A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Marcas no Velopark

Thiago, abusado esse menino, vai lá buscar o resultado!



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Galid Osman 3º tempo no seco

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Carlão Alves e Thiago Camilo 

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O tempo "fechou" no Velopark

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Camilo debaixo de chuva

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Marcas: Equipe de Carlão Alves começa bem no Velopark - Camilo ficou em primeiro e Galid em terceiro
o primeiro treino aconteceu com pista seca e o segundo com chuva intensa
NOVA SANTA RITA - 19/08/2011 - A equipe Carlos Alves Competition Team, time oficial Chevrolet dos pilotos paulistanos Galid Osman e Thiago Camilo, que disputa o Campeonato Brasileiro de Marcas, começou muito bem na sessão de treinos extras que foram realizados na parte desta tarde, no Autódromo Internacional do Velopark, localizado em Nova Santa Rita, região metropolitana de Porto Alegre.

O regulamento do Brasileiro de Marcas especificamente para os treinos extras desta sexta feira, permite que os oito primeiros colocados no campeonato dêem apenas oito voltas, do sexto ao décimo colocado dezenove voltas, e, do décimo primeiro ao vigésimo e também os estreantes, dêem trinta e uma voltas.

Galid Osman piloto do Chevrolet Astra 28, que ocupa a sétima posição do campeonato poderia dar dezenove voltas, que foram distribuídas nos dois treinos, sendo que o primeiro foi realizado com pista seca e o segundo com pista totalmente molhada. No primeiro treino, Galid virou1min02s079, que lhe garantiu a terceira colocação e no segundo treino sob chuva intensa, conseguiu virar 1min15s995, ficando com a quinta posição.

Thiago Camilo piloto do Chevrolet Astra 21 da Carlos Alves Competition Team, por ocupar a vice-liderança do torneio só poderia dar oito voltas então deixou para usá-las no segundo treino da tarde. Com a pista muito molhada e com a chuva bastante forte, Camilo deu quatro voltas "assentando" as pastilhas de freio e partiu para quatro voltas rápidas marcando o tempo de 1min14s756 nos últimos minutos da sessão, carregando ainda quarenta quilos de lastro de sucesso (peso adicional que os cinco primeiros do campeonato são obrigados a levar).

Camilo ficou com o primeiro tempo dos carros que saíram na segunda sessão de treinos e mostrou que todos os problemas elétricos/eletrônicos que vinham atrapalhando a performance da equipe, foram resolvidos. O titular da equipe, Carlão Alves, conta como foram os treinos de hoje:

"Esse treinos adicionais foram muito importantes para nós, porque tivemos duas oportunidades de procurar o melhor acerto para os dois carros. No primeiro treino com a pista absolutamente seca, onde apenas o Galid andou, pude fazer algumas experiências com esse tipo de piso. No segundo treino, com chuva intensa, mudei alguns itens nos carros e o Camilo conseguiu o melhor tempo", contou Carlão.

"Começamos muito bem e como a previsão é de chuva para todo o fim de semana, tenho certeza que estamos com o carro bom para esse tipo de piso e que vamos brigar pela ponta na classificação de amanhã", concluiu Carlão Alves.

No sábado 20/08, a partir das 9,15 os carros do Campeonato Brasileiro de Marcas, voltam à pista para os treinos oficiais e para a classificação que irá definir o grid de largada.

Resultado do primeiro treino com pista seca:
1) Allam Khodair, Auto Racing (Honda Civic) - 1min01s639
2) Raphael Abbate, Bassani Marcas (Corolla) - 1min01s831
3) Galid Osman, Carlos Alves Competition Team (Chevrolet Astra) - 1min02s079
4) William Freire, Bassani Marcas (Corolla) - 1min02s184
5) Daniel Serra, Serra Motorsport (Honda Civic) - 1min02s225
6) Fabio Carbone, FullTime Sports (Honda Civic) - 1min02s334
7) Átila Abreu, AMG Motorsport (Chevrolet Astra) - 1min02s337
8) Felipe Maluhy, Officer ProGP (Ford Focus) - 1min02s732
9) Denis Navarro, Bassani Racing (Corolla) - 1min02s746
10) Gustavo Martins, Amir Nasr (Ford Focus) - 1min02s818
11) Valdeno Brito, Micos Racing (Chevrolet Astra) - 1min02s820
12) Thiago Marques, AMG Motorsport (Chevrolet Astra) - 1min03s125
13) Aluizio Coelho, Micos Racing (Chevrolet Astra) - 1min03s245
14) Rodrigo Miguel, Bassani Racing (Corolla) - 1min03s527
15) Alceu Feldmann, FullTime Sports (Honda Civic) - 1min03s752
16) Wilson Pinheiro, Auto Racing (Honda Civic) - 1min04s523
17) Ulisses Silva, Amir Nasr (Ford Focus) - 1min10s922
18) Carlos Eduardo Padovan, Serra Motorsport (Honda Civic) - 1min15s821
19) Thiago Camilo, Carlos Alves Competition Team (Chevrolet Astra) - sem tempo - não participou
20) Fabio Fogaça, Officer ProGP (Ford Focus) - sem tempo

Resultado do segundo treino debaixo de chuva:
1) Thiago Camilo, Carlos Alves Competition (Chevrolet Astra) - 1min14s756
2) Átila Abreu, AMG Motorsport (Chevrolet Astra) - 1min14s838
3) Allam Khodair, Auto Racing (Honda Civic) - 1min15s017
4) Wilson Pinheiro, Auto Racing (Honda Civic) - 1min15s217
5) Galid Osman, Carlos Alves Competition (Chevrolet Astra) - 1min15s995
6) Denis Navarro, Bassani Racing (Corolla) - 1min16s779
7) Felipe Maluhy, Officer ProGP (Ford Focus) - 1min16s967
8) Alceu Feldmann, FullTime Sports (Honda Civic) - 1min17s520
9) Carlos Eduardo Padovan, Serra Motorsport (Honda Civic) - 1min17s820
10) Rodrigo Miguel, Bassani Racing (Corolla) - 1min17s982
11) Fabio Fogaça, Officer ProGP (Ford Focus) - 1min46s125

Horários das práticas do sábado e do domingo
Sábado - 20 de agosto
09h15 - 10h00 - 1º Treino - Grupo "A" (Máximo de 31 voltas)
10h10 - 10h55 - 1º Treino - Grupo "B" (Máximo de 31 voltas)
13h20 - 14h05 - 2º Treino - Grupo "A" (Máximo de 31 voltas)
14h15 - 15h00 - 2º Treino - Grupo "B" (Máximo de 31 voltas)
16h30 - 16h40 - classificação

Domingo - 21 de agosto
1ª CORRIDA
09h49 - Abertura de Box
09h59 - Fechamento de Box
10h04 - Hino Nacional
10h07 - Placa de 5 minutos
10h12 - Volta de Apresentação
10h15 - Largada (30 minutos de prova)
10h40 - Chegada
10h43 - Pódio
10h50 - 11h50 Show de motos, desfile de carros e visitação
2ª CORRIDA
13h02 - Abertura de Box
13h12 - Fechamento de Box
13h17 - Placa de 5 minutos
13h22 - Volta de Apresentação
13h25 - Largada (30 minutos de prova)
13h55 - Chegada
14h00 - Pódio
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Tito Tilp

Ontem foi um dia de algumas emoções, não sei por qual motivo, era algo que sempre carrego dentro de mim  e ontem estava mais presente que nunca.
A noite quando venho desligar essa máquina chega um e-mail de meu amigo Tito mostrando essa belezura que ele fez para o Rfactor mostrando o Perigo Vermelho na versão Fiat 147 Divisão 3.
Aí o dia ficou completo os giros subiram lá no alto e acredito que o motor deu até uma flutuada!

Na porta do #8 uma homenagem do Tito a algo que ele sabe que prezo muito, a figura de meu pai mostrada no emblema das Cestas de Natal Amaral, no capô o Chapa amigo querido de tantas batalhas e no parabrisas a Salecar de meus amigos Levorin. 


O #14 na versão Tito, apesar de ter apenas uma foto ele fez uma bela reprodução deste carro que para mim foi emblemático, eu o comprei do Luiz Pereira Bueno com a ajuda do Chico Lameirão, depois foi pintado pelo João Lindau, nele usei o primeiro motor do Chapa. Essa decoração foi feita pelo Ricardo Bock e o patrocínio na porta é do Adolfo Cilento e por fim quem me ajudava na pista era o Caveira.

Outra vez, obrigado Tito.     

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

ALGUMAS LEMBRANÇAS



Se tanto eu tinha uns 10 anos e foi a primeira vez que vi o Camilo, já era louco por corridas e automobilismo e naquele dia fui à sua oficina com o namorado de minha irmã Cida. Filho temporão por nossa casa circulavam alguns amigos de meus irmãos que eram pilotos, uns diletantes e outros grandes pilotos e campeões. O namorado de minha irmã que falo já a namorava desde que eu era muito novo e apesar de não correr tinha uns belos carros e naquele dia fomos à oficina do Camilo ver sua Mercedes Benz 300 SL . Do carro lembro bem pois sempre andava nele, e daquele dia o que me lembro é do Camilo querendo colocar na 300 SL um motor de Corvette o que acabou não acontecendo. Coisas do Camilo!
Comecei a conhecer o automobilismo cada vez mais de perto e já contei aqui da odisséia que foi assistir as Mil Milhas Brasileiras de 1966 vencidas pelo Camilo e Eduardo Celidonio.     
Cinco anos depois dessas Mil Milhas lá estava eu naquela mesma pista em que meus ídolos corriam e que tinha já visto muita coisa, com capacete e macacão me preparando para minha primeira largada. Esse dia era apenas dos Estreantes e Novatos   mas em Interlagos estavam presentes alguns grandes pilotos para ver nossas corridas. Nesta época conheci e me tornei amigo de um grande cara, o Expedito Marazzi.
Em minha segunda corrida o Torneio União e Disciplina acho que um mês depois foi bem diferente, corri como Novato e aluguei um VW Divisão 3 da equipe do Pedro Victor DeLamare e na categoria principal e na Divisão 3 correram as nossas feras. Derrepente estava no Box ao lado deles, nunca esqueço quando o Luiz -Pereira Bueno- veio me cumprimentar, já o conhecia acho que de casa e ao lado de Jimmy Clark era meu grande ídolo, fora ele tantos outros, Camilo, Carlinhos Aguiar, Tite, Celidonio, seu Chico... Neste exato momento nem consigo lembrar.
Treinávamos cada um na sua hora, mas estava na  mesma pista, no mesmo dia e no mesmo Torneio que eles. 
O interessante é que comecei a escrever depois de um comentário do Danilo e uma troca de correspondência com o Mauricio no post anterior. 
Agora meus pensamentos embaralham a memória falha e a emoção vem à flor da pele, tantas são as lembranças.
Gostaria de escrever mais e fica para outra hora.
A alguns dos amigos que apesar da amizade continuei sendo fã: Luiz Pereira Bueno nosso eterno Campeão, Expedito Marazzi e Antonio Carlos Avallone.

Abraços a todos.

Amigos e ídolos

Depois de três dias longe de tudo que diz respeito à internet volto a postar e mostro a foto de um amigo e em duas fotos que foram enviadas por ele de um ídolo e deixo uma pergunta; onde anda você Mike?  Sentimos falta de seus comentários contundentes e de seu conhecimento sobre tudo que diz respeito a nosso automobilismo. Um abração meu amigo.    



Quem, quando????

Felizes somos nós todos que temos amigos que são ídolos e ídolos que são amigos! Um abraço a todos.

"A verdade não seria bastante plausível se fosse ficção"

domingo, 14 de agosto de 2011

FELIZ DIAS DOS PAIS

Domingo uma hora cheguei em casa liguei  o computador e comecei a ver algumas fotos de meus arquivos e achei no de meu amigo Paulo Sallorenzo essas maravilhas que ele me enviou algum tempo atrás. Então lembrei já é nosso dia e com elas então resolvi homenagear todos os pais que por aqui passam todos os dias. Alguns amigos que comigo convivem e não vou cita-los um a um pois ele bem sabem de minha amizade e carinho, outros que não conheço pessoalmente mas sei que nos acompanham.  Então com as fotos do Paulo que é pai e avô coruja, parabéns a todos nós.

As fotos são da F I no Rio, mas quando, quem?




   



NT: As fotos do Paulo creio que inéditas, caso alguém queira usa-las eu envio sem as marcas, apenas peço os créditos a ele.   

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Long Beach 1980 um Candango na ponta!

#5 Nelson, #16 Rená Arnoux, a Alfa de Depailler ... na última fila o Rato parte para seu derradeiro podiun na Formula Um.

1980 tudo meio confuso para nós brasileiros na Formula Um, depois de estrear na categoria em 1978 pilotando um Ensign N177 e fazer sua segunda corrida com um MacLaren M23 por uma equipe particular a BS, Nelson Piquet é contratado pela Brabham já para última corrida do campeonato no Canadá para pilotar a problemática BT46 com motor Alfa Romeo 12 Flat. 1979 foi um ano difícil também já que na primeira corrida da temporada na Argentina usou o mesmo carro e na seguinte no Brasil estreou a Brabham BT48 com motor Alfa Romeo de 12 cilindros em V e com ele correu doze corridas da temporada sendo o melhor resultado um 4º lugar no GP da Holanda. Para a décima terceira e quarta corridas do campeonato a Brabham estréia o seu BT49 com o super confiável motor Cosworth DFV V8 e Nelson quebra tanto no Canadá quanto nos EUA.

