A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach
quinta-feira, 19 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
CORRIDAS
A Formula Vee Brazil acaba de conquistar mais um feito para a evolução do automobilismo brasileiro, e anuncia uma parceria inédita que beneficiará os pilotos da categoria.
A Ascot Racing, juntamente com a CTC Brasil, elaborou um pacote de benefícios para proprietários de carros Formula Vee, que receberão um kit completo, com freios, injeção eletrônica, rodas e outros itens, além de cobertura total dos custos de inscrição em todas as provas oficiais da temporada 2012.
O objetivo é fortalecer o grid da categoria, o maior do automobilismo paulista na atualidade, e tornar a Formula Vee ainda mais viável financeiramente.
Marcelo Carneiro, diretor da CTC Brasil, uma das viabilizadoras do pacote de benefícios, comenta: “Este projeto, além de estar alinhado com as necessidades dos nossos pilotos, está dando o exemplo e abrindo caminho para que outras empresas também concebam planos de formação e aperfeiçoamento de pilotos e categorias”.
Entrega dos Kits
Inicialmente vinte pilotos serão beneficiados com o kit de apoio à Formula Vee. A entrega será realizada durante um evento, que acontecerá em Piracicaba (interior de São Paulo), no dia 21 de julho (sábado), às 10h da manhã.
Será feita a apresentação de um carro com o kit completo já instalado, no autódromo do ECPA, e posteriormente haverá uma festa de confraternização, onde os pilotos receberão as peças.
O evento é aberto a todos os envolvidos na categoria e para a imprensa. É necessário confirmar presença por meio do email sicpress@sicpress.com.br.
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Luiz Razia
GP2: Razia busca primeira pole do ano em Hockenheim
Brasileiro de 23 anos, atual líder do campeonato já possui quatro vitórias, sete pódios e uma volta mais rápida, mas a posição de honra ainda falta na lista
A segunda metade da temporada 2012 da GP2 começou com um novo líder, e ele é brasileiro. Com 165 pontos, seis a mais que seu principal rival, o italiano Davide Valsecchi, Luiz Razia parte neste fim de semana para a oitava rodada dupla do ano, no circuito alemão de Hockenheim.
A pista, conhecida por conta de suas longas retas que cortavam a Floresta Negra no passado, hoje tem 4.574 metros e, do traçado original, foi preservada a tradicional e mais lenta sequência de curvas do setor do estádio, que compreende também a reta dos boxes.
Vindo de uma sequência de 14 corridas das 15 do ano nos pontos, quatro vitórias, sete pódios e uma volta mais rápida, o baiano da equipe Arden International estabeleceu como foco inicial em Hockenheim a obtenção da tão desejada pole position, que vem batendo na trave ate agora.
"Adoro a pista de Hockenheim, é muito técnica e exige bastante atenção aos detalhes para fazer um boa classificação, que é o nosso principal objetivo. Estar entre os cinco primeiros é nossa meta para sexta-feira, depois vamos trabalhar no que possuímos", comenta o piloto de 23 anos, que fez um vídeo explicativo do circuito que pode ser visto por meio deste link: http://www.youtube.com/watch?v=rI7DTdIEEnQ.
Sobre o campeonato, que está perto de entrar em sua fase decisiva, Razia classifica como favoritos na disputa com ele, além de Valsecchi, o mexicano Esteban Gutierrez, os ingleses James Calado e Max Chilton, e o holandês Giedo van der Garde. "Acredito que os seis primeiros colocados até o momento na tabela estão em um ótimo nível para disputar o título nesta altura do campeonato. No começo do ano talvez tivéssemos mais nomes, porém agora começa a afunilar o caminho e alguns pilotos estão se sobressaindo. Aposto na bandeira brasileira", completa Razia, que quer dar ao Brasil o primeiro título da história na GP2.
Classificação do campeonato após 14 corridas: 1. Luiz Razia, 165 pontos; 2. Davide Valsecchi, 159; 3. Esteban Gutierrez, 122; 4. James Calado, 95; 5. Max Chilton, 95; 6. Giedo van der Garde, 93; 7. Fabio Leimer, 69; 8. Marcus Ericsson, 56; 9. Johnny Cecotto, 49; 10. Jolyon Palmer, 48; 11. Felipe Nasr, 46.
Confira a programação do fim de semana em Hockenheim. O SporTV exibirá as duas provas; a cronometragem pode ser acompanhada por meio do site http://www.gp2series.com/Live-Timing/
A pista, conhecida por conta de suas longas retas que cortavam a Floresta Negra no passado, hoje tem 4.574 metros e, do traçado original, foi preservada a tradicional e mais lenta sequência de curvas do setor do estádio, que compreende também a reta dos boxes.
Vindo de uma sequência de 14 corridas das 15 do ano nos pontos, quatro vitórias, sete pódios e uma volta mais rápida, o baiano da equipe Arden International estabeleceu como foco inicial em Hockenheim a obtenção da tão desejada pole position, que vem batendo na trave ate agora.
