A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

domingo, 4 de março de 2012

Nascia meu ídolo, valeu Jimmy - 4 de Abril de 1936

 Lotus 49, 1967 vitoria no GP do México.
Acredito ser a entrada da curva Peraltada.

FORMULA VEE 


O sempre bom texto, do Cezar Fittipaldi.


Que carro é este, o que fez, e quem o fez?


sexta-feira, 2 de março de 2012

250GT SWB Berlinetta - Mini


Ontem recebo a News Letter da Ferrari, e com vontade de saber a visão deles dos treinos  pré  temporada de FI, abri imediatamente.
Vejam a surpresa, era uma série de miniaturas, de seus carros, que a Ferrari vende. Babei nesta 250GT e peguei as fotos e traduzi o texto para mostrar a vocês.
Ofereço este post aos meus amigos; Domingos, que lá de Portugal faz miniaturas maravilhosas, Claudinho, Tohmé, Juanh, Vasco, Pedro, Fernando, Romeu a todos que gostam de Ferraris e admiram as minis! 







Moss e ela. 

Um dos mais importantes carros de corrida GT do período, o 250GT SWB Berlinetta foi apresentado no Salão Automóvel de Paris em outubro de 1959.
A carroceria construída por Scaglietti manualmente, permitiu-lhe dar ao carro uma aparência elegante e potente ao mesmo tempo.
A combinação de baixo peso, alta potência, suspensão devidamente equilibrado e freios a disco, fez também muito competitivo.
O Ferrari 250 SWB ganhou o Mundial de Fabricantes na classe GT em 1961.
Esta réplica foi cuidadosamente modelada sobre o chassi nº 2735, vitoriosa nom Tourist Trophy Goodwood em 1961 com Stirling Moss.
Este carro era de Rob Walker por isso sua cor azul e branca.
Tudo é feito sempre que possível para coletar dados de qualquer fonte para garantir a exatidão histórica do modelo.
No modelo de escala 1:8 atinge cerca de 60 cm (24 polegadas) de comprimento. Para implementar os componentes o mestre levou cerca de 2.000 horas de trabalho com uma pequena equipe de construtores de modelos altamente qualificados.
Para a construção e acabamento de cada modelo levou cerca de 250 horas e mais. O modelo é feito com precisão até os menores detalhes.
Você pode ver o compartimento do motor, chassis, transmissão, suspensão e interior, todos feitos com a máxima precisão.
Cada modelo está disponível em edição limitada de 99 peças, acompanhados de um certificado de autenticação assinada e numerada na placa base.

Dimensões externas de embalagem: 90 x 56 x 49

Peso: 22 kg

Preço $ 5.588,00 Euros 

VELOCULT



 Emerson com Ervin e Zé.
 Alex Dias, Aniso Campos, Águia, Graziela, Emerson, Emilio Zambello, Geraldo Meirelleres, Bird.

Emerson, Bird, na segunda fila, Anisio, Chico Rosa.


AUTOMOBILISMO, ANTIGOMOBILISMO OU AMIGOMOBILISMO?
Há cerca de um ano escrevi um artigo, atendendo a um convite dos amigos Fátima e Fernando Barenco, administradores do excelente site Maxicar. Se quiserem, poderão acessá-lo neste link:
Na ocasião manifestei a opinião de que o Antigomobilismo ( neologismo criado por Malcolm Forest e tornado oficial pelo Roberto Nasser ) poderia ser também chamado de Amigomobilismo, termo que criei e ganhou muitos adeptos pelo Brasil afora.
Os Antigomobilistas são uma confraria e dividem com seus amigos, a paixão pelo carro antigo e sua história. Assim podem ser chamados de Amigomobilistas.
Ontem, 27/02/2012, fui obrigado a reformular o meu conceito de Antigomobilismo. Peço que me acompanhem no texto abaixo, e verifiquem se tenho razão.
Nesta 2ª feira a noite, tive o privilégio de participar de um evento, organizado pelo amigo e grande artista plástico, o Paulo Soláriz. Ele e sua família, de maneira abnegada, levaram pelo 3º ano consecutivo, a exposição VELOCULT ao Conjunto Nacional, na mais Paulista das Avenidas.
Dedicado ao Automobilismo Brasileiro, a Exposição sempre apresenta temas de alto nível, com personalidades e carros que marcaram época, destacando-se pilotos, dirigentes, mecânicos, jornalistas e fotógrafos que, de uma maneira ou outra, construíram a nossa História Automobilística.
Minha esposa e eu tínhamos a expectativa de um grande evento, pois estivemos presentes no ano passado. No entanto, fomos surpreendidos com uma maravilhosa e inesquecível festa, quando grandes nomes do Automobilismo se encontraram e dividiram conosco, suas experiências e histórias de vida.
No saguão, as primeiras surpresas: a Carretera 18 do Camilo Christófaro, o Interlagos nº 22 do Bird Clemente, um Fórmula Indy do Mario Andretti, vários veículos produzidos pelos alunos da FEI, o indelével Aruanda do Prof. Ari Rocha, dois Allards dos irmãos Marx, diversas esculturas do Paulo Soláriz, capacetes do Sid Mosca, lindas miniaturas da Automodelli e outros diversos itens ligados ao Automobilismo, como um estande da Fundação Ayrton Senna, onde comprei miniaturas dos F1 que ele pilotou.
Bird Clemente, Emerson Fittipaldi, Chiquinho Lameirão, Tony Bianco, Reginaldo Leme, Décio Bittencourt, Alex Dias Ribeiro, Cláudio Carsughi, Chico Rosa, Ricardo Bock, Paulão Gomes, Roberto Nasser, dentre tantos outros, (se eu tentar nominar todos, certamente vou esquecer muitos) nos proporcionaram inesquecíveis momentos, tanto nas conversas informais como nas breves palavras que proferiram durante a bonita apresentação elaborada pelo Ronaldo Nazar. E nem mencionei os inúmeros amigos que tive o prazer de rever....
Meu sentimento foi o de uma grande família se reunindo para recordar os bons momentos, mas também se emocionar quando foram lembrados aqueles que já nos deixaram.
Sendo assim, por meio deste pequeno texto, quero estender o significado da palavra Amigomobilista também para o Automobilista, pois ambos são grandes admiradores dos automóveis em geral, sempre respeitando o gosto e preferências individuais, mas todos com a mesma paixão e objetivo: preservar a memória do automóvel e a sua história, que pode ser contada de diferentes maneiras.
Espero que concordem e peço suas opiniões e comentários, pois o Amigomobilismo é isso: amigos compartilhando suas experiências e emoções com estas máquinas maravilhosas que são os automóveis, seja no contexto e tempo que estiverem presentes.
Convido a todos a prestigiarem o Evento e conferirem toda a beleza do mesmo.
Abraços,
Ervin Moretti
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Ronaldo Nazar, eu e amigos, o Águia aparece de costas.

Também  estive no VELOCULT e fiquei tão feliz que nem tive o que escrever! Obrigado a todos os amigos que lá encontrei e um forte abraço!

Rui

quinta-feira, 1 de março de 2012

REVISTA ILUSTRADA DE MARÇO ‏ 2012

GP Monte Carlo 1981 - Vídeos




A corrida completa



quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Monte Carlo 1981



1981, a Formula Um chega a Monte Carlo, a Pole foi de Nelson Piquet com a Brabham BT 49C, no segundo lugar largou Gilles e a Ferrari 126CK, em terceiro Nigel Mansell e a Lotus 87.
Gilles venceu  Alan Jones e a Willians FW 07C por 80/100, fazendo Alan a melhor volta com o tempo de 1,27.470 , em terceiro Jacques Laffite e a Ligier  JS17 à 50/100 de Alan, 4º Didier Pironi com a outra Ferrari, 5º Eddie Cheever com a Tyrrel 10, 6º Marc Surer com a Ensign N180B e 7º Patrick Tambay com a Theodore TY01. 
Foram os únicos  a completarem a corrida. 
Neste ano Nelson venceria seu primeiro campeonato mundial de F.I. 
Para meu amigo Washington Luiz Demosthenes.





terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Julio Caio Azevedo Marques

Lucho, Julio, seu pai  Henrique Paulo de Azevedo Marques e Ingo. 


1975, Super Vê, Guaraná #29, Lameirão #3 e Júlio Caio #41.
 Brasília 1976 Super Vê.
Recebendo a bandeirada  no Autódromo de Cascavel/74, prova da Super Vê. Ao fundo Nelson Piket.
 Tarumã 1975 num dia frio, Julio vê o mundo ao contrário; capotagem dupla, na primeira bateria, saiu ileso. Super Vê.

 73 Interlagos, Fórmula Ford. Repare na configuração diferente dos carros da Hollywood. Alex #9 e Júlio Caio #10 , secundando,os carros da Motoradio: 
Lameirão #14 e Angi Munhoz #15.

Julio e eu somos amigos a longos anos, estudamos no Colégio Paes Leme na década de 60, essas fotos são de seu arquivo pessoal. 
O Caranguejo com sua memoria, me ajudou mostrar os locais das corridas, menos na foto que Julio está, com seu pai, dele me lembro muito bem. 
Um abração Julio, em breve nos veremos novamente!  

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

ARUANDA no VELOCULT






Aruanda, 1º carro-conceito do Brasil, é destaque na Velocult
Um dos destaques da 3ª Velocult, que realiza-se de 28 de fevereiro a 17 de março no Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2.073) é a presença do revolucionário Aruanda.
Considerado o primeiro carro-conceito brasileiro, sua história ultrapassa fronteiras. Projetado numa época dominada por automóveis grandes e pesados, era uma idéia muito à frente do seu tempo.
No ano de 1963, o jovem Ari Antonio da Rocha, estudante de Arquitetura na FAU-USP, idealizou um veículo de uso urbano, altamente econômico e com a proposta de baixa emissão de poluentes. Ari previa que nas décadas a seguir, as grandes cidades se veriam às voltas com problemas de tráfego intenso e poluição, além do alto preço dos combustíveis fósseis.
Assim foi criado o Aruanda, com espaço para até 3 passageiros, para-brisas panorâmico, espaço para carga na parte traseira, bancos deslocáveis, volante regulável, ventilação controlada, portas de abertura lateral, painel acolchoado, anel de proteção, peso estimado em 330 kg e dimensões reduzidas(2,40 x 1x70 x 1,40).
O projeto foi apresentado no Salão do Automóvel de 1964 e recebeu o Prêmio Lucio Meira, criado por Caio Alcântara Machado, idealizador do evento. Aquela premiação foi fundamental para o futuro do jovem projetista, que na época era estagiário na Vemag, no bairro do Ipiranga, em S. Paulo. Convidado por Mario Fissore para criar o protótipo do Aruanda, Ari Rocha transferiu-se para a Itália, onde acompanhou a construção do veículo no estúdio da Carrozzeria Fissore.
Exibido no 47º Salão de Turim de 1965, o Aruanda recebeu o prêmio especial como a proposta mais inovadora. Pela primeira vez no mundo, via-se um automóvel mono-volume em forma de cunha (solução aerodinâmica consagrada na atualidade), que visava minimizar a resistência do ar e, conseqüentemente, o consumo de combustível. O projeto ia de encontro a todos os padrões da época e revolucionava o design automobilístico. O impacto foi muito grande. Várias personalidades, dentre as quais o pentacampeão da F1 Juan Manuel Fangio, foram conhecer de perto aquela novidade. O Aruanda foi capa da mais importante publicação italiana sobre automóveis, a revista Carrozziere.
Inicialmente, a proposta era usar o motor MV Agusta bicilíndrico, de 28 cv, com previsão de consumo em torno de 20 km/litro de gasolina e velocidade máxima próxima aos 100 km/h.
Trazido para o Brasil, o Aruanda foi exibido em diversas exposições. Das propostas surgidas para sua fabricação, uma das mais atraentes foi apresentada pelo Presidente do Senado Australiano, em 1966. O plano era de fabricá-lo naquele país e equipá-lo com motor elétrico de 10 cv. Ari Rocha, no entanto, queria que seu projeto se tornasse realidade em solo brasileiro. As iniciativas de produção nacional esbarraram em barreiras até hoje não muito claras e que contrariavam interesses comerciais de multinacionais recém-instaladas no país.
Em 1973, na primeira tese de Doutorado em Design defendida no Brasil, Ari Rocha propunha a limitação de acesso de veículos aos centros urbanos e a criação de bolsões de estacionamento. Ali, o motorista deixaria seu carro particular e alugaria uma versão do Aruanda equipada com motor elétrico criogênico (que funciona a baixas temperaturas). A idéia era que o público utilizasse essa modalidade de transporte para se deslocar pela área restrita e o devolvesse num dos outros bolsões espalhados pela cidade para ser utilizado por outro motorista. É interessar salientar que essa idéia vem sendo testada atualmente em algumas cidades européias.
Após anos de tentativas frustradas, Ari Rocha desistiu do plano de fabricar o Aruanda.
No ano de 1978, o carro foi levado à fábrica da Puma para reparos. Após uma chuva em que houve uma grande enchente, o carro foi dado como desaparecido. Cerca de 30 anos depois, o veículo foi localizado em Bauru pelo chaveiro Osvaldo Petroni Jr. Sem saber do que se tratava, pesquisou até descobrir que ali estava um exemplar único e de incalculável valor histórico. Conseguiu entrar em contato com Ari Rocha a quem foi devolvido o veículo.
O Aruanda encontