A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

domingo, 15 de julho de 2012

Stock-World Series...

Domingo com muitas corridas, mas o fato marcante é que a prova de Stock marca o fim de Jacarepaguá, nosso autódromo no Rio, a partir de hoje é só a lembrança da bela pista, que tantas alegrias nos trouxe.
No link o texto do Buriti no blog SOS Autódromo do Rio: 

Nas arquibancadas, que logo serão derrubadas, o carioca vê a última corrida de Jacarepaguá!



Stock Car: Campos pontua pela sexta vez em seis provas
Em Jacarepaguá, piloto da Girho's salva dez pontos após largar do meio do pelotão e receber a bandeirada em 11° lugar
Em um campeonato onde a regularidade pesa bastante como em 2012, Julio Campos vem se mantendo 100% nos pontos. O piloto da Girho's pontuou novamente na etapa de Jacarepaguá da Copa Caixa Stock Car, ao receber a bandeirada na 11ª colocação, somando dez importantes tentos e mantendo-se firme na disputa pelo título.

Na prova que encerrou a primeira metade do campeonato deste ano, o representante da Girho's teve uma boa atuação, mas o fato de ter largado no meio do pelotão impediu um pouco sua evolução. Por considerar a pista carioca um cenário atípico, Campos crê em um melhor desempenho em Salvador, uma vez que a equipe Carlos Alves foi muito bem na última corrida urbana: nas ruas de Ribeirão Preto, Campos chegou em quarto, após perder o pódio nas voltas finais.

"Esse tipo de pista muito abrasiva, com um asfalto que ainda não tínhamos pego esse ano, realmente, eu não gosto de andar nesse tipo de pista. Essa pista não é asfalto é o resto do resto de Jacarepaguá, então é buscar o resultado na próxima. Nossa ideia era chegar entre os oito e ficar se mantendo no campeonato com uma boa classificação na tabela, nós queremos chegar entre os cinco, então é lutar corrida a corrida e ir buscando esse resultado", completa.

LINK

World Series: prova de aprendizado para Yann na Rússia


Em Moscou, brasiliense vai do céu ao inferno em 14 voltas, após ótimo início e sequência de problemas que resultaram em seu abandono
Para um piloto estreante em uma categoria de acesso à Fórmula 1, cada corrida é um novo aprendizado. E a prova complementar da World Series no novíssimo circuito de Moscou não foi diferente para Yann Cunha, que faz seu primeiro ano na categoria pela equipe Pons.

Partindo da 25ª colocação, o piloto de Brasília fez uma largada meteórica, ganhando nada menos que 12 posições e subindo para 13°, onde permaneceu pelas primeiras seis voltas, evoluíndo mais duas colocações nas duas voltas seguintes, quando um acidente provocou a entrada do safety car.

Na relargada, contudo, um toque jogou Yann para trás novamente e, a partir de então, a corrida se transformou em pesadelo ao brasileiro: no momento do pit stop obrigatório, seu carro apagou e, em seguida, um erro provocou seu abandono após 14 das 27 voltas de prova.

"Larguei bem na primeira volta, cheguei a andar em 11º até o safety car, só que, na relargada, um outro piloto tocou em mim e me jogou para fora. Depois, no pit stop, deixei o carror morrer e, na sequência, errei em uma curva e fiquei fora. Resumindo: não foi um bom dia, mas serve de lição", relata Yann.

Agora, a World Series tira um intervalo de pouco mais de um mês até a próxima rodada dupla, marcada para os dias 25 e 26 de agosto, no tradicional circuito inglês de Silverstone.


sexta-feira, 13 de julho de 2012

CARRERA BOLIVARIANA


Moss(#8) e Fangio(#2); Schell está tentando passar entre os dois com sua Ferrari 3.5, #6 e do outro lado está o Behra, #10. De Portago está fora do enquadramento.

É isso aí. A pilotada da foto do desafio, (da esquerda para direita) Juan Manuel Fangio, Alfonso de Portago, Harry Schel, Nano da Silva Ramos, Porfirio Rubirosa, Jo Bonnier e Stilirg Moss, estão batendo um papo antes do II GP da Venezuela, no ano da graça de 1956. Com o esporte motor se desenvolvendo no mercado emergente da América do Sul, não era incomum que os fabricantes, mesmo os mais tradicionais como Ferrari ou Maserati, investissem em uma prova extra-campeonato em um país distante.
Pensamento semelhante tinham os pilotos. Longe dos contratos milionários dos dias atuais e da exclusividade de uma só categoria, quanto mais competiam, mais ganhavam. Não era portanto tão surpreendente que a prova de Caracas contasse com Fangio, já tetra campeão da ou mesmo Moss, duas vezes laureado com o vice-campeonato; os norte-americanos Masten Gregori e Harry Schell; o sueco Jo Bonnier e o espanhol Alfonso De Portago, nomes tradicionais do automobilismo mundial e mesmo exóticos como o dominicano Porfirio Rubirosa. O circuito urbano de Los Próceres ficava em uma praça de desfiles militares,  na verdade, duas retas paralelas, um traçado difícil que exigia muito dos poucos eficientes freios da época e das caixas de cambio. A prova marcaria a derradeira apresentação de Fangio com uma Ferrari, pois o Chueco estava de partida (ou retorno) à Maserati, embora muitos o criticassem achando que para um quinto titulo mundial, deveria continuar em Maranello...Nos treinos, muita disputa entre os rivais Fangio e Moss, com vantagem para Stirling na Maserati 300S. Boa participação de Nano da Silva Ramos e seu Gordini T153S 3.0. Único representante brazuca na competição, alcançou o 9º tempo. No dia da prova, sem os discursos bolivarianos de Hugo Chaves (o futuro tenente-coronel estava com dois anos e três meses e era um garoto pobre de Sabaneta), Fangio larga bem mas na segunda volta é alcançado por Moss e De Portago. A disputa entre os três só dura até a décima volta, quando mais uma vez torna-se uma entre Chueco e o inglês Calvo. A Ferrari 860 Monza de Fangio rende bem, todavia, aos poucos Moss vai conseguindo desgarrar na ponta. 
Faltando vinte voltas para o final, começa a chover e Fangio abranda seu ritmo devido a instabilidade da 860 Monza e só volta a andar forte faltando cinco voltas para a bandeirada. Marca a volta mais rápida da prova (1.43.2), contudo insuficientes para alcançar Moss. O esquentado Jean Behra termina em terceiro, com outra Maserati, uma 200S e Jo Bonnier, com a única Alfa-Romeo 6C 3000 termina na quinta posição, atrás da Ferrari Mondial de Gregory. Silva Ramos abandonou, assim como o casal Isabelle Haskell e Alejandro De Tomaso e o velocista Fon De Portago, quando faltavam seis voltas e ele era o terceiro colocado. 
No ano seguinte, o Chueco partiria firme para a conquista de sua quinta estrela, relegando Stirling Moss a ser seu eterno vice. O Careca só teria uma chance real, sem o Quíntuple por perto de 1958. Mas isso é conversa para outra ocasião.


Caranguejo

 Moss se prepara para largada
A maravilhosa Ferrari 860S Monza de Fangio


GORDINIS AMESTRADOS- REZENDE DOS SANTOS, NANO E FABRIZIO SERENA. 

RESULTADO
Existem alguma dúvidas; por exemplo aqui a melhor volta é creditada à Moss, em outra literatura à Fangio. 













                                    



World Series faz história nesta sexta em Moscou

 Yan Cunha

Capital russa recebe pela primeira vez um evento internacional em seu novo circuito; "Pista é bastante complicada", analisa o brasileiro Yann Cunha
O primeiro (e histórico) dia de atividades da World Series no novíssimo circuito de Moscou, que receberá sua primeira corrida internacional neste final de semana, foi considerado positivo para o piloto brasileiro Yann Cunha. Os dois treinos coletivos realizados nesta sexta-feira serviram como adaptação à pista para todos os pilotos do grid.

Mesmo com o asfalto úmido, Yann, que faz sua estreia na categoria com o carro da equipe Pons, conseguiu aproveitar bastante o tempo de pista que teve (e foi encurtado por conta de problemas mecânicos que forçou o time espanhol a um trabalho extra no equipamento) e registrou a 17ª passagem, ficando entre outros dois brasileiros, Lucas Foresti e André Negrão; Cesar Ramos foi o nono.

"O primeiro treino serviu para a gente aprender a pista. Foi bom e vimos na prática que é pista bastante complicada. Tive que trocar o alternador e, na segunda sessão, perdi muito tempo por conta de um compressor que tivemos de trocar", relata Yann, que registrou seu melhor tempo em 1min25s880. O mais veloz foi Sam Bird, piloto de testes da Mercedes na Fórmula 1.

"Quando pude entrar na pista, dei quatro voltas e logo a sessão foi interrompida com bandeira vermelha. Na hora de voltar à pista, nos minutos finais, havia muita fila para sair dos boxes e checar os pneus, por conta disso, meu motor ferveu e tive de recolher de volta para a garagem. Mas acho que foi um dia bom, o carro estava ótimo", completa.

O sábado em Moscou terá a primeira classificação, às 2h30, e a prova de abertura da rodada dupla, às 6h30 (horários de Brasília). O domingo abre com a segunda tomada de tempos, às 2h15, e a corrida final, também às 6h30. O canal por assinatura Bandsports exibirá as duas provas.

Maserati 200 SI










quinta-feira, 12 de julho de 2012

QUEM, QUANDO, ONDE?



Mais um desafio do Caranguejo 


quarta-feira, 11 de julho de 2012

NOSSO POBRE AUTOMOBILISMO...

Duas situações distintas, mas tão parecidas, no Rio um grupo luta para ter uma pista, em São Paulo alguns abnegados que continuam a correr campeonatos paulista, lutam apenas para treinar.
Quando nossos dirigentes vão encarar o automobilismo como coisa seria?


Rui Amaral Jr



TREINOS EM INTERLAGOS...PIADA.

"Pois bem meus amigos, mais uma vez estou engasgado com este assunto. Hoje está fazendo um mês que estamos querendo treinar no Autódromo de Interlagos, sim é lá que sempre foi o lugar apropriado para todos os eventos automobilísticos. Eu como piloto que colocou  o meu primeiro carro em 1974 neste autódromo, nunca passei pelo que estou passando hoje, e o pior que não existe uma pequena alma que possa me responder quando e porquê não pode ter treino de quinta feira. Quando comecei a correr, nos treinava-mos vários dias por semana e também aos finais de semana quando não tinham provas.Hoje os tempos mudaram, as coisas são diferentes, mas o autódromo é sim lugar de automóveis, mas pelo que vejo ele serve para tudo e para todos, mas quando se trata de Automobilismo, parece que as regras são outras. Eu tenho carro de corrida, assessoro outros pilotos que também me cobram muito pelos treinos que acabam por não acontecer, temos que fazer acertos nos carros antes das etapas, mas pergunto, aonde agente pode treinar? há devemos ir para outro Estado deve ser assim, porque o nosso autódromo de Interlagos tem que servir para tudo, menos para os nossos treinos. Mais uma vez vou falar, quando estamos em rodinha de amigos, fica sempre aquela conversa dos Autódromos do Mundo, que beleza aquela pista, que maravilha a outra, sempre as pistas do Mundo são as melhores que as nossas, porque será? são as más organizações dos Autódromos, ou a má vontade de fazer o que é certo...este Interlagos deveria fazer parte de muitos Autódromos de nome sim,  onde se podia fazer Museus do Automóvel, Restaurantes, Parques, Shopping etc, mas não fazem isso, vivem mexendo todo o ano fazendo novas mudanças, atrapalhando a vida dos profissionais que vivem do automobilismo.Vou postar algumas fotos que mostram alguns autódromos, e também postarei o nosso para todos verem que tem muito lugar para se fazer as coisas que citei, e fazendo não abalariam os nossos treinos, e garanto que os pilotos se sentiriam mais profissionais com gente toda a hora no recinto, pois nos eventos de corrida do Paulista....esquece, não tem uma viva alma assistindo."


José Ferraz
http://joseferrazcompeticoes.blogspot.com.br/2012/07/treinos-em-interlagospiada.html



SOS Autódromo do Rio


terça-feira, 10 de julho de 2012

Caranguejo

Hoje meu amigo faz 50 anos e nada mais justo que comemorar a data com um de seus posts. Às vezes ele assina como Carlos Henrique, outras como Carlos Henrique Mércio, mas na verdade é o mesmo Caranguejo de sempre. Lembra e sabe tudo do automobilismo, em comum temos essa paixão e a admiração por alguns mesmos ídolos, como Tázio, Chueco, Jimmy...
Parabéns amigo de tantas, felicidades e um forte abraço!  