"Adoro a pista de Hockenheim, é muito técnica e exige bastante atenção aos detalhes para fazer um boa classificação, que é o nosso principal objetivo. Estar entre os cinco primeiros é nossa meta para sexta-feira, depois vamos trabalhar no que possuímos", comenta o piloto de 23 anos, que fez um vídeo explicativo do circuito que pode ser visto por meio deste link: http://www.youtube.com/watch?v=rI7DTdIEEnQ.
Sobre o campeonato, que está perto de entrar em sua fase decisiva, Razia classifica como favoritos na disputa com ele, além de Valsecchi, o mexicano Esteban Gutierrez, os ingleses James Calado e Max Chilton, e o holandês Giedo van der Garde. "Acredito que os seis primeiros colocados até o momento na tabela estão em um ótimo nível para disputar o título nesta altura do campeonato. No começo do ano talvez tivéssemos mais nomes, porém agora começa a afunilar o caminho e alguns pilotos estão se sobressaindo. Aposto na bandeira brasileira", completa Razia, que quer dar ao Brasil o primeiro título da história na GP2.
Classificação do campeonato após 14 corridas: 1. Luiz Razia, 165 pontos; 2. Davide Valsecchi, 159; 3. Esteban Gutierrez, 122; 4. James Calado, 95; 5. Max Chilton, 95; 6. Giedo van der Garde, 93; 7. Fabio Leimer, 69; 8. Marcus Ericsson, 56; 9. Johnny Cecotto, 49; 10. Jolyon Palmer, 48; 11. Felipe Nasr, 46.
Confira a programação do fim de semana em Hockenheim. O SporTV exibirá as duas provas; a cronometragem pode ser acompanhada por meio do site http://www.gp2series.com/Live-Timing/
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GT: Campos vai para penúltima fase de maratona nas pistas
Em Jacarepaguá, piloto da Girho's cumpre quinto de seis finais de semana seguidos correndo pelos circuitos do Brasil, desta vez de volta à Lamborghini vermelha
O automobilismo brasileiro segue a toda após a realização da etapa do Rio de Janeiro da Stock Car. A "Cidade Maravilhosa", em sua temporada de despedida forçada do automobilismo brasileiro por alguns anos, recebe neste fim de semana o Brasileiro de Gran Turismo no circuito de Jacarepaguá, que será demolido até o fim de 2012 para a construção de um Parque Olímpico.
A quarta etapa do campeonato dos supercarros marca também a incrível sequência de cinco etapas consecutivas disputadas por Julio Campos até o momento. O paranaense da Girho's vem alternando entre os carros do GT, da Stock Car e da Copa Fiat, entrando no penúltimo estágio da maratona neste final de semana, com mais duas corridas pela frente.
"Se contarmos todas as corridas disputadas, já que o GT e a Copa Fiat são rodadas duplas, serão dez corridas neste período. Mas quem disse que eu estou cansado? Quero mais e ainda bem que na semana que vem terei mais duas corridas para fazer", conta Campos, que vem de uma grande atuação em Interlagos a bordo do Lamborghini LP600 que divide com Guilherme Figueiroa.
"Aquela tinha sido minha primeira corrida com a Lambo e acredito que neste fim de semana podemos ir bem melhor. O Figueiroa é um piloto muito bom e dedicado, então acredito que, juntos, levaremos nossa LP600 vermelha novamente para brigar entre os poderosos lá da frente", completa Campos. As duas corridas do Brasileiro de GT estão marcadas para às 15h do sábado e 12h do domingo (horários de Brasília). A RedeTV! exibe a disputa do domingo ao vivo.
A quarta etapa do campeonato dos supercarros marca também a incrível sequência de cinco etapas consecutivas disputadas por Julio Campos até o momento. O paranaense da Girho's vem alternando entre os carros do GT, da Stock Car e da Copa Fiat, entrando no penúltimo estágio da maratona neste final de semana, com mais duas corridas pela frente.
"Se contarmos todas as corridas disputadas, já que o GT e a Copa Fiat são rodadas duplas, serão dez corridas neste período. Mas quem disse que eu estou cansado? Quero mais e ainda bem que na semana que vem terei mais duas corridas para fazer", conta Campos, que vem de uma grande atuação em Interlagos a bordo do Lamborghini LP600 que divide com Guilherme Figueiroa.
"Aquela tinha sido minha primeira corrida com a Lambo e acredito que neste fim de semana podemos ir bem melhor. O Figueiroa é um piloto muito bom e dedicado, então acredito que, juntos, levaremos nossa LP600 vermelha novamente para brigar entre os poderosos lá da frente", completa Campos. As duas corridas do Brasileiro de GT estão marcadas para às 15h do sábado e 12h do domingo (horários de Brasília). A RedeTV! exibe a disputa do domingo ao vivo.
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Marcas: correndo em casa, Toyota RZ busca segunda vitória
Vencedora da última prova, em Brasília, time 100% paranaense busca ampliar conquistas com Ricardo Zonta e Thiago Marques, diante dos gringos do WTCC e da AutoGP
O final de semana será de muita velocidade para os apaixonados por automobilismo do Paraná. O Autódromo Internacional de Curitiba receberá nada menos que quatro grandes categorias nacionais e mundiais, com carros para todos os gostos, representados pela Copa Petrobras de Marcas, pelo WTCC (Mundial de Turismo), AutoGP (campeonato estilo GP2 e World Series), F-3 sul-americana.
