Paulo, em 1961, o Interlagos era um carro pequeno e leve – a carroceria, por exemplo, era produzida em fibra de vidro e resina de poliestireno. Fez muito sucesso nas ruas e nas pistas. Um exemplo foi a segunda edição da prova 500 Milhas de Porto Alegre, em dezembro de 1963, na qual os três primeiros colocados usaram Interlagos: Wilson Fittipaldi e Vitório Andreatta em primeiro, Bird Clemente em segundo e Scavone e Danilo Lemos em terceiro. Outra grande vitória veio em fevereiro de 1968, na prova Antoninho Burlamaque, quando os Interlagos Mark I deram o primeiro lugar a Luiz Pereira Bueno e o segundo a Bird Clemente.
A equipe Willys, , com o chefe Greco ao centro, Luiz Pereira Bueno (E) e Bird Clemente (D)
Colaboraram Graziela e Nelson M. Rocha
Publicado no jornal Zero Hora coluna Almanaque Gaúcho do grande jornalista Ricardo Chaves
em 14 de agosto de 2012
http://wp.clicrbs.com.br/almanaquegaucho/2012/08/14/o-primeiro-esportivo-brasileiro/?topo=13%2C1%2C1%2C%2C%2C13
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Graziela Marques da Rocha
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Sérgio
Tite Catapani, José Carlos Pace e Sérgio Mattos
Como descrever a dor da perda de tudo?
Meu Pai Sergio Pedroso Horta de Mattos.
Nome pomposo como ele sempre foi.
Adorado por todos. Um lorde, era o que eu mais ouvia.
Meu Pai tenha certeza aonde estiveres que sempre foi exemplo nao só para mim!
Vou sempre te amar.
Seu filho
Guga Mattos"
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Rui Amaral Lemos Junior
Ricardo Bock no Sob Nova Direção
35 anos atrás, por volta das três horas da madrugada, numa sossegada rua no bairro do Campo Belo, o Ricardo e eu acabávamos de acertar os Webber, acho que 42 horizontais, em seu Passat Divisão 3.
“Tchau Ricardo, vou embora” e a fera responde “vamos só ver se funciona”...o barulho foi ensurdecedor, só menor que o grito de seu João pai dele!
Era e é assim meu amigo...
Ari, Sérgio, eu, Gláucio, Brá, Ricardo, Cassio e Paulo
Com o Sérgio e Ricardo antes do programa
O que será que o Paulo e Gláucio aprontavam durante o programa?
Ricardo na largada das MM com Adolfo Cilento, Zé Rossi, Zé Fercolin, Claudinho Carignato.
Mil Milhas Brasileiras 1984
Ricardo Bock
Mil Milhas Brasileiras 1984
Ricardo Bock
Dedico este post a três pessoas muito queridas, D. Isabel, Vera e Rafael, mãe, mulher e filho do Ricardo. E a quatro amigos que ganhei, Sérgio, Gláucio, Cassio e Paulo.
"A temática do programa foi alusiva à obra da FEI e de Rigoberto Soler.
Quando outros projetos para o mercado foram citados, me ocorreu em um primeiro momento citar o da TRANSLOR, que foi um projeto inédito de um carro cegonha com estrutura espacial. Feito por uma empresa contratada, a PROTEIA, da qual faziam parte Mauricio da Cunha, Rubens Okazaki, Ortiz e convidados como eu Ricardo Bock, Rigoberto Soler, Lauro e até mesmo o artista plástico Guto Lacaz.
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NT: Sobre a atuação de Ricardo no projeto da carreta da Translor, ele deu a seguinte explicação;
Quando outros projetos para o mercado foram citados, me ocorreu em um primeiro momento citar o da TRANSLOR, que foi um projeto inédito de um carro cegonha com estrutura espacial. Feito por uma empresa contratada, a PROTEIA, da qual faziam parte Mauricio da Cunha, Rubens Okazaki, Ortiz e convidados como eu Ricardo Bock, Rigoberto Soler, Lauro e até mesmo o artista plástico Guto Lacaz.
Em nenhum momento atribui o projeto à uma só pessoa, é claro que foi feito por dezenas de pessoas, foi apenas uma citação em uma entrevista ao vivo, mais nada."
Ricardo Bock
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Rui Amaral Lemos Junior
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
R.I.P Sérgio Mattos 1943 - 2012
Sérgio #21
Sérgio faleceu nesta Sexta Feira 10/8, meus sentimentos à família e amigos.
FOTOS:IMAGENS DALUZ - http://www.imagensdaluz.com/velocidade/
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Rui Amaral Lemos Junior
3ª Mil Milhas de Autorama Paperslot
Um Alicatão na ponta, Fabio Poppi, parabéns!
Parabéns Paulinho!
De costas o amigão Fernando Fagundes, como sempre uma honra encontra-lo!
Esse Fabio só entende de Paperslot, de fotos...
Conversando com Duilio Bottai, uma grande honra!
Zé o vencedor da 1ª MM
Nos links um pouco da história da corrida, deixo aqui meus parabéns ao Tito Tilp, Fabio e Paulinho.
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Rui Amaral Lemos Junior
domingo, 12 de agosto de 2012
FELIZ DIA DOS PAIS!
Ser pai é ser criança, aprendendo e vivendo sempre coisas novas e boas, pois só assim é que se cresce.
Ser pai é ser filho, seguindo e trilhando os rumos traçados pelos pais, pois eles só querem o nosso bem.
Ser pai é ser irmão, sendo um pai dos filhos mais novos e mais velhos, pois desta maneira se treina para paternidade.
Ser pai é ser amigo, compreendendo e ajudando os amigos que precisam de um pai,pois eles retribuirão com gratidão.
Ser pai é ser avô, observando e encaminhado os filhos a serem bons pais, pois eles conseguirão a maturidade.
Ser pai é ser mestre, espalhando a sabedoria e seus conhecimentos, pois é assim que se constrói um mundo melhor.
Ser pai é ser pai, orientando e encaminhado os filhos a seguirem o bom caminho, pois só assim se obtém a felicidade.
Ser pai é ser como Cristo, educando e praticando seus ensinamentos, pois é assim que se conquista a benção de Deus.
Fred
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Todo dia é "Dia dos Pais". Quem é pai efetivamente sabe disso, então hoje é mera formalidade, porém uma data que não pode ser passada em branco.
A tarefa de educar, ensinar, dar carinho, mostrar o melhor caminho e muitas vezes abrir mão de algumas coisas em prol dos pequenos é dura, mas extremamente gratificante e prazerosa. A única coisa "ruim" é que eles crescem rápido demais...
Parabéns à todos os pais!
Francis
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Obrigado aos meus amigos Fred e Francis, de quem peguei as fotos e textos. Um super dia a vocês dois e a todos amigos!
Rui
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Rui Amaral Lemos Junior
sábado, 11 de agosto de 2012
3ª Mil Milhas de Autorama de Paperslotcars
Esperams todos na 3ª Mil Milhas de Autorama de Paperslotcars.
Depois de uma conversa com o Sócio, Tito Tilp, decidimos fazer a 3MM na Parolu do Paulinho pra dar uma força.
Foi uma maneira de ajudar depois do incendio na loja.
Então neste ano o carro será fabricado pela TWP e quem participar da prova comprara o carro ja acertado por 200 Reais.
A inscrição da dupla de pilotos será 60 reais .
As carrocerias serão dos miticos carros da Classe C do Campeonato Brasileiro de Divisão 3 da decada de 70, era cada torpedo lindo.
Conto com a presença e ajuda de todos e nos vemos na Parolu.
Um braço
Fabio "Papelada" Poppi
Tito Tilp : http://titotilp.blogspot.com.br/
Fabio : http://paperslotcar.blogspot.com.br/
____________________________________________---
Pronto, estou indo para lá, caso sobreviva ao Fabio e Homero volto para contar como foi!rsrsrs
Rui
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Rui Amaral Lemos Junior
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
MIL MILHAS BRASILEIRAS 1984 - III por Rui Amaral Jr
Medalha que os pilotos que completaram a corrida receberam, essa é do Ferraz
O paper model feito pelo Tito Tilp. Não tenho nenhuma foto do carro que corri com o Fabinho Levorin e Alexandre Benevides
Início de janeiro e dos treinos com 1.800 cc, o torke do carro ficava muito bom e começamos a andar bem rápido, acertamos chassi, agora poderia usar meus amortecedores Koni e iríamos correr com pneus da Peneubras na medida de altura de 20, pois a caixa três já estava com as relações acertadas para eles.
