A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

terça-feira, 15 de junho de 2010

Tito & Fabio

O Tito e o Fabio estão aprontando! Preparando uma nova categoria para o RFactor.
Tito          http://titotilp.blogspot.com/


segunda-feira, 14 de junho de 2010

CANADÁ



Outro Domingo cheio de corridas, Le Mans, Formula Um e em Interlagos uma festa no Campeonato Paulista. Não pude ir até Interlagos e perdi uma bonita festa, conversando agora com o Orlando - Orlando Belmonte Jr. - fiquei sabendo que as corridas foram ótimas cheias de carros no grid e boas disputas mais tarde o Paulo Monteiro vai enviar algumas fotos.
A Formula Um foi um corridão, uma pista de verdade carros disputando freadas e ultrapassagens foi uma corrida linda e acho que a classificação final mostrou realmente o que há de melhor na categoria hoje em dia.

Agora a corrida do Schummi foi de entrar em livro de recordes, foi ultrapassado de tudo quanto é jeito, sua disputa com Kubica e com Massa foi desleal e ninguém, ninguém foi capaz de dar a ele uma punição, uma advertência. Levou diversas bandeiras azuis coisa que certamente não estava acostumado, uma corrida para ele a ser esquecida.
Pretendo um dia escrever sobre sua fase na Ferrari e seus sete campeonatos mundiais, mas deixo para outro dia, quem sabe?



                 http://burnoutracing.blogspot.com/ 
                 http://cezarfittipaldi.blogspot.com/ 

sábado, 12 de junho de 2010

Gilles




Final de uma era na Ferrari Niki Lauda resolve parar e a equipe fica sem seu bi-campeão 1975/77, contrata o Argentino Carlos Reutman e um jovem Canadense campeão no Canadá de Formula Atlantic e com apenas cinco corridas na Formula Um pela MacLaren, Gilles de Vileuneve.




E numa Formula Um que era super competitiva, as vitórias na época não vinham de grids de largada e sim de grandes disputas nas pistas com muitas ultrapassagens e pilotos sem a empáfia das grandes estrelas atuais. Não era apenas Gilles que se destacava mas Pironi, Scheckter, Alan Jones, Nelson Piquet, Keke Rosberg ...

Para os mais novos entenderem como eram as corridas existiam os favoritos mas algum piloto com extrema habilidade podia fazer a diferença com um carro razoável. Em 1979 a Ferrari traz Jody Schecker para fazer dupla com Gilles no comando de seus carros e ao final do ano em uma decisão que só poderia vir de Enzo privilegiou o Sulafricano na decisão do titulo fazendo dele Campeão do Mundo.




É muito difícil entender o “capo” da Ferrari, Gilles era seu piloto predileto na época e Enzo chega a comparar suas atuações com as do grande Tázio Nuvolari e inexplicavelmente entrega o titulo de 1979 a Jody.

Em 1982 outro piloto vem fazer dupla com Gilles na Ferrari, Didier Pironi outro bota, assisti em Interlagos ele vir na segunda volta do treino chegar na “Um” e fazer a curva cravado, eu que estava no muro junto a curva fiquei simplesmente maravilhado sem acreditar no que tinha visto, de arrepiar!

Era outro ano em que a Ferrari tinha tudo para abocanhar outro Mundial de Pilotos e Construtores mas uma disputa que começou no GP de San Marino quando Gilles vinha na ponta e acreditando nas ordens da equipe, como ocorrera anos antes em Monza quando deixou o caminho livre para Jody buscar o titulo, deixou que Pironi encostasse para ver na ultima volta o francês tomar a ponta sem que ele nada mais tivesse o que fazer. Seu semblante naquele podium mostrou todo seu descontentamento com a situação.




Muita gente diz que no GP seguinte em Zolder na Bélgica ele tentava a todo custo uma pole, mas só quem como eu teve a oportunidade de acompanhar sua carreira, algumas corridas de perto e outras pela TV, sabe que era seu estilo e modo de encarar as corridas, sempre em busca do limite, de uma volta mais rápida da vitória.



                                       
Assim ele se foi de pé embaixo como sempre.







No YouTube muitos vídeos mostram incríveis corridas de Gilles, resolvi apenas escrever o que vi e vivi na época mas vale fazer uma busca e ficar algum tempo vendo esse incrível Canadense.