Campeonato em ascensão no cenário nacional, a Copa Petrobras de Marcas chega a Curitiba com uma saúde bem melhor que a versão internacional, com a participação de nada menos que cinco montadoras e alguns dos melhores pilotos da atualidade. No caso da RZ Toyota, parceria entre a equipe de Ricardo Zonta e a marca pela qual o piloto correu na F-1 entre 2003 e 2006, o time tem em Zonta e em Thiago Marques suas principais armas.
Além do talento inegável de Zonta, único brasileiro campeão do Mundial de FIA GT e com um currículo extenso de participações nos principais campeonatos mundiais, Marques vem já entrosado, após ter disputado a temporada inaugural em 2011, chegando a Curitiba embalado pela vitória, obtida na última corrida, em Brasília.
"Vamos buscar ter uma atuação para gringo ver. Conseguimos juntar tudo em Brasília, os dois carros mostraram uma evolução tremenda em termos de performance e fizemos provas super competitivas, que renderam uma vitória merecida. Agora, diante dos estrangeiros e de toda a torcida paranaense, vamos buscar repetir esse desempenho e focar a ponta da tabela", comenta Thiago, que teve uma boa passagem pela Stock Car entre 2002 e 2011.
"Correr em casa significa estar perto da pista e isso facilita nosso pessoal, pois não precisamos fazer longas viagens. Podemos dormir em nossas casas e chegar mais bem preparados para este desafio. Será um fim de semana difícil como todos os outros, mas temos potencial para repetir a vitória em Brasília e obter ótimos desempenhos com ambos os carros", completa Zonta. As duas corridas acontecem no domingo (22), às 10h25 e 13h15 (de Brasília). A RedeTV exibe a segunda corrida ao vivo.
Campeonato em ascensão no cenário nacional, a Copa Petrobras de Marcas chega a Curitiba com uma saúde bem melhor que a versão internacional, com a participação de nada menos que cinco montadoras e alguns dos melhores pilotos da atualidade. No caso da RZ Toyota, parceria entre a equipe de Ricardo Zonta e a marca pela qual o piloto correu na F-1 entre 2003 e 2006, o time tem em Zonta e em Thiago Marques suas principais armas.
Além do talento inegável de Zonta, único brasileiro campeão do Mundial de FIA GT e com um currículo extenso de participações nos principais campeonatos mundiais, Marques vem já entrosado, após ter disputado a temporada inaugural em 2011, chegando a Curitiba embalado pela vitória, obtida na última corrida, em Brasília.
"Vamos buscar ter uma atuação para gringo ver. Conseguimos juntar tudo em Brasília, os dois carros mostraram uma evolução tremenda em termos de performance e fizemos provas super competitivas, que renderam uma vitória merecida. Agora, diante dos estrangeiros e de toda a torcida paranaense, vamos buscar repetir esse desempenho e focar a ponta da tabela", comenta Thiago, que teve uma boa passagem pela Stock Car entre 2002 e 2011.
"Correr em casa significa estar perto da pista e isso facilita nosso pessoal, pois não precisamos fazer longas viagens. Podemos dormir em nossas casas e chegar mais bem preparados para este desafio. Será um fim de semana difícil como todos os outros, mas temos potencial para repetir a vitória em Brasília e obter ótimos desempenhos com ambos os carros", completa Zonta. As duas corridas acontecem no domingo (22), às 10h25 e 13h15 (de Brasília). A RedeTV exibe a segunda corrida ao vivo.
Postado por
Rui Amaral Lemos Junior
terça-feira, 17 de julho de 2012
CAÇADORES DE ESTRELAS
Dois posts sobre o mesmo tema, no primeiro escrevi antes de tudo pensando nos "malucos" que tive a honra de conhecer nas pistas, e continuar amigos deles. Logo a seguir o Zullino deu seu depoimento, já que viu o carro andando.
Abaixo vou reproduzir os dois, e novamente digo; À todos nós que sempre sonhamos e perseguimos nossos sonhos!
Abaixo vou reproduzir os dois, e novamente digo; À todos nós que sempre sonhamos e perseguimos nossos sonhos!
À você Bica, que construiu seu sonho!
Com o maior prazer dou meu depoimento:
O Caçador de Estrelas tem sido motivo de piada desde o seu nascimento como exemplo de traquitana, mas isso não é necessariamente verdadeiro, exceto pela posição absolutamente maluca, o carro não era ruim e muito menos mal feito e poderia dizer que tinha um desempenho muito melhor que a maioria das carreteras, a do Camilo incluída.
O Votanamis não era neófito e tinha acesso a peças e tecnologia da época. O que não tinha era acesso a um transaxle do tipo Hewland mais pesado como as DG 300 ou Maserati. Na falta de um transaxle Maserati resolveu a coisa de maneira mais simples. Encurtou o cardã que deveria ter uns 10 centímetros, apenas o suficiente para abrigar duas juntas universais permitido a oscilação do eixo traseiro, mas jamais saberemos se essa solução não iria forçar demais o cardã e as juntas causando quebras, o carro não andou nas Mil Milhas para a qual foi construído.
O carro tinha um motor Corvette acoplado a uma caixa normal, um cardã curto e um eixo rígido atrás. Não posso precisar de que marca, mas certamente tudo era GM e talvez o câmbio fosse de Jaguar 4 marchas, a famosa caixa Moss que embora fosse uma caixa temperamental era muito usada nas carreteras. Por mais que se encurtasse o cardã o conjunto ainda assim era muito comprido.
O problema é que por mais que se pusesse o motor ara trás ainda assim ficava faltando lugar para o piloto. A solução foi pendurar uma estrutura na frente do eixo dianteiro para o piloto.
O Bica não teve a idéia de colocar o piloto do lado do motor como alguns carros de Indianápolis ou mesmo os protótipos Tubarão feitos no sul pelos Andrade 40 anos depois, usando mais ou menos o mesmo conceito e colocando o piloto ao lado.
As fotos de construção do carro não mostram que a direção tinha dois tirantes até o painel, acho que foram colocados na pista. Os pneus utilizados na pista eram bem mais largos que os das fotos e certamente importados, os traseiros com certeza. Pode-se ver que a suspensão é moderna, mesmo a traseira e muito bem montada e projetada apesar do eixo rígido. Na frente, bandejas em triângulo com molas helicoidais e na traseira um eixo rígido, também usando molas helicoidais. Os freios eram a disco, com certeza na dianteira, não lembro da traseira, mas acredito que eram a disco também. Portanto, em termos de chassis e suspensão um carro muito mais avançado do que as carreteras e com um centro de gravidade muito mais baixo.
O carro na minha opinião fazia as curvas de alta de forma muito equilibrada, saia levemente de traseira nessas curvas sem oscilação alguma. Nas curvas de baixa iniciava saindo um pouco de frente, mas com a força do motor era colocado no lugar muito facilmente pelo piloto. Dava a impressão de ser muito fácil de dirigir, a menos a posição da direção que era igual à da Kombi.
Não sei se o piloto ficava aterrorizado dentro do carro, mas acredito que não porque andaram bem forte com o carro. Quem ficava aterrorizado era que via o carro correr. No final, acertadamente, proibiram o carro de correr as Mil Milhas e nunca mais se ouviu falar do Caçador de Estrelas, deve ter virado outras coisas como era comum na época. Uma pena, se tivesse sido mais desenvolvido com a colocação do piloto ao lado teria feito muita gente suar para enfrentá-lo.
Abs,
Roberto da Silva Zullino
O Caçador de Estrelas tem sido motivo de piada desde o seu nascimento como exemplo de traquitana, mas isso não é necessariamente verdadeiro, exceto pela posição absolutamente maluca, o carro não era ruim e muito menos mal feito e poderia dizer que tinha um desempenho muito melhor que a maioria das carreteras, a do Camilo incluída.
O Votanamis não era neófito e tinha acesso a peças e tecnologia da época. O que não tinha era acesso a um transaxle do tipo Hewland mais pesado como as DG 300 ou Maserati. Na falta de um transaxle Maserati resolveu a coisa de maneira mais simples. Encurtou o cardã que deveria ter uns 10 centímetros, apenas o suficiente para abrigar duas juntas universais permitido a oscilação do eixo traseiro, mas jamais saberemos se essa solução não iria forçar demais o cardã e as juntas causando quebras, o carro não andou nas Mil Milhas para a qual foi construído.
O carro tinha um motor Corvette acoplado a uma caixa normal, um cardã curto e um eixo rígido atrás. Não posso precisar de que marca, mas certamente tudo era GM e talvez o câmbio fosse de Jaguar 4 marchas, a famosa caixa Moss que embora fosse uma caixa temperamental era muito usada nas carreteras. Por mais que se encurtasse o cardã o conjunto ainda assim era muito comprido.
O problema é que por mais que se pusesse o motor ara trás ainda assim ficava faltando lugar para o piloto. A solução foi pendurar uma estrutura na frente do eixo dianteiro para o piloto.
O Bica não teve a idéia de colocar o piloto do lado do motor como alguns carros de Indianápolis ou mesmo os protótipos Tubarão feitos no sul pelos Andrade 40 anos depois, usando mais ou menos o mesmo conceito e colocando o piloto ao lado.
As fotos de construção do carro não mostram que a direção tinha dois tirantes até o painel, acho que foram colocados na pista. Os pneus utilizados na pista eram bem mais largos que os das fotos e certamente importados, os traseiros com certeza. Pode-se ver que a suspensão é moderna, mesmo a traseira e muito bem montada e projetada apesar do eixo rígido. Na frente, bandejas em triângulo com molas helicoidais e na traseira um eixo rígido, também usando molas helicoidais. Os freios eram a disco, com certeza na dianteira, não lembro da traseira, mas acredito que eram a disco também. Portanto, em termos de chassis e suspensão um carro muito mais avançado do que as carreteras e com um centro de gravidade muito mais baixo.
O carro na minha opinião fazia as curvas de alta de forma muito equilibrada, saia levemente de traseira nessas curvas sem oscilação alguma. Nas curvas de baixa iniciava saindo um pouco de frente, mas com a força do motor era colocado no lugar muito facilmente pelo piloto. Dava a impressão de ser muito fácil de dirigir, a menos a posição da direção que era igual à da Kombi.
Não sei se o piloto ficava aterrorizado dentro do carro, mas acredito que não porque andaram bem forte com o carro. Quem ficava aterrorizado era que via o carro correr. No final, acertadamente, proibiram o carro de correr as Mil Milhas e nunca mais se ouviu falar do Caçador de Estrelas, deve ter virado outras coisas como era comum na época. Uma pena, se tivesse sido mais desenvolvido com a colocação do piloto ao lado teria feito muita gente suar para enfrentá-lo.
Abs,
Roberto da Silva Zullino
Post de:20 de Abril de 2010
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Só quem já ouviu o ronco de um carro de corridas, já pilotou um, já correu, pode dizer desta paixão. Eu particularmente os conheci desde cedo, e toda vez que entrei numa oficina de preparação me senti em casa, o cheiro, o ar, peças, carros, pneus, câmbios, engrenagens, um carro de corridas no cavalete, a sensação é única. Pode ser um Formula, Prototipo ou Turismo, a hora em que vemos aquele carro no ar é o mesmo que estar nas nuvens. Acredito que a maioria dos pilotos se sente assim , é difícil encontrar um ex piloto que não sinta saudades da época em que corria, eu particularmente só conheci um. Agora que tenho reencontrado tantos amigos vejo neles sempre o mesmo pensamento . Conheço centenas de pilotos, que pilotaram de F.1 até D. 1, a grande maioria apaixonado pelo que faz, grandes pilotos, campeões, pilotos médios, e até alicataões, em todos a mesma paixão. Qual deles nunca olhou seu carro sendo feito e disse, "é campeão " ou " é o mais bonito da categoria ". Nestas fotos acima estamos vendo um sonho, Bica Votnamis idealizou no ano de 1967, um carro incrível, com motor central, Chevrolet Corvette, freios a disco etc. O único problema do carro foi a posição de pilotagem, à frente do eixo dianteiro, qualquer batida de frente e lá se ia o piloto. É claro que ele pensou nisto quando projetou o carro, mais ai entra a paixão, o sentimento de que nada pode acontecer com a gente, a vontade de andar na frente. Alguém de bom senso proibiu este carro de correr, mais que teria sido incrível vê-lo na pista isto seria. Antes que me esqueça Bica deu a este carro o sintomático nome de "Caçador de estrelas" .
Dedico esta postagem a centenas de Caçadores de Estrelas que conheço e em especial a alguns amigos , Duran , Ferraz , Amadeu , Pankowisk , Fabio Poppi , Fabio Levorin , Jr Lara, Edo , Luiz , Chico , Crispim , Teleco , Jacob , Ricardo e Mike. E a alguns outros que a esta altura caçam as estrelas bem de perto .
Dedico esta postagem a centenas de Caçadores de Estrelas que conheço e em especial a alguns amigos , Duran , Ferraz , Amadeu , Pankowisk , Fabio Poppi , Fabio Levorin , Jr Lara, Edo , Luiz , Chico , Crispim , Teleco , Jacob , Ricardo e Mike. E a alguns outros que a esta altura caçam as estrelas bem de perto .
PS: Post de 4 de Maio de 2009 e hoje dedico tambem a alguns outros Caçadores que conheci durante esse maravilhoso ano de encontros. Caranguejo, Fabiano e Luiz Guimarães, Fernando Fagundes, Joel, Francis, Ricardo Bifulco, Tito, Sanco, Luiz Salomão, Rafa, Cezar ...
E a voce meu filho, nunca deixe que pequenos transtornos apaguem seus e nosso sonhos, que um dia realizaremos.
E a voce meu filho, nunca deixe que pequenos transtornos apaguem seus e nosso sonhos, que um dia realizaremos.
Rui Amaral Jr
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NT: Hoje pela manhã, ao verificar as estatísticas do blog, notei mais de 10 visitas ao post do Zullino, e mais algumas ao meu, então resolvi mostrar novamente os dois.
Um forte abraço,
Rui
Postado por
Rui Amaral Lemos Junior
segunda-feira, 16 de julho de 2012
domingo, 15 de julho de 2012
A CORRIDA WASHINGTON LUIZ
Uma das grandes provas automobilísticas nacionais do século 20 se deu em 1949. Foi a corrida Washington Luiz, realizada em São Paulo, em dezembro daquele ano, ao longo de dois dias de muita chuva e muitos percalços. E um gaúcho terminou vencedor.
Largada simbólica da prova Washington Luiz, com bandeirada do então governador paulista Ademar de Barros. Fotos: arquivo pessoal
Promovida pelo Automóvel Clube do Brasil e patrocinada pelo governo paulista, a disputa apresentou problemas de organização. Várias das curvas do trajeto - que passou por municípios como São José do Rio Preto, Presidente Prudente e Sorocaba, além da própria São Paulo capital - não estavam sinalizadas. Alguns trechos da pista não tinham proteção - inclusive uma ponte, na qual o piloto gaúcho Aristides Bertuol acabou caindo. Outro competidor do Rio Grande do Sul, Argemiro Pretto, foi abalroado por um trem, em um trecho próximo à via férrea.
Largada oficial da corrida, no quilômetro 12 da Rodovia Anhanguera
Mas um representante gaúcho, Catarino Andreatta, saiu vitorioso da prova, com seu Ford V8 número 10. Além dos troféus, ele ficou com o título de Campeão Brasileiro de Estradas. Oscar Bay, Ernesto Ranzolin, Adalberto Moraes e Americo Cecconi também representaram o Sul na competição em São Paulo(colaboraram Graziela e Nelson M. Rocha)
Publicado no jornal ZERO HORA, coluna: ALMANAQUE GAÚCHO de Ricardo Chaves
Postado por Luís Bissigo, às 6:20
Categorias: automobilismo
09 de julho de 2012
http://wp.clicrbs.com.br/almanaquegaucho/2012/07/09/a-corrida-washington-luiz/?topo=13,1,1,,,13
às
19:26
Marcadores:
Adalberto Moraes,
Americo Cecconi,
Argemiro Pretto,
Aristides Bertuol,
Catharino Andreatta,
Ernesto Ranzolin,
Graziela M. da Rocha,
Nelson M. da Rocha,
Oscar Bay,
prova Washington Luiz
Postado por
Graziela Marques da Rocha
Stock-World Series...
Domingo com muitas corridas, mas o fato marcante é que a prova de Stock marca o fim de Jacarepaguá, nosso autódromo no Rio, a partir de hoje é só a lembrança da bela pista, que tantas alegrias nos trouxe.
No link o texto do Buriti no blog SOS Autódromo do Rio:
Nas arquibancadas, que logo serão derrubadas, o carioca vê a última corrida de Jacarepaguá!
Stock Car: Campos pontua pela sexta vez em seis provas
Em Jacarepaguá, piloto da Girho's salva dez pontos após largar do meio do pelotão e receber a bandeirada em 11° lugar
Em um campeonato onde a regularidade pesa bastante como em 2012, Julio Campos vem se mantendo 100% nos pontos. O piloto da Girho's pontuou novamente na etapa de Jacarepaguá da Copa Caixa Stock Car, ao receber a bandeirada na 11ª colocação, somando dez importantes tentos e mantendo-se firme na disputa pelo título.
Na prova que encerrou a primeira metade do campeonato deste ano, o representante da Girho's teve uma boa atuação, mas o fato de ter largado no meio do pelotão impediu um pouco sua evolução. Por considerar a pista carioca um cenário atípico, Campos crê em um melhor desempenho em Salvador, uma vez que a equipe Carlos Alves foi muito bem na última corrida urbana: nas ruas de Ribeirão Preto, Campos chegou em quarto, após perder o pódio nas voltas finais.
"Esse tipo de pista muito abrasiva, com um asfalto que ainda não tínhamos pego esse ano, realmente, eu não gosto de andar nesse tipo de pista. Essa pista não é asfalto é o resto do resto de Jacarepaguá, então é buscar o resultado na próxima. Nossa ideia era chegar entre os oito e ficar se mantendo no campeonato com uma boa classificação na tabela, nós queremos chegar entre os cinco, então é lutar corrida a corrida e ir buscando esse resultado", completa.
Na prova que encerrou a primeira metade do campeonato deste ano, o representante da Girho's teve uma boa atuação, mas o fato de ter largado no meio do pelotão impediu um pouco sua evolução. Por considerar a pista carioca um cenário atípico, Campos crê em um melhor desempenho em Salvador, uma vez que a equipe Carlos Alves foi muito bem na última corrida urbana: nas ruas de Ribeirão Preto, Campos chegou em quarto, após perder o pódio nas voltas finais.
"Esse tipo de pista muito abrasiva, com um asfalto que ainda não tínhamos pego esse ano, realmente, eu não gosto de andar nesse tipo de pista. Essa pista não é asfalto é o resto do resto de Jacarepaguá, então é buscar o resultado na próxima. Nossa ideia era chegar entre os oito e ficar se mantendo no campeonato com uma boa classificação na tabela, nós queremos chegar entre os cinco, então é lutar corrida a corrida e ir buscando esse resultado", completa.
LINK
World Series: prova de aprendizado para Yann na Rússia
Em Moscou, brasiliense vai do céu ao inferno em 14 voltas, após ótimo início e sequência de problemas que resultaram em seu abandono
Para um piloto estreante em uma categoria de acesso à Fórmula 1, cada corrida é um novo aprendizado. E a prova complementar da World Series no novíssimo circuito de Moscou não foi diferente para Yann Cunha, que faz seu primeiro ano na categoria pela equipe Pons.
Partindo da 25ª colocação, o piloto de Brasília fez uma largada meteórica, ganhando nada menos que 12 posições e subindo para 13°, onde permaneceu pelas primeiras seis voltas, evoluíndo mais duas colocações nas duas voltas seguintes, quando um acidente provocou a entrada do safety car.
Na relargada, contudo, um toque jogou Yann para trás novamente e, a partir de então, a corrida se transformou em pesadelo ao brasileiro: no momento do pit stop obrigatório, seu carro apagou e, em seguida, um erro provocou seu abandono após 14 das 27 voltas de prova.
"Larguei bem na primeira volta, cheguei a andar em 11º até o safety car, só que, na relargada, um outro piloto tocou em mim e me jogou para fora. Depois, no pit stop, deixei o carror morrer e, na sequência, errei em uma curva e fiquei fora. Resumindo: não foi um bom dia, mas serve de lição", relata Yann.
Agora, a World Series tira um intervalo de pouco mais de um mês até a próxima rodada dupla, marcada para os dias 25 e 26 de agosto, no tradicional circuito inglês de Silverstone.
Partindo da 25ª colocação, o piloto de Brasília fez uma largada meteórica, ganhando nada menos que 12 posições e subindo para 13°, onde permaneceu pelas primeiras seis voltas, evoluíndo mais duas colocações nas duas voltas seguintes, quando um acidente provocou a entrada do safety car.
Na relargada, contudo, um toque jogou Yann para trás novamente e, a partir de então, a corrida se transformou em pesadelo ao brasileiro: no momento do pit stop obrigatório, seu carro apagou e, em seguida, um erro provocou seu abandono após 14 das 27 voltas de prova.
"Larguei bem na primeira volta, cheguei a andar em 11º até o safety car, só que, na relargada, um outro piloto tocou em mim e me jogou para fora. Depois, no pit stop, deixei o carror morrer e, na sequência, errei em uma curva e fiquei fora. Resumindo: não foi um bom dia, mas serve de lição", relata Yann.
Agora, a World Series tira um intervalo de pouco mais de um mês até a próxima rodada dupla, marcada para os dias 25 e 26 de agosto, no tradicional circuito inglês de Silverstone.
Postado por
Rui Amaral Lemos Junior
sexta-feira, 13 de julho de 2012
CARRERA BOLIVARIANA
Moss(#8) e Fangio(#2); Schell está tentando passar entre os dois com sua Ferrari 3.5, #6 e do outro lado está o Behra, #10. De Portago está fora do enquadramento.
É isso aí. A pilotada da foto do desafio, (da esquerda para direita) Juan Manuel Fangio, Alfonso de Portago, Harry Schel, Nano da Silva Ramos, Porfirio Rubirosa, Jo Bonnier e Stilirg Moss, estão batendo um papo antes do II GP da Venezuela, no ano da graça de 1956. Com o esporte motor se desenvolvendo no mercado emergente da América do Sul, não era incomum que os fabricantes, mesmo os mais tradicionais como Ferrari ou Maserati, investissem em uma prova extra-campeonato em um país distante.
Pensamento semelhante tinham os pilotos. Longe dos contratos milionários dos dias atuais e da exclusividade de uma só categoria, quanto mais competiam, mais ganhavam. Não era portanto tão surpreendente que a prova de Caracas contasse com Fangio, já tetra campeão da ou mesmo Moss, duas vezes laureado com o vice-campeonato; os norte-americanos Masten Gregori e Harry Schell; o sueco Jo Bonnier e o espanhol Alfonso De Portago, nomes tradicionais do automobilismo mundial e mesmo exóticos como o dominicano Porfirio Rubirosa. O circuito urbano de Los Próceres ficava em uma praça de desfiles militares, na verdade, duas retas paralelas, um traçado difícil que exigia muito dos poucos eficientes freios da época e das caixas de cambio. A prova marcaria a derradeira apresentação de Fangio com uma Ferrari, pois o Chueco estava de partida (ou retorno) à Maserati, embora muitos o criticassem achando que para um quinto titulo mundial, deveria continuar em Maranello...Nos treinos, muita disputa entre os rivais Fangio e Moss, com vantagem para Stirling na Maserati 300S. Boa participação de Nano da Silva Ramos e seu Gordini T153S 3.0. Único representante brazuca na competição, alcançou o 9º tempo. No dia da prova, sem os discursos bolivarianos de Hugo Chaves (o futuro tenente-coronel estava com dois anos e três meses e era um garoto pobre de Sabaneta), Fangio larga bem mas na segunda volta é alcançado por Moss e De Portago. A disputa entre os três só dura até a décima volta, quando mais uma vez torna-se uma entre Chueco e o inglês Calvo. A Ferrari 860 Monza de Fangio rende bem, todavia, aos poucos Moss vai conseguindo desgarrar na ponta.
Faltando vinte voltas para o final, começa a chover e Fangio abranda seu ritmo devido a instabilidade da 860 Monza e só volta a andar forte faltando cinco voltas para a bandeirada. Marca a volta mais rápida da prova (1.43.2), contudo insuficientes para alcançar Moss. O esquentado Jean Behra termina em terceiro, com outra Maserati, uma 200S e Jo Bonnier, com a única Alfa-Romeo 6C 3000 termina na quinta posição, atrás da Ferrari Mondial de Gregory. Silva Ramos abandonou, assim como o casal Isabelle Haskell e Alejandro De Tomaso e o velocista Fon De Portago, quando faltavam seis voltas e ele era o terceiro colocado.
No ano seguinte, o Chueco partiria firme para a conquista de sua quinta estrela, relegando Stirling Moss a ser seu eterno vice. O Careca só teria uma chance real, sem o Quíntuple por perto de 1958. Mas isso é conversa para outra ocasião.
Caranguejo
Moss se prepara para largada
A maravilhosa Ferrari 860S Monza de Fangio
GORDINIS AMESTRADOS- REZENDE DOS SANTOS, NANO E FABRIZIO SERENA.
RESULTADO
Existem alguma dúvidas; por exemplo aqui a melhor volta é creditada à Moss, em outra literatura à Fangio.
às
21:45
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Rui Amaral Lemos Junior
World Series faz história nesta sexta em Moscou
Yan Cunha
Capital russa recebe pela primeira vez um evento internacional em seu novo circuito; "Pista é bastante complicada", analisa o brasileiro Yann Cunha
O primeiro (e histórico) dia de atividades da World Series no novíssimo circuito de Moscou, que receberá sua primeira corrida internacional neste final de semana, foi considerado positivo para o piloto brasileiro Yann Cunha. Os dois treinos coletivos realizados nesta sexta-feira serviram como adaptação à pista para todos os pilotos do grid.
Mesmo com o asfalto úmido, Yann, que faz sua estreia na categoria com o carro da equipe Pons, conseguiu aproveitar bastante o tempo de pista que teve (e foi encurtado por conta de problemas mecânicos que forçou o time espanhol a um trabalho extra no equipamento) e registrou a 17ª passagem, ficando entre outros dois brasileiros, Lucas Foresti e André Negrão; Cesar Ramos foi o nono.
"O primeiro treino serviu para a gente aprender a pista. Foi bom e vimos na prática que é pista bastante complicada. Tive que trocar o alternador e, na segunda sessão, perdi muito tempo por conta de um compressor que tivemos de trocar", relata Yann, que registrou seu melhor tempo em 1min25s880. O mais veloz foi Sam Bird, piloto de testes da Mercedes na Fórmula 1.
"Quando pude entrar na pista, dei quatro voltas e logo a sessão foi interrompida com bandeira vermelha. Na hora de voltar à pista, nos minutos finais, havia muita fila para sair dos boxes e checar os pneus, por conta disso, meu motor ferveu e tive de recolher de volta para a garagem. Mas acho que foi um dia bom, o carro estava ótimo", completa.
O sábado em Moscou terá a primeira classificação, às 2h30, e a prova de abertura da rodada dupla, às 6h30 (horários de Brasília). O domingo abre com a segunda tomada de tempos, às 2h15, e a corrida final, também às 6h30. O canal por assinatura Bandsports exibirá as duas provas.
Mesmo com o asfalto úmido, Yann, que faz sua estreia na categoria com o carro da equipe Pons, conseguiu aproveitar bastante o tempo de pista que teve (e foi encurtado por conta de problemas mecânicos que forçou o time espanhol a um trabalho extra no equipamento) e registrou a 17ª passagem, ficando entre outros dois brasileiros, Lucas Foresti e André Negrão; Cesar Ramos foi o nono.
"O primeiro treino serviu para a gente aprender a pista. Foi bom e vimos na prática que é pista bastante complicada. Tive que trocar o alternador e, na segunda sessão, perdi muito tempo por conta de um compressor que tivemos de trocar", relata Yann, que registrou seu melhor tempo em 1min25s880. O mais veloz foi Sam Bird, piloto de testes da Mercedes na Fórmula 1.
"Quando pude entrar na pista, dei quatro voltas e logo a sessão foi interrompida com bandeira vermelha. Na hora de voltar à pista, nos minutos finais, havia muita fila para sair dos boxes e checar os pneus, por conta disso, meu motor ferveu e tive de recolher de volta para a garagem. Mas acho que foi um dia bom, o carro estava ótimo", completa.
O sábado em Moscou terá a primeira classificação, às 2h30, e a prova de abertura da rodada dupla, às 6h30 (horários de Brasília). O domingo abre com a segunda tomada de tempos, às 2h15, e a corrida final, também às 6h30. O canal por assinatura Bandsports exibirá as duas provas.
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Rui Amaral Lemos Junior
quinta-feira, 12 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
NOSSO POBRE AUTOMOBILISMO...
Quando nossos dirigentes vão encarar o automobilismo como coisa seria?
Rui Amaral Jr
TREINOS EM INTERLAGOS...PIADA.
José Ferraz
http://joseferrazcompeticoes.blogspot.com.br/2012/07/treinos-em-interlagospiada.html
SOS Autódromo do Rio
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Rui Amaral Lemos Junior
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