A equipe da rede Record chegou para fazer a chamada da corrida que transmitiriam, e seus repórteres viram aquele VW andando uma barbaridade, quiseram gravar as cenas da chamada... apareci vestindo a touca o capacete e meu nome e depois o carro na pista. Aí o amarelo começou a funcionar. A indústria de café, apesar de já termos pintado o carro, deu para trás.
José Ferraz e Julio Miglioli
Os Levorin receberam uma oferta do Amadeu Rodrigues para dividir a tocada do carro comigo e o Fabinho e, apesar de gostar do Amadeu acabei não aceitando, até hoje me arrependo, e veio o Alexandre Benevides para dividir o carro conosco. O Alexandre, bicampeão Brasileiro de gaiola nunca havia pilotado em pista de asfalto, muito menos com pneus slick. Lembro em um treino ao levá-lo dar uma volta na pista, eu amarrado ao banco com cinto de seis pontas e ele sentado ao lado provavelmente na bateria. Não andaria forte, ia só mostrar a pista a ele, mas quando a 1ª encheu e fui descendo o “Retão” enfiando as marchas em seqüência seus olhos estavam bem maiores que o normal, afinal aqueles Fusquinhas aceleravam uma barbaridade!
Mas além de super simpático o Alexandre não era bobo, afinal era bicampeão de uma categoria que na época era super disputada. Correríamos com o patrocínio da Ind. de Pneus Levorin e verba levada pelo Alexandre.
Na classificação ficamos esperando um jogo de rodas que havia sido levado para dar um passe e de repente o organizador diminuiu o tempo do treino e tivemos de sair com pneus usados, faltando uns 5 min. para o final. E nós que achávamos que largaríamos lá na frente acabamos por largar na 4/5 fila.
Recordando a fantástica equipe de profissionais da CIBIÉ, quando foram instalar os seis faróis, quis dar um palpite e o chefe deles, que já havia feito 20 MM me disse que se não gostasse do modo que colocariam os faróis eles usariam meu palpite! Ficou simplesmente ótimo, e eu que já amava aquela pista de dia fiquei maravilhado de poder andar à noite praticamente no mesmo ritmo.
A CORRIDA.
Opala de João Lindau/Roberto Ferreira/Sebastião Santos
Fotos de meus amigos Luiz e Fabiano Guimarães
Camillo Cristofaro Filho/Bel Camillo/Bertinni
Tucano empurra seu Escort na chegada
Ao contrário do que escrevi antes, estava bem atrás da Alfa Romeo do Paulão e ele teimava em não fechar a porta, certamente para refrescar e eu preocupado. Ao acender a luz vermelha os carros das filas de trás já largaram, e olha que eram mais de 60, esperei o sinal verde, largando com toda dificuldade, pois a 1ª marcha com aquela relação e pneus 22 atingia mais de 120 KM/H e tirar o carro da imobilidade não foi fácil. Não vi o acidente da largada, estava no lado esquerdo da pista e preocupado com aquele enxame de Fiat, Passat e etc. da D1 que iam ultrapassando-me. Na descida do “Retão” comecei a tomar as posições desses carros que eram muito mais lentos que eu, os Pirelli grudavam na pista e até a junção tinha retomado muitas posições. Aí encontrei o Fiat Hot Car amarelo nº 25 do Chico Lameirão/Paternostro, quando fui ultrapassá-lo no “Café” notei algumas bandeiras já dentro da pista, tirei o pé preocupado com os que viam atrás , felizmente nada aconteceu, eram nossos “Anjos da Guarda” fazendo seu trabalho, cuidando de nossa segurança. Só ao chegar aos boxes fiquei sabendo do que ocorrera na largada, uma alicatada de um piloto inexperiente e a afoiteza de quem vinha atrás. Graças a Deus ninguém se feriu com gravidade.
Acredite se quiser, apesar de toda tensão em nosso Box, fui buscar um telefone para ligar a minha mãe, que assistia e devia estar preocupada, com ajuda do grande amigo Carpinelli.