NT: Pironi após o acidente fatal de Gilles fica praticamente só na liderança do campeonato, mas nos treinos livres em Hockenhaim sofre um grave acidente e fica fora do mundial entregando o titulo dos pilotos a Keke Rosberg, vencendo a Ferrari o Mundial de Construtores.

DOMINGO EM INTERLAGOS 13/06/2010


ENTRADA FRANCA - ACESSO AOS BOXES



5ª. ETAPA CAMPEONATO PAULISTA DE AUTOMOBILISMO - 2010


CLASSIC CUP - CLÁSSICOS DE COMPETIÇÃO - COPA FUSCA - F. PAULISTA


F. LIVRE - HISTÓRICOS V8 - 5000 - MARCAS e PILOTOS - PICK UP - PROTÓTIPO VW


STOCK JUNIOR - STOCK PAULISTA / MASTER


PROGRAMAÇÃO:


Programação do Campeonato Paulista de Velocidade, 12 e 13 de junho - Entrada, Acesso aos Boxes e Estacionamento Gratuito.


Autódromo de Interlagos


SÁBADO:


Às 12:20 hs. - Largada para CLASSIC CUP / COPA FUSCA - 15 voltas ou 30 Minutos
Às 13:15 hs. - Largada para HISTÓRICOS V8-5000 - 1a Bateria - 15 voltas ou 30 minutos e FORÇA LIVRE .
Às 15:30 hs. - Largada para HISTÓRICOS V8-5000 - 2a Bateria - 15 voltas ou 30 minutos e FORÇA LIVRE - 2ª Bateria - 15 voltas ou 30 minutos


DOMINGO:


Às 09:40 hs. - Largada para MARCAS E PILOTOS - 1ª Bateria - 11 voltas ou 30 minutos
Às 10:40 hs. - Largada para CLÁSSICOS DE COMPETIÇÃO - 30 minutos
Às 12:40 hs. - Largada para STOCK JR - 11 voltas ou 30 minutos
Às 13:40 hs. - Largada para STOCK PAULISTA / MASTER / PICK UP - 16 voltas ou 35 minutos
Às 14:45 hs. - Largada para PROTÓTIPO VW - 45 minutos
Às 15:55 hs. - Largada para FÓRMULAS - 30 minutos
Das 16:30 hs. às 18:00 - FESTIVAL BRASILEIRO DE REGULARIDADE


  http://www.autodromointerlagos.com/site/conteudo.ler.php?cat=42&id=1856

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Circuito de rua de Sorocaba por José Ferraz

O belo circuito de Sorocaba , Ferraz pilota um Mufatão/Berta motor VW AP 1.600 cc .


Piso molhado em Sorocaba , atrás do circuito vê-se a rodovia .


Toda briga por um 2º lugar , atrás os pneus onde bateu quando liderava .

No ano de 1984 José Ferraz e Julio Miglioli criaram a F. Super 1.600 , a ideia era aproveitar muitos chassis de formulas , F 2 , F Fiat e Ford colocar um motor 1.600 bem forte , a categoria era restrita a São Paulo , onde estavam a maioria dos pilotos , mais recebeu convite para correr em diversos autódromos . Jacarepagua no Rio de Janeiro , Pinhais - hoje autódromo Raul Boesel - no Paraná , etc . Hoje meu amigo Ferraz vai contar de uma corrida feita em um circuito de rua em Sorocaba .

" O prefeito de Sorocaba nos convidou a organizar uma corrida de rua naquela cidade , seria em um condomínio fechado . O circuito era bem travado e havia chovido pela manhã do dia da corrida . Quatorze carros largaram , larguei em 2ª , após um a classificação difícil onde choveu a maior parte da sessão , logo na segunda volta tomei a dianteira e comecei a abrir do 2º colocado ,um piloto de Sorocaba chamado Júlio que corria com um chassi J.Q , lá pela oitava volta ao ultrapassar um retardatário perdi o ponto de freada acabando batendo na barreira de pneus que demarcavam a pista e perdendo o bico do carro . Voltei em nono lugar e numa corrida de recuperação , vinha em 2º , tirando 4 s do 1 º e ia liderar a corrida novamente . Quando vi a bandeira quadriculada , tirei o pé pensando , mais uma volta !! , quando vi o Júlio continuando em ritmo de corrida , fui atrás dele confuso e para meu espanto ao passar pela linha de chegada ele recebeu a bandeirada , comemorando a vitoria . Ao chegar aos boxes fiquei sabendo pela direção de prova que alguém " desavisado" havia me dado a bandeirada por engano , assim para frustração minha fui declarado 2º colocado . Depois de liderar a corrida , bater na barreira de pneus , fazer uma corrida de recuperação foi o que me restou ."José Ferraz



Fotos arquivo José Ferraz .