O GAÚCHO TRISTE


O santafesino Carlos Reutemann, foi um piloto que nunca foi unanimidade em sua terra,mas também jamais provocou indiferença. Amado pelos torcedores, era desprezado pela imprensa argentina. Perseguido pela sombra do mitológico Juan Manuel Fangio, nunca chegou perto de seus resultados, mas em dez anos de carreira participou de 147 GPs, teve doze vitórias, seis pole positions, seis melhores voltas, marcou 310 pontos e subiu ao pódio em 45 oportunidades. Claro que poderia esperar-se mais dele. O Chueco venceu campeonatos por todas as equipes onde passou. O Lole, foi algumas vezes atrapalhado por companheiros de equipe mais talentosos do que ele, caso de Lauda ou mais malandros como Alan Jones.





 1971 estréia na Argentina com MacLaren.
 1973 Brabham BT42.
1974, GP da Argentina a tomada de ar quebrada forçou o consumo de combustivel.
 1974 Brands Hacth.
1975, GP da Argentina Lolle e Pace, Brabham BT44B.
1975 Kyalami, Branham BT44B.

Considerado prudente, muitas vezes parecia largar para uma corrida disposto a não se arriscar: procurava manter uma posição entre os ponteiros e esperava que quebrassem os que iam a sua frente. Se ninguém tivesse problemas, terminava na mesma posição. Mas quando treinava bem, marcava bons tempos e saia na frente, dificilmente cometia erros e a vitória era sua. Às vezes parecia emocionalmente frágil, como quando ficou sem combustível na penúltima volta do GP da Argentina de 74, quando ocupava a liderança. O Lole chorou copiosamente; em outras vezes, era frio e determinado, como no GP da Grã-Bretanha de 78, quando aproveitou-se da hesitação de Niki Lauda para ultrapassar o retardatário Bruno Giacomelli e assumir a ponta, num drible antológico. 

Ferrari 312T
 Lotus 79 em Buenos Aires.
Lotus 79.

Poucos amigos, poucos sorrisos, alguns o chamavam “O Gaucho Triste”. Dizem os que o conheceram que se num dia estava simpático e agradável, no outro, cara amarrada e capaz de passar por um amigo sem cumprimentar. Em 81, seu último ano competitivo, enfrentou Nelson Piquet e só foi derrotado na última prova do ano, em Las Vegas. Mesmo largando da pole position, teve problemas com o carro logo no começo da prova e não conseguiu resistir quando Piquet o passou para ganhar o campeonato. Depois, perguntado por que não jogara o carro em cima do Brabham do brasileiro e assim ganhar o título (sim, essa já era uma prática comum no começo da década de oitenta: 

1981 Willians FW07C.
1980 Willians FW07B.

Jones fizera isso com Piquet um ano antes), respondeu que jamais pensara em ganhar um título mundial dessa forma. Casado com Maria Noemi Claudia Bobbio Orellano, a Mimicha, de quem se separaria em 2006, Lole foi pai de duas meninas, uma das quais já lhe deu um neto. Desde 1991, enveredou pela política em seu país e já foi duas vezes eleito governador da província onde nasceu. Atualmente, ocupa o cargo de senador e claro, tem pretensões maiores. Mas de política eu não falo.

Carlos Henrique Mércio - Caranguejo

Post de 28 de Outubro de 2011

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Silverstone 2012 Formula Um e GP2 2ª corrida

 Luiz Razia
Davide Valsecchi, Luiz Razia, Felipe Nasr


GP2: Luiz Razia vence pela quarta vez e consolida liderança do campeonato em Silverstone
Brasileiro bate rival Davide Valsecchi em disputa direta e ultrapassagem fantástica; vantagem agora é de seis pontos: "Pressão agora está com ele", diz.
Vitória e consolidação da liderança do campeonato. Foi desta forma que Luiz Razia encerrou a sétima rodada dupla da GP2 em 2012, no circuito de Silverstone. No templo do automobilismo, o piloto brasileiro levou a melhor em uma disputa direta com seu principal rival, o italiano Davide Valsecchi, após largar em quinto e ultrapassar um a um seus concorrentes.