Alan Jones, Willians FW07B. 
Gilles sempre espetacular.

Chega 1980 e muitos testes foram feitos e lá vai o Cadango para sua segunda temporada completa e com toda bagagem que os testes lhe deram. Nas três primeiras corridas do ano chega em segundo em Buenos Aires  atrás da Willians FW07 de Alan Jones, quebra em São Paulo e chega em 4º em Kyalami sendo que em ambas a vitória foi de René Arnoux com  o Renault RE21.
Chega Long Beach e Piquet crava a pole quase um segundo mais rápido que o segundo tempo que é de Arnoux e Patrik Depailler que com a Alfa Romeo 179 larga em terceiro.

Patrese em Interlagos a frente de uma MacLaren.

Na largada um tanto forçada pelas Alfas de Depailler e Bruno Giacomelli, Nelson fica em terceiro para logo passar Giacomelli e na segunda volta Depailler e seguir andando forte rumo à vitória. Ainda na primeira volta Ricardo Zunino , Mario Andretti, Jochen Mass e Jean-Pierre Jarier  batem ficando Andretti e Zunino fora da corrida.
 Na volta 4, Giacomelli perdeu o controle de seu Alfa Romeo na freada para o Hairpin , e leva junto Reutemann, Jody Scheckter , Elio de Angelis , Cheever e Jarier, desses pilotos apenas Giacomelli e Cheever conseguem volta à corrida tendo Emerson Fittipaldi que largara em 24º lugar conseguido passar pelo local sem ser atingido. 

Mario Andretti.

Volta 51, a batalha entre Regazzoni, Fittipaldi e Watson, que começou nas três últimas  posições no grid, e estavam agora lutando pelo 4 º lugar. Emerson Fittipaldi com o Fittipaldi F7 vinha a menos de um segundo atrás de Regazzoni no Ensign N180 e o freio do carro do Suíço bloqueia no final da reta e segue em frente no Hairpin e Regazzoni bate no carro de Zunino parado no local depois na proteção de pneus e por último na barreira de concreto.

Clay. 

Seria o ultimo dos 132 GPs de Rega, ele sobreviveu à pancada mas ficou tetraplégico. Parece que a pedaleira do Ensign era feita de liga leve e o pedal do freio se quebrou na forte freada.
E Nelson vence seu primeiro GP tendo colocado 1 minuto e meio de vantagem sobre o segundo Riccardo Patrese na Arrows A3 que chegava a 200 centésimos à frete do bicampeão Emerson Fittipaldi, neste que foi seu ultimo podiun na Formula Um. Nós tínhamos um novo futuro campeão, mas não seria naquele ano pois a vitória coube a Alan Jones na Willian FW07, mas 81...



A todos meus amigos que comentaram no post da foto e em especial ao Luiz Guimarães o Guima e  Ararê Novaes que com sua arte maravilhosa está retratando todos os carros do Piquet.


QUEM, COMO, ONDE?


Ia escrever sobre essa corrida, emblemática para nós brasileiros, mais tarde e se o Caranguejo me ajudar e não for viajar faço o post. Por enquanto pergunto aos senhores que sabem tanto ou mais do que eu, quem, como e onde? 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Evento do MP Lafer Auto Clube em Antonina foi um sucesso

O MP Lafer Auto Clube do Paraná acaba de contabilizar em seus registros mais uma grande conquista, ou seja, a realização por dez anos consecutivos, em parceria com a Prefeitura Municipal local, do Encontro de Veículos Antigos e Especiais de Antonina/PR, cuja décima edição aconteceu de 29 a 31 de julho, reunindo centenas de antigomobilistas e veículos oriundos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Homenagens, concursos, premios, espetáculos artísticos, confraternização e muito turismo movimentaram a antiga e litorânea cidade, tendo como palco, entre outras atrações, o velho Teatro Municipal.

Desta vez os organizadores tiveram a honra de recepcionar uma das figuras ilustres e de grande importância na história da indústria automobilística nacional, na pessoa do Administrador de Empresas e professor de Desenho Industrial Antonio Adolfo De Mitry, responsável, entre outros, pelo projeto e desenvolvimento de dezenas de ítens que incorporam veículos das marcas Lafer, Puma e Willys, além de carroçarias de ônibus da Companhia Americana.

Foi resgatada a história e prestada homenagem aos pilotos e preparadores de carreteiras da década de 1950, no Paraná, José Luiz Barbosa e João Augusto Buso.