Postagem de 1º de Abril de 2009

NT: Assisti ao vídeo da corrida, e meu amigo vem forte e rápido o tempo todo, na ultrapassagem a um retardatário ele vinha tão mais rápido que na hora optou pela parte suja da pista, indo tocar de frente a guia quando perdeu o bico do carro. Numa recuperação impresssionante sem a asa dianteira foi buscar o ponteiro.
Estou postando novamente alguns posts antigos de meus amigos, vem aí o Orlando, Fabio e alguns outros que deram e continuam a dar uma colaboração importante para o "HISTÓRIAS".   

quinta-feira, 10 de junho de 2010

TARUMÃ por Junior Lara Campos - II




Tarumã, 5 curvas a esquerda, sendo 1 de baixa e 1 de media e 3 de alta, a direita tem 2 curvas de baixa, vou descrever, reta do box, curva 1 e 2 a esquerda de alta velocidade, reta para curva do laço a esquerda de baixa, reta com uma perna a direita e curva do tala larga a direita de baixa, reta em curva a esquerda para curva 8, ja na curva 9, de media, reta do box, completamos a volta, vale lembrar que esse autodromo não tem area de escape, errou, é muro.....







Meu carro estava fazendo sua 2 corrida, feito pelo engenheiro e preparador Milani, muito caprichoso em tudo que faz, sendo um carro com varias alternativas de regulagem, suspenção trazeira idependente, 5 posições de barra estabilizadora, 4 posições de pressão de freio traseiro, regulagens essas acionada por mim com o carro em movimento e muito tinhamos a fazer nele ainda já era novo e muito competitivo.

Estavamos bem nos treinos, sempre entre os 4 primeiros, pois o autodromo de Tarumã era casa do gaucho Fernando Moser, traçado com curvas de alta velocidade cheio de manha, muro colado na pista, ele conhecia como ninguem, estava com os melhores tempo sempre, mas na classificação ia ser uma boa briga.

No treino andei algumas voltas atras do Moser, e percebi que era mais rapido que ele na curva 8 e 9, estas curvas são dificeis mas acertando elas vem tempo em Tarumã, pois antecede a reta dos box que é em subida, ( pra quem ja correu em Tarumã sabe que a curva 8 e 9 são de alta velocidade e não aceita erro) estava certo, verão mais a frente o que conto.

Regulando minha barra estabilizadora traseira de dentro do carro, ninguem tinha esse dispositivo na Divisão 3, conseguia alterar o comportamento de meu carro em curvas de alta e baixa velocidade e sebendo que na curva 8 e 9 era onde vinha tempo em Tarumã, estando eu com o 3 tempo em minha 2 volta, quando estava no meio da 3 volta na curva 8 de alta, sai rodando e fui bater no passat do Waldir Silva que estava parado em lugar improprio, ele tinha estourado seu motor e derramou muito oleo na pista, ta esplicado minha rodada, com a batida que dei de trazeira no carro do Waldir, entortando meu escapamento, sai do carro pois o lugar era perigoso, mas não passou 2 minutos vem rodando tambem o Claudio Gonzales, e foi parar no meio para a frente do meu carro, danificando bastante meu carro, principalmente minha suspenção dianteira lataria etc, nesta altura tinha sido interrompido a classificação, estando o Moser na pole, Arturo, Mogames, Lara, Amadeo Campos.

O "gaucho boa gente" termo que chamava o Fernando Moser, me apresentou um amigo seu não me lembro o nome, era dono de oficina mecanica em Porto Alegre, este todo animado se prontificou a arrumar meu carro, foi a noite toda funileiros desamaçando e roconstruindo a lataria, o Milani meu preparador cordenando a montagem da nova suspenção dianteira, troca do motor, enfim no dia seguinte estava la o carro pronto para largar, nem acreditei.