A segunda largada foi mais tranquila, com a perda de muitas posições, mas logo recuperadas – dos Divisão 1 no “Retão” passei um monte e, no final da 1ª volta já vinha entre os 15. Os Pirelli grudavam no chão e o motor empurrava muito, com o câmbio me ajeitei, usando uma marcha mais curta que o normal e a 4ª somente na “Reta oposta”, “Reta dos Box” e “Retão”. Duas ultrapassagens lembro bem, o Capeta Palhares/Murilo Piloto de Alfa Romeo nº 33 que encontrei na freada da “TRÊS” e apesar de vir bem mais rápido só ultrapassei-o na freada do “Sargento”. A “Alfona” vinha o tempo todo de lado, da “Quatro” até a “Ferradura” o tempo todo derrapando, quando dava motor saia de traseira aí corrigia - grande piloto o Capeta . A outra foi quando ultrapassei o Paulão/Fabio Souto Mayor com a outra Alfa nº 22 , foi na curva do Mergulho, depois do “Bico de pato”, ele vendo que eu vinha muito mais rápido fez um sinal com a mão e tomei a curva antes dele. Campeão é campeão até cedendo a posição ele foi um grande piloto.
Lá pela 8ª volta já estava entre os dez, e ao chegar na “Junção” notei a pressão de óleo a zero e entrei no Box - motor havia estourado. O interessante é que por conta do câmbio longo não o havia forçado, andando mais em cima dos pneus e freios
Motor foi trocado rapidamente e voltei à pista. Não tinha completado meu turno.
Na freada da “Três” uma desagradável surpresa, a ambulância que estava parada no Retão, atrás do Guard Rail havia saído, e como era meu ponto de referência quase estampo ali mesmo.
José Ferraz/Julio Miglioli
Saindo da “Subida do lago” notei óleo saindo de meu motor novo, tentei ir até o box, mas o motor apagou na freada do “Sargento” e lá ficou meu carro!
Ao parar logo veio um bandeirinha, deles escrevi neste blog “Anjos da Guarda” e segurando meu braço levou-me até um lugar seguro, para logo a seguir com seus companheiros sinalizar ao lado do carro, e veja bem um lugar dificílimo onde os Stock, Maverick e outros carros vinham numa freada forte, dificultada pelas condições do tempo.
Ao atravessar a pista, subindo pelo lado do “Sargento” algumas pessoas que assistiam dali a corrida aplaudiram-me - devo ter feito umas 5 ultrapassagens naquela freada. Chateado agradeci-lhes e um deles com o carro junto à cerca além dos aplausos ofereceu-me um copo de Congnac, agradecido bebi. Agora já podia, para chegar a meu box e ver o Fabinho e o Alexandre cabisbaixos, nossa corrida tinha acabado.
Confesso a vocês que fiquei muito chateado. Em momento algum forcei os motores, o conta-giros JONES com espia foi prova disso, confesso também que com os Stock parando para reabastecer muito antes de nós tinha a esperança de entregar o carro ao Fabinho numa boa colocação, talvez até na ponta.
Nunca mais corri, já tinha 32 anos, e se alguém algum dia me convidar a pilotar um carro de corridas que, por favor, não seja amarelo!
O destaque negativo dessas MM foi o atropelamento de um espectador por um Maverick em pleno "Retão" , o bandeirinha que veio me contar quando voltei a Interlagos quase no final da corrida ainda estava emocionado .
Agradeço à Graziela Rocha , Fabiano Guimarães , José Ferraz , Duran , Romeu , Cláudio , Rui , Bifulco , Joel pelo apoio .
Dedico esta postagen à memória de dois amigões , os saudosos Arno Levorin e João Lindau Neto.
![]() |
| João |
![]() |
| Arno e Marcos |
A seguir o relato do Romeu para a largada .
F250GTO disse...
Nessa Mil Milhas de 84 eu estava lá.
Exatamente na linha onde estava o Opala do Beto.
Na hora da largada desabou um verdadeiro toró em Interlagos.
A largada erroneamente numa situação dessas, foi dada com os carros parados no grid.
O carro apagou justamente na hora de largar, e o piloto ficou com o braço levantado acenando desesperado e já prevendo o pior, pois atrás dele largavam mais de 60 e tantos carros.
Alguns, que vinham log atrás, perceberam e desviaram e por milímetros não acertaram o Opala.
Mas o pessoal que vinha detrás mesmo, sem visão por causa do "spray" e em maior velocidade encheu a traseira do Opala e bateram uns nos outros, algum tiveram inclusive principio de incêndio.
Se não me engano, apesar dos estragos (grandes) dos carros, ninguém se feriu gravemente, felizmente.
Poderia ter sido bem pior.
Romeu.
às
10:58
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