Um automóvel Rolls Royce 1972 modelo Corniche, conversível, deu ao seu proprietário - Rafael Castilho - de Curitiba, o prêmio "The Best", o melhor de todos.

Foram premiados ainda os antigomobilistas Clotário Portugal - Pontiac Silver Strak 1949; Alcione Polycarpo - Tryumph May Flower 1951; Luiz Fernando Bettega - Chevrolet Impala 1961; Mauro Mello - Dodge Challenger 1970; Sergio Viana Gurski - DKW Vemag Pracinha 1965; Ivacir Soares - Chevette 1979; Cristiano Ribas - Dodge Dart 1977; Roberto Zagonel - Puma GTS 1980; Álvaro Franco - Ford Maverick 1976; Altair Brock - Jeep Willys 1960; e ainda os caminhões Diamond T 1952 (Reinaldo) e GMC 1946 (Herbert), ambos de Curitiba e ainda Passat 1987 (Luis), Volkswagen 1972 (Murilo Abagge) e o Hot Rod Ford 1934 (Vladimir, de Curitiba).

Um dos antigomobilistas que vieram de mais longe, Zacarias Balbi, de Porto Alegre/RS, foi premiado com seu Miura Sport 1979 também. O troféu "Motor Beleza" (veículo com motor mais bonito) coube a: primeiro - João Prendim - Austin Pick Up - 1950; segundo - Fabrício Cordeiro - Fiat 147 - 1979; e terceiro lugar - Luiz Carlos Hobold - Ford Maverick Super Luxo - 1976. Nas fotos, carreteira Ford 1946 e Rolls Royce Corniche; e, Austin Pick Up (centro). Até 2012!

Por Ari Moro



Publicado primeiramente no jornal Paraná On line
http://www.parana-online.com.br/canal/automoveis/news/550453/?noticia=EVENTO+DO+MP+LAFER+AUTO+CLUBE+EM+ANTONINA+FOI+UM+SUCESSO

11/08/2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A primeira vitória de Fangio na Formula Um


GP de Mônaco - Monte Carlo 1950 

Curva da Tabacaria na primeira volta, uma onda invadiu a pista e sua consequenci foi o abandono de nove carros.

Já contei aqui sobre a primeira corrida da nova categoria, a Formula Um, vencida por Nino Farina em Silverstone, escrevi também sobre a Alfa Romeo 150/50 usado nos dois primeiros anos da categoria e finalmente o Caranguejo e eu já escrevemos inúmeros posts sobre essa época e seus grandes campeões.
Hoje mostro a vocês a primeira vitória de Juan Manuel Fangio el Chueco na Formula Um no segundo GP da temporada em Mônaco.
A equipe Alfa Romeo em 1950 era poderosa nela corriam grandes campeões de antes da guerra e grandes promessas do automobilismo. Nela corriam Nino Farina, Luigi Fagioli e a grande promessa do futuro El Chueco ou Juan Manuel Fangio  apesar de já ser quarentão.

Fangio a caminho de sua primeira vitória passa pelos carros que ficaram na Tabacaria o #32 de Nino Farina. 

Em Mônaco após largar em terceiro em Silverstone el Chueco fez a pole seguido por seu companheiro Nino Farina em terceiro e entre eles a Ferrari 125 de Luigi “Gigi”Villoresi. 
Fangio com a propriedade que lhe era peculiar largou na ponta e foi seguido por Nino e Giggi e logo quando chegam à curva da Tabacaria uma onda vinda do porto invadiu a pista e Nino no segundo lugar roda e provoca o caos tendo oito carros ficado de fora da corrida logo de cara. Vejamos  #32 Nino Farina, #36 Luigi Fagioli, #16 Louis Rosier, #52 Toulo de Graffenried, #24 Cuth Harrison, #10 Robert Manzon, #44 Franco Rol, #12 Maurice Trintignant, #8 Harry Schell. 
A corrida continuou com Fangio na ponta e mesmo após a primeira volta a pista molhada na Tabacaria fez novas vitimas.
Após 3h13m18s e 70/100 Fangio cruza a linha de chegada em primeiro, fazendo ainda a melhor volta da corrida com 1m51s e chegando quase um minuto à frente do segundo colocado Alberto “Ciccio” Ascari com a Ferrari 125 #40, Louis Chiron, Raymond Sommer, Príncipe Bira Bhandubandh, Bob Gerard e Johnny Claes sendo esses os únicos carros a terminarem após vinte e um haverem largado.
Naquele ano Nino Farina foi o campeão, mas essa foi a primeira vitória do Grande Chueco que ao final de 1957 o levaria ao quinto titulo mundial. 


Rui Amaral Jr


Há sobre essa corrida, além do fato de ser a primeira da série de 24 triunfos do Chueco na F1, alguns fatos bem interessantes. Marcou a estréia da Ferrari na categoria; Stirling Moss venceu a prova preliminar de F3 e o "Quíntuple" deu uma demonstração de que não só era só o melhor piloto daquela geração e tinha "faro" para escolher seus carros: após a largada, o pelotão principal foi colhido por uma onda (!!) na Curva da Tabacaria. Como era o líder, Fangio foi o único que escapou ileso. Na segunda volta, mesmo sem ser alertado pelos fiscais de pista, o Chueco intuiu que havia perigo adiante, pois notou que nas arquibancadas, os torcedores não olhavam para ele e sim para a frente. Diminuindo a velocidade, conseguiu passar pelos destroços e venceu com larga margem sobre Alberto Ascari (uma volta). Ganhou, mas não compareceu à cerimônia de premiação. Motivo, foi ao hospital ver como estavam os compatriotas Froilan Gonzalez e Alfredo Pian. Pepe Gonzalez havia enfrentado um incêndio em seu carro e Pian fraturou a perna numa batida no treino de sábado. Campeão dentro e fora da pista também.
Caranguejo 








terça-feira, 9 de agosto de 2011

THIAGO



Ontem recebi do Paulinho Valiengo o texto em que ele nos conta o que foi a Corrida do Milhão na Stock Car, ele conhece muito de automobilismo pois foi piloto e dos bons, ajudou a fundar a antiga Stock e nela correu.
Alguns aspectos da Stock não me agradam tanto e agora não é hora de discordar e escrevo simplesmente para mostrar o que senti vendo a super corrida que vi.
O espetáculo dentro da pista foi de primeiríssima, após a entrada do Safety Car, o que se viu foi um corridaço com vários pilotos disputando a ponta, a certa altura na freada do S lembro de uma bela briga entre uns doze carros.
Ainda ontem conversando com o Jr. -Lara Campos- comentamos aquela maravilha que nos encheu os olhos e sobretudo da grande tocada do Thiago.   
Sou fã incondicional de sua forma de pilotar e sua postura durante a corrida, domingo após tomar a ponta numa manobra belíssima sentou a bota e abriu uma grande vantagem sobre o segundo colocado, impedindo assim qualquer reação.
Ele possui sem duvida alguma aquele talento natural que tanta falta faz a muitos hoje em dia, e sem medo de errar posso dizer que sua tocada me levou a compará-lo com grandes pilotos que conheci.
Parabéns Thiago à sua equipe e a sua família.      
Rui Amaral Jr


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Justa comemoração

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Camilo "na luta"

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O merecido milionário no pódio

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Camilo, Serra (esq) em 2º e Max Wilson em 3º

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(reenvio) Thiago Camilo: O merecido milionário da Stock Car!
Camilo é "prata da casa"
São Paulo - 08/07/2011 - Embora no automobilismo existam críticos que só falam do passado, até os mais céticos são praticamente obrigados a reconhecer, o excepcional patamar que a Stock Car brasileira se encontra no momento atual.

Na última etapa realizada nesse domingo (07/07) em Interlagos, que foi brilhantemente vencida pelo paulistano Thiago Camilo, ficou claro o altíssimo nível técnico dos pilotos dessa categoria, que embora tenha nome norte-americano, é autenticamente brasileira. 

Todo o marketing dessa prova, além do premio de um milhão de reais, foi montado sobre a vinda do piloto canadense Jacques Villeneuve, que iria participar desta etapa paulistana.

É preciso ficar claro que Villeneuve não é apenas mais um ex-piloto de Fórmula Um, uma vez que a Stock Car está acostumada com esse nível de competidores, porque acredito que mais de dez desses profissionais, já participaram da nossa categoria. 

Villeneuve junto do nosso grande Emerson Fittipaldi e do ítalo-americano Mario Andretti, são os únicos pilotos do mundo a vencerem campeonatos na Fórmula Um, na Fórmula Indy e as 500 Milhas de Indianápolis, a maior prova do automobilismo mundial.

Além disso, Villeneuve é filho de Gilles Villeneuve, que venceu apenas seis corridas na Fórmula Um, mas é um de seus maiores ídolos póstumos, ao lado de Senna, Peterson, Cevert e tantos outros. Sem dúvida o sobrenome Villeneuve é tão carismático quanto Fittipaldi e Senna.