No treino pela manhà, sai com cuidado testando tudo e logo percebi que tinha ficado muito bom meu carro, o novo motor que era um canhão, sendo que o Milani meu preparador só me contou depois da corrida que havia entortado a cabeça do chassi de meu carro, mas compensaram com calso sei la do que. ( pro leigo a cabeça de chassi é onde é fixada a suspenção dianteira do carro)

Na largada pulou o Moser na frente seguido pelo Arturo, Amadeo, Lara e Mogames que nào largou bem, completando a 1 volta o Moser um pouco distante, Arturo, Amadeo, Lara, Mogames. Meu carro estava otimo, e logo percebi que tinha condições de passar o Amadeo e o Arturo que ja vinham disputando posição, iniciamos a 5 volta ja vimos o Moser encostando com seu motor quebrado, eu sabia do potencial de meu carro na curva 8 e 9 e foi la que foi a diferença, saindo bem para a subida da reta do box colado no Amadeo este colado no Arturo, o Amadeo tira o carro dele para a direita e eu tiro para esquerda ficando entre o muro do box e o Arturo, passamos os 3 emparelhados em frente ao box, iriamos disputar a curva 1 que é de alta e só cabe 1 carro nela, sai na frente dos 2, nem eu acreditei, mas estava usando pastilhas de freio importadas ultra macia, liderei por mais 2 voltas, um vazamento no filtro de oleo, provalvelmente na pressa não foi apertado devidamente, ficando sem oleo e meu motor quebrou, por isso os comentarios das revista e jornais desta ultrapassagem.

Na segunada larguei em ultimo, a corrida estava perdida para mim, pneus novos e novo motor, posso dizer, como judiei deste motor, todas trocas de marcha a 8.500 RPM, cheguei em 3 junto com o Amadeo Campos e Arturo que ganhou.

O blog do Jr   http://historiasquevivi-jrlara.blogspot.com/ 
Postagem original no HISTÓRIAS     28 de Setembro de 2009

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Luiz Eduardo Duran- A primeira corrida a gente nunca esquece - II



" Naquele ano de 1977 eu tinha feito a escola de pilotagem do Toninho de Sousa , e estava preparando meu VW de D3 para correr o Campeonato Brasileiro de 1978 , como o carro estava pronto resolvi fazer a ultima corrida do campeonato em Interlagos . Na época a pista estava em reforma , por isso nossos boxes eram no estacionamento que havia no "Sargento" . Na escola usávamos somente o circuito interno , na "Junção" em vez de subir , descíamos contornando a "Quatro" ao contrário , por este motivo não estava acostumado ao circuito inteiro , ou seja "Um" "Dois" e "Três" para mim eram desconhecidas . Já nos treinos achando que fazia a "Um" e "Dois" rápidas , tomei uma ultrapassagem do Edgard de Mello Filho entre as duas , só ouvi o ronco de seu Chevette , e a hora que vi ele estava me passando numa velocidade que para mim era absurda .
Tomando mais conhecimento do circuito completo , já que treinei toda vez que a pista abria , consegui me classificar para a largada em 12º lugar , embora alguns dos trinta carros que largaram não tivessem feito classificação .


No grid ao olhar para o lado vejo o Adolfo Cilento , já me arrepiei todo ,pois sabia que ele era um piloto rápido e eu era seu admirador , ao baixar a placa de um minuto ele olha para mim e faz um sinal de positivo , ai sim pensei "o que faço aqui?"


Eu estava acostumado a racha ,e na largada aproveitando-me de uma primeira mais curta pulei bem , entre a "Um" e "Dois" estava em 4º ou 5º , olhando no retrovisor me assustei com aquele bando atrás de mim , todos pilotos experientes brigando por uma posição , todos "babando" ai rápido e tentando não atrapalhar ninguém joguei o carro para grama , eu não era bobo de ficar com aquela turma , nisto perdi tudo que havia ganho na largada e mais um pouco .
Estacionei entre as duas curvas e só sai quando o ultimo carro passou , estava um "pouco " assustado , continuando ainda passei um ou dois carros , quando do meu box me sinalizaram para que eu entrasse , era 4ª ou 5ª volta , e vazava óleo do retentor traseiro do motor , fiquei aliviado , pois ainda não estava completamente acostumado ao circuito todo , estava achando tudo uma loucura ."

terça-feira, 8 de junho de 2010

O NISSAN


                                                 Nesta reportagem seu motor tinha apenas 460 HP.


Sábado chego no Ferraz e ele logo diz para irmos até a Autopeças do Gabriel para tomar um café e vermos os carros. Ao chegarmos conheço o Gabriel e vejo o Porsche e no elevador aquele belo Nissan sendo preparado. Sua pintura preto fosco é impecável, seus para-lamas alargados para caber as novas rodas e pneus perfeitos, suas rodas de doze polegadas lindas e fico entusiasmado pelo carro.

Durante o churrasco converso com o Gabriel - que o Fabio chama de sobrinho do Ferraz - e fico sabendo que está preparando um motorzão V6 para ele com 780 HP, bi-turbo e com tudo que um carro tem direito.

No final da tarde os Alicatões querem ver os carros e voltamos, o Orlando fica uma hora sentado no cockpit do Porsche sonhando, o Duran conversa com o Ferraz e eu fico observando o Nissan com o Fabio e Sueco.

Os detalhes de como o Gabriel está preparando o carro impressionam.
Nós olhamos o Nissan e o Ferraz e Duran já pensam nas proximas Mil Milhas.

Abaixo o relato do Gabriel com o que está sendo feito no carro, e com um baita capricho que eu vi, sua idéia e ter um carro para andar na rua e correr em Força Livre, para encarar as Ferrari e etc.
Obrigado Gabriel fora ter que agüentar o Ferraz todo dia ainda no Sábado agüentar todos amigos dele, agora para sua total “felicidade” seus também.
A respeito da Nissan, sera usado o seguinte:
Motor dianteiro V6 3.0 Twin-Turbo 24 valvulas
2 Turbinas Garrett TR30R
Alimentacao HALTECH SPORT 2000 sequencial
12 Bicos Siemens 80 Lbs/Hr, suportados por 1 Weldom 2345.
Aprox.800CV´s 7800 RPM e 98NM torque a 5600 RPM
Suspensao CUSCO/TEIM
Freios dianteiros 375mm
Freios traseiros 355mm
Cambio manual 5 marchas.Traçao traseira
Rodas 18
Pneus 325/650R18
Carroceria Aço e Carbono
Peso aprox.1100 kg

Rui, esse carro é meu desde 1992, e foi materia da revista HOT ano 1 Nr.14(em anexo)


Na epoca, usava  motor 4 cilindros 2.4 turbo, alimentado por 8 bicos e injecao Haltech E6K, como fala na materia.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

SEM COMENTÁRIOS




                                             MELHOR VER E OUVIR ASSIM.


domingo, 6 de junho de 2010

CHURRASCO DOS ALICATÕES


Ontem mais um congresso do Alicatões, fomos super bem recebidos por D. Dalva e Ferraz, a conversa para variar um pouco girou em torno dos ... carros de corrida..

Gabriel que sem saber ou querer entrou para o clube, Orlando, eu, Fabio, Duran, Sueco que até que enfim apareceu e o churrasqueiro, sem a calculadora.  


Orlando babando dentro do Protótipo.

Enquanto o Ferraz e Duran olham o Porsche, nós olhamos o belo Nissan que o Gabriel prepara, seu motor com apenas 780 HP.

As patroas, Edna Belmonte e Dalva esposa do Ferraz. Ainda estavam lá a Eduarda filha do Duran, Emily da Edna e Orlando e uma amiga.  

 As fofocas lá no Fabio                                       http://paperslotcar.blogspot.cocongresso-internacional-dos-alicates.html m/2010/06/2-





sexta-feira, 4 de junho de 2010

Quando setembro vier... Uruguai

A sempre querida Curitiba não pára!
Os antigomobilistas estão sempre em voga e nada menos agora já estão organizando este passeio que sem sombra de dúvidas será maravilhoso.
Bom... como sempre os amigos Roberto Biesemeyer e Luiz Ernesto, ambos do Veteran Car Club do Brasil-Curitiba-PR e muitos outros já estão revisando seus antigos... o roteiro está definido e também as datas de partida e retorno - 03 a 12 setembro/2010.
Confiram neste artigo escrito pelo grande jornalista, o amigo Ari Moro e publicado no jornal A Tribuna - Paraná On Line, de Curitiba.
Orlando Dal'Lago com seu Ford Galaxie 1961

"O meu carro está em dia. Só vou trocar a canaleta de um vidro que está batendo e as velas do motor. No mais, é só tocar." Quem diz isso é o senhor Orlando Dal´Lago, nascido em 25 de julho de 1927 e que provavelmente será o motorista mais idoso e experiente em mecânica de automóveis da marca Ford a participar de passeio de cerca de 4 mil quilômetros que antigomobilistas de Curitiba farão em setembro próximo, rumo a Punta Del Leste e Montevidéo, no Uruguai.

O passeio dos aficcionados por carros antigos está sendo organizado pelo antigomobilista Luis Ernesto, do Veteran Car Clube do Paraná, e já conta com cerca de 15 veículos. De acordo com Roberto Biezemeier, diretor social deste clube, que viajará a bordo de um MP Lafer/mecânica Volkswagen 1.600cc, a saída está marcada para dia 3 e a volta para dia 12 de setembro próximo. De Curitiba os viajantes seguirão a Araranguá/SC, depois a Pelotas/RS e daí a Punta Del Leste. Uma vez no Uruguai, a caravana tomará o rumo de Montevidéo, a fim de fazer visita de cortesia à direção do Automóvel Clube uruguaio e passear numa famosa feira de antiguidades, incluindo peças para carros antigos, lá existente.
"Além disso - acrescenta Biesemeier - visitaremos, na capital uruguaia, um mercado onde funcionam churrascarias, a fim de saborearmos uma "parrillada" assada em grelhas inclinadas, especialidade local."E o senhor Orlando? À vista dessa viagem, ele está "ensebando" o seu "Gala" (que é como ele chama o seu carro) e nem parece ter 83 anos de idade e sim um guri prestes a ganhar a sua primeira bicicleta. O tal "Gala" na verdade é um Ford Galaxie 1961, modelo Vitória, duas portas, motor V8, câmbio de três marchas, original de fábrica, muito bem conservado. Esse automóvel pertenceu ao empresário Ercílio Slaviero, um dos proprietários da agência Ford mais antiga de Curitiba, que posteriormente vendeu-o a um advogado e este ao senhor Dal´Lago, que possui a documentação de importação, via porto de Santos/SP. Sobre os conhecimentos deste antigomobilista a respeito de
mecânica de automóveis Ford, podemos dizer que, ainda moço, ele ajudava seu irmão, o piloto curitibano Edmundo Dal´Lago, conhecido nas corridas pelo apelido de Mundito, a preparar a sua carreteira Ford l940 com motor V8.

Por outro lado, a sua carteira de motorista é de 16 de agosto de 1945. Enfim, nunca é tarde demais para se viver uma aventura dessas, a bordo de um belo carro como é o "Gala" 1961! Na foto, Dal´Lago e o seu "Gala".

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Ferraz por Ararê


Toca o telefone é o Ferraz me contando que o Ararê tinha feito seu carro e que não estava conseguindo comentar. Entro no blog do Ararê e vejo o belo trabalho e digo ao Ferraz para me enviar um e-mail com seu comentário que coloco por ele. Está feliz meu amigo seu carro ficou realmente muito bonito.
Só sei que Sábado vamos nos reunir na casa do Ferraz para um churrasco, e vai ser difícil aguentar, ele já vai ter feito camiseta, um poster e só vai ficar falando como ficou lindo seu carro!
"Culpa" de nossos amigos Ararê e Mauricio que com seus enormes talentos fazem maravilhas com nossos carros de corrida.
Mais uma vez Ararê e Mauricio em nome de todos nós muito obrigado pelo carinho.     

DE CARA NOVA


É o novo template do blog do Carlos, com sua memoria incrível e paixão por automobilismo vem mostrando muita coisa de sua coleção de revistas e livros. Pena que não conseguiu tempo para escrever mais aqui no HISTÓRIAS. Abaixo um texto seu logo no começo do blog.



Quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Infecção em três doses

Como se interessam as pessoas pelo automobilismo? Na atualidade é fácil, pela TV. Mas estou falando do começo dos anos 60. Naquela época não tinha transmissão de F-1 no Brasil, aliás não tinha nem na Europa. Para a maioria do povo Fórmula 1 devia ser um remédio para gripe. Nem o `plim-plim` existia naquela época. Eram tempos de TV Excelsior, Paulinho Machado de Carvalho na Record. A cidade de Curitiba, hoje em dia, tem uma frota de carros maior que a do Brasil inteiro na época. É bem certo que eu morava em Sampa, a meca do automobilismo no País, e única cidade com autódromo na época. Sempre gostei de carrinhos, isto é certo. Eram de longe meus brinquedos prediletos. Mas a primeira exposição que tive ao automobilismo estava no fundo da memória, e não tenho como confirmar datas, pois eu devia ser muito novinho mesmo.
Meu falecido pai trabalhava na Folha de São Paulo no início daquela década. Lembro-me de um belo dia ter sido levado por ele a Interlagos num jipe da Folha. Era dia de corrida ou de treinos, não sei. Devia ter uns 3 ou 4 anos, máximo 5. E fiquei vidrado com a cena, a velocidade, o barulho. Aqui a memória e a ficção se imiscuem, e não posso assegurar, com certeza, se o que vi é produto de uma memória ou de uma imaginação prodigiosa. Juro que vi, à distância, um Interlagos amarelo, um carro da equipe Willys!!!! Essa foi a primeira dose.
A segunda dose foi um álbum de figurinhas das revistinhas Disney. Faziam álbuns temáticos, e um dos temas escolhidos foi o automobilismo. Fiquei muito intrigado com aquelas baratas de nomes estranhos, Lotus, Cooper, Brabham, BRM e me lembro claramente de um carro branco, a japonesa Honda. Entre outras coisas, o álbum tinha um carro que mais me parecia um caminhão, um Auto Union dos anos 30, Ford GT 40 e outros carros esporte, além de FIATs e Renaults do começo do século. Tudo aquilo me fascinou.
A terceira dose, que me infectou de vez, ocorreu em 1969. Já sabia da existência da Equipe Jolly e suas fabulosas Alfas GTA e da P33, e descobri, pela TV, que a oficina da mesma ficava a algumas quadras da minha casa, na Rua Frederico Steidel. Tanto enchi a paciência da minha mãe, que ela me levou lá. Fui muito bem atendido por Emilio Zambello, que com muito orgulho me mostrou três Corvettes recém importadas, e a esplendorosa Alfa P33, além das GTA 23, 25 e 27. Para fechar o pacote, Zambello me deu adesivos da Jolly e também catálogos da linha Alfa-Romeo, que incluía a P33. Pronto, devidamente infectado, me apaixonei pelo esporte. E para meu deleite, a concessionária Jolly se mudou para a minha rua!   Carlos de Paula.



quarta-feira, 2 de junho de 2010

PROTÓTIPO KREMER

"Então Rui, quem fez esse carro foi o Marquinhos da Kremer em parceria com o Zuffo, como vc viu nessas fotos, o carro já andou e quem pilotou foi o Artur Bragantini.O carro andou bem mas tem um porem ao meu ver, foi o que falei para o Marquinhos mesmo antes do carro andar.....falei que o motor que tinham feito não era bom, e foi exatamente o que aconteceu.Bom dei o meu palpite e falei que o motor que tinham que colocar, era o do Golfe 2.0 , ou o do Audi 1.8 Turbo original para não ter problema de quebra e tambem de custo.Tudo isso porquê? porque foi feito um VW e não cabe bem pra uma categoria que está nascendo, andar com um motor da Ford, pois tem que se pensar em apoio de fábrica futuro.Eles estão pensando na questão, não falei mais com eles a respeito e não sei em que pé está.O carro virou 1,56 mas com o motor manco de tudo, mas o chão é dez.Eu na contrução dei alguns palpites, ajudei no que pude mas agora é questão de tempo, mas se colocarem o motor que eu falei, vái virar bem e vái nascer sem dúvida uma categoria que vái ser um colírio para os olhos de muita gente...abraços Ferraz."

José Ferraz e Marquinhos da Kremer.


Aproveitando que o Ferraz nos apresenta esse novo carro segue o link para o post do Pipe em seu blog CARROS DE CORRIDA para a categoria que corre na Europa.



terça-feira, 1 de junho de 2010

ACERTANDO O #8

                                         O #8 no belo trabalho de Mauricio Morais


1982 comprei o carro do Fabio Levorin para correr a TEP, não corri a primeira etapa e na segunda quebrei quando estava em segundo lugar. O Chapa fazia meus motores e para segunda etapa trouxemos o Carlão para os acertos de chassi e assistência na pista, assim nossa equipe era composta do Chapa, Carlão, Neguinho e um outro ajudante.

Na primeira corrida me queixava do sobresterço do carro, nas curvas de alta ele teimava em soltar a traseira e comecei a tentar com o Carlão um melhor acerto, alem disso achava o carro muito preso ao chão nas curvas de media e baixa.

       GRID 2ª CORRIDA DA TEMPORADA

Carro Piloto Tempo


26 Elcio Pelegrini 3.23.73 m

3 Ricardo Mogames 3.25.43

7 José Antonio Bruno 3.26.41

17 Laercio dos Santos 3.26.86

8 Rui Amaral 3.28.26

40 Amadeu Rodrigues 3.32.66

88 Marco de Sordi 3.33.77

37 Aristides Dalecio 3.37.56

38 Alvaro Guimarães 3.38.49

41 Claudio Gomes 3.40.67

68 Luiz Eduardo Duran 3.46.10

4 Luiz H. Pankowski - Conde - 3.47.31

28 Clerio M. de Souza - Bé - 3.47.37

118 Alessio Durazzo Neto 3.48.68

77 José M. Ramos - Espanhol - 3.50.88

98 Wander Kondrat 3.54.89

19 José Ferraz 3.57.24

99 João Lindau 4.43.93

13 Orlando Belmonte Jr s/tempo


 
Conversava com o Carlão no treino de sexta feira quando eles foram levar o carro para o abastecimento, que na época era feito no fundo dos boxes. De repente chega o Carlão e me chama pedindo que eu fosse ver algo, era o carro do Mogames sendo levado pelos mecânicos para abastecer, enquanto meu carro precisava de força para ser empurrado apenas um mecânico do Ricardo bastava para empurrar o carro.



De olho o Carlão notou que o carro do Ricardo trabalhava sem cambagem na frente e atrás e com a traseira mais alta que meu carro. No Box mesmo e com o famoso barbantinho o Carlão mesmo sem o piso “0” alinhou novamente meu carro, levantou a traseira e zerou a cambagem na frente e atrás, não mexemos nas barras estabilisadoras nem nos amortecedores. Empurrando o carro notamos a diferença, ele ia fácil sem peso.A noite na oficina alinhamos o carro como deve ser feito.
Fui treinar, e eu que tinha virado em Interlagos na primeira corrida em 3.28m senti logo a diferença, o carro vinha solto e leve, exigia uma tocada suave mas quando acelerado agarrava no chão. Fizemos ainda algumas correções de barras Fazia a “Um”, “Sol” pisando no fundo e aquela traseira querendo soltar mas o carro todo controlado e no limite e fomos para minha segunda corrida na categoria.

Ficou delicioso de pilotar, a tocada no limite tinha de ser suave, firme e para vir o tempo, no fio da navalha, coisa que nunca me furtei de fazer, chegava na “Um” a 195 KM/H e fazia cravado, na “Três” chegava a mais de 205 KM/H e a freada era depois da placa dos 50M, no “Sol” chegava a uns 190 KM/H outra vez cravado e na freada do “Sargento” já estava novamente perto dos duzentos.Fizemos mais algumas correções de barras estabilizadores e amortecedores para ficar com uma leve tendência a escapar de frente nas curvas de alta, coisa deliciosa de corrigir apenas pisando fundo no acelerador.
Não lembro minha posição no grid, dada a largada todo mundo pulou na minha frente pois eu largava de Caixa 3, mas aí como na corrida anterior comecei já na freada da “Três” deixar alguns carros para trás, na “Ferradura” já me aproximei de outros para logo em seguida fazer a ultrapassagem, na segunda volta passando acho que pelo Marco de Sordi e Amadeu Rodrigues comecei a perseguir o Elcio Pelegrinni que estava em terceiro para logo tomar seu lugar na freada da “Três”. Nessa altura o Ricardo e o Laercio já tinham aberto um bom espaço e não tive condições de chegar neles, terminando em terceiro.

Alvaro, Eu, Ricardo, Laercio, Elcio e Ferraz.



No podium após os cumprimentos vem o Barba que trabalhava com o Mogames me dar os parabéns, com a classificação nas mãos me disse que eu tinha feito a melhor volta da corrida. O tempo 3.23.89, tinha conseguido abaixar uns 4s de minha melhor volta na corrida anterior.


É o Chapa e o Carlão tinham transformado o #8 vermelho num verdadeiro carro de corridas, um preparando verdadeiros canhões para empurrar o outro com seu conhecimento e esperteza colocado o carro no chão.  
Agora faltava comprar um bom cambio para poder brigar pela ponta, mas isso deixo para outro dia.



Agradeço aos talentosíssimos Ararê e Mauricio Morais as belas imagens do #8.