O piloto da Arden impôs sua superioridade de forma maiúscula em cima de Valsecchi quando ambos disputavam a terceira posição, ultrapassando o italiano por fora na curva Bridge, uma das mais velozes do circuito inglês. Os dois ainda duelariam na metade final da corrida de 21 voltas, com Razia recebendo a bandeirada 5s6 à frente do competidor da DAMS. A festa brasileira foi completada com a terceira posição de Felipe Nasr.

"A combinação do fim de semana foi muito positiva. Somei dez pontos ontem, 15 hoje, marcando 25 de um total de 30. Esse é o objetivo de toda a etapa. Tem que ser muito constante, e ainda bem que esta constância tem sido com vitórias, o que traz mais motivação", destaca Razia, que passou para 165 pontos na tabela, contra 159 de Valsecchi.

"Agora sou o único piloto a ter conquistado quatro vitórias no ano, o que traz bastante confiança não só para mim, como para a equipe também. Agora é manter os pés no chão, pois temos cinco etapas pela frente; acho incrível como fiz tantos pontos e a vantagem continua pequena", analisa o piloto baiano de 23 anos, que ressaltou o fato de ter vencido em um dos locais mais tradicionais do automobilismo mundial.

"Vencer em Silverstone é realmente especial. Ganhei na Malásia, que é uma pista legal, em Barcelona, onde todos treinam, em Valência e agora em Silverstone, que foi sensacional. Isso que, se não tivesse furado o pneu, teria brigado pela vitória em Mônaco", diz. De volta à liderança do campeonato desde a prova inicial, Razia agora diz ter jogado toda a pressão em cima de Valsecchi para as corridas posteriores.

"A pressão agora está com ele. Tenho um bom ritmo, sei o carro que tenho. Tenho trabalhado bem com o meu engenheiro e ele agora precisa fazer algo. Vou continuar trabalhando e meu objetivo é minha primeira pole na temporada", completa. Este desafio pode ser cumprido em duas semanas, quando a GP2 disputa a oitava rodada dupla do ano no circuito de Nurburgring.

Resultado da corrida deste domingo:
 1. Luiz Razia (Brasil), 21 voltas em 37min28s656;
 2. Davide Valsecchi (Itália), a 5s642; 
3. Felipe Nasr (Brasil), a 17s775; 
4. Esteban Gutierrez (México), a 19s969; 
5. Jolyon Palmer (Inglaterra), a 25s869; 
6. Nigel Melker (Inglaterra), a 28s600.

Classificação do campeonato após 14 corridas: 1. Luiz Razia, 165 pontos; 2. Davide Valsecchi, 159; 3. Esteban Gutierrez, 122; 4. James Calado, 95; 5. Max Chilton, 95; 6. Giedo van der Garde, 93; 7. Fabio Leimer, 69; 8. Marcus Ericsson, 56; 9. Johnny Cecotto, 49; 10. Jolyon Palmer, 48; 11. Felipe Nasr, 46.


FORMULA UM
 Mark Webber


RESULTADO
1.º - Mark Webber (AUS/Red Bull), 1h25min11s288
2.º - Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 3s060
3.º - Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), a 4s836
4.º - Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 9s519
5.º - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus), a 10s314
6.º - Romain Grosjean (FRA/Lotus), a 17s101
7.º - Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 29s153
8.º - Lewis Hamilton (ING/McLaren), a 36s400
9.º - Bruno Senna (BRA/Williams), a 43s300
10.º - Jenson Button (ING/McLaren), a 44s400
11.º - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber), a 45s300
12.º - Nico Hulkenberg (ALE/Force India), a 47s800
13.º - Jean-Éric Vergne (FRA/Toro Rosso), a 51s200
14.º - Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso), a 53s300
15.º - Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 57s300
16.º - Pastor Maldonado (VEN/Williams), a 1 volta
17.º - Heikki Kovalainen (FIN/Caterham), a 1 volta
18.º - Timo Glock (ALE/Marussia), a 1 volta
19.º - Charles Pic (FRA/Marussia), a 1 volta
20.º - Pedro de la Rosa (ESP/Hispania), a 2 voltas
21.º - Narain Karthikeyan (IND/Hispania), a 2 voltas

CAMPEONATO

Alonso 129 pontos
Webber 116
Vettel 100
Hamilton 92
Raikkonen 83
Rosberg 75

FOTOS: AFP, Reuters