Apesar de toda essa indiscutível experiência e talento, Villeneuve sofreu muito em todos os treinos e não conseguiu nada melhor do que a vigésima sétima posição no grid de largada. 

Certamente pensou que com toda a sua experiência acumulada na Indy, em relação à troca de pneus e abastecimento, iria fazer uma grande largada, ganhar várias posições e quem sabe chegar até o pódio. Não conseguiu nada, fez uma prova muito modesta e terminou em 18º.

Quem fez tudo que o Villeneuve queria fazer, foi o brasileiro Max Wilson, atual campeão da categoria, que largou pior que o último porque saiu dos boxes, fez uma corrida fantástica e conseguiu subir no pódio ao lado de Daniel Serra em segundo e Camilo em primeiro.

Thiago Camilo, que foi o grande vencedor dessa terceira edição da corrida do milhão é "prata da casa". Thiago é a prova viva de que o "talento natural" é raro, mas existe. Ele nunca correu fora do país em outras categorias de base e também nunca fez nenhum curso de pilotagem internacional e famoso. Sua carreira no automobilismo começou aqui mesmo, na Stock Light, com apenas 16 anos na temporada de 2.000. 

Thiago Camilo é filho de Bel Camilo, um ex-piloto da Stock Car, que dentro de seus limites políticos e financeiros, fez tudo o que podia para alavancar a carreira do filho na Stock e acompanhou e acompanha até hoje Camilo em todas as etapas do campeonato.

Obviamente o pai foi recompensado, porque Thiago Camilo se tornou um dos melhores pilotos do automobilismo brasileiro, com um estilo próprio, demonstrando grande arrojo, mas ao mesmo tempo uma frieza e tranqüilidade que fazem uma diferença absoluta no árduo caminho da vitória.

Camilo é um piloto atirado, porque se tiver que se lançar "por fora" numa curva de alta velocidade não se intimida, arrisca tudo, se esfrega no outro carro e quase sempre acaba se dando bem. Ao mesmo tempo, se tiver que economizar pneus, combustível e guiar com a direção elétrica quebrada ele também consegue, porque é inteligente, calculista, forte e determinado.

Quando larga lá na frente, vai embora sem olhar nos espelhos e sem errar, e quase sempre estabelece a volta mais rápida da prova. Quando larga atrás, como nessa prova do milhão, ele sempre consegue se destacar da maioria dos pilotos, fazendo corridas memoráveis em que vai surgindo do nada e acaba vencendo.

Na última corrida da temporada de 2009 da Stock Car, Camilo nas voltas iniciais do treino de sexta feira, teve um problema no freio e destruiu seu carro no fim da reta dos boxes em Interlagos. O carro foi refeito dentro do possível, ele fez a pole no sábado e no domingo ganhou a corrida de ponta a ponta, e ainda fez a melhor volta da prova.

Na prova de abertura do Campeonato de Marcas de 2011 em Tarumã (RS), onde ele corre na equipe de Carlão Alves, Camilo largou em último na primeira bateria e terminou a corrida em sétimo. Como o grid da segunda bateria era invertido, pode largar em segundo e vencer a corrida de ponta a ponta.

Na atual temporada da Stock, Thiago Camilo corre pela RCM Motorsport, é o terceiro piloto da equipe e tem os pilotos Ricardo Maurício e Max Wilson como parceiros. Em nenhum momento se intimidou por estar no mesmo time com dois pilotos campeões da Stock Car e além disso extremamente experientes, pois ambos possuem uma vasta carreira internacional, sendo que Max Wilson já pilotou até Fórmula Um.

Camilo já venceu duas vezes nessa temporada e ocupa a primeira colocação isolada do campeonato e tem vaga garantida na primeira colocação da super final, que define os dez melhores colocados que vão disputar o campeonato. 

Nessa prova do milhão em Interlagos, além de embolsar o merecido premio, Thiago Camilo provou que o automobilismo interno brasileiro cresceu muito e amadureceu, e que pode forjar pilotos que não devem nada a nenhum outro de qualquer lugar do mundo.

Eu disse em outra oportunidade, que Thiago Camilo era o "filho legítimo da Stock Car", agora, com todo o merecimento, ele é o filho legítimo que ficou milionário na Stock Car. É isso aí. Até a próxima.

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domingo, 7 de agosto de 2011

"Antonina vira a cidade dos carros antigos"

Exposição teve a presença de modelos nacionais e importados, além da carretera Ford 1946, da Scuderia Tozo


Mesmo com o alerta de fortes chuvas no litoral, mais de 100 carros participaram no sábado do 10.º Encontro de Veículos Antigos e Especiais de Antonina. Além dos modelos expostos, na “Avenida do Carnaval”, os organizadores do evento prestaram uma homenagem especial aos pilotos de carreteras dos anos 50 – Agostinho Tozo, José Luiz Barbosa e João Augusto Buso (já falecido). O empresário Percival Lafer e o designer paulista Antônio Adolfo DeMitry foram os outros homenageados.

Entre carros, nacionais e importados, os visitantes podiam admirar o DKW-Vemag 1965, de Sérgio Vianna Gurski, da Lapa e o Austin 1950, modelo Wangler, pertencente a João Prendim, de São José dos Pinhais. O Rolls Royce 1972, de Rafael Castilho, de Curitiba, era outro modelo que se destacava pelo excelente estado de conservação, levando inclusive o prêmio The Best do evento. Presente em exposições anteriores, o imponente Dodge 1970, modelo Challenger, do colecionador Mauro Melo, também despertava a curiosidade dos visitantes, bem como o Chevrolet Impala 1961 e o Sport Coupe, de Luiz Fernando Bettega.

A impecável carretera Ford 1946, da Scuderia Tozo, que chegou rodando em Antonina e ostentando a sua placa preta pela originalidade, foi outro grande destaque do encontro que ainda atraiu modelos de vários clubes organizados de Curitiba, como do Puma, MP Lafer, Miura, Fusca, Opala, Chevette e da Brasília.
“Além dos carros, estes eventos se tornam momentos de descontração”, disse o diretor de divulgação do MP Lafer Auto Clube do PR, Vandir de Souza, o Wando, um dos principais organizadores da festa. Já os integrantes do Clube do Puma não só levam seus carros para Antonina, como também aproveitam para se divertir com um churrasco.

Por Roberto Massignan Filho
Publicado primeiramente no jornal Gazeta do Povo, Curitiba-PR, dia 03/08/2011
http://www.gazetadopovo.com.br/automoveis/conteudo.phtml?tl=1&id=1153848&tit=Antonina-vira-a-cidade-dos-carros-antigos

X Encontro de veiculos antigos e especiais de Antonina/Pr - edição 2011
Filme realizado pelo Volkswagen Roadters, que podem ser vistos descendo a serra da Graciosa
http://www.youtube.com/watch?v=yEysl3vcAUk&feature=player_embedded

Parabéns ao MP Lafer Auto Clube PR. e a Prefeitura Municipal de Antonina-PR por mais este belo encontro.

sábado, 6 de agosto de 2011

MASERATI 250 F Superleggera - Ocarro que deu a Fangio seu 5º titulo mundial 1957

Fangio tocando com toda sua maestria, notem o contagiros.

O ano 1957 , Juan Manuel Fangio completaria 47 ( quarenta e sete ) anos , já havia sido Campeão do Mundo de Formula I quatro vezes , em 1951 pilotando uma Alfa Romeo , 1954 com Maserati e depois Mercedes Benz , em 1955 com a Mercedes Benz e 1956 com a Lancia Ferrari . Foi contratado pela Maserati para o lugar de Stirling Moss que iria para a Vanwvall . Iria pilotar a Maserati 250 F Superleggera , com esta denominação a Maserati corria na F I desde 1950 só que este carro era totalmente reformulado e conhecido como T 2 . 

O eixo traseiro DeDion com as molas semi elípticas transversais, cambio traseiro também transversal. Seu motor era um seis cilindros em linha , alimentado por três Weber duplos horizontais , duplo comando de válvulas no cabeçote , dupla alumage e virava 8.000 rpm rendendo então 270 hp .


  Ao longo dos anos este carro foi aprimorado , chegando a 1957 com uma silhueta mais suave , mais baixo e com a frente e traseira mais longas . A suspensão dianteira era de braços triangulares , amortecedores com molas e barra estabilizadora . A traseira era baseada no sistema De Dion com feixe de molas transversal . Cambio e diferencial eram na traseira . Seu chassi uma especialidade Maserati era todo construído de finos tubos de aço soldados . O T 2 era tido como um carro rápido em todo tipo de curvas e de pilotagem suave .

A beleza de suas linhas suaves.

Fangio em Monza.
Com ele Fangio chegou em primeiro em quatro corridas do Mundial de 57 , Argentina , Mônaco , França e a antológica vitória de Nurburgring no G P da Alemanha .
Jean Behra.
Largada do GP da Alemanha em Nurburgrig 1957, Fangio larga para ser campeão.

Alguns links para posts sobre Fangio, do Caranguejo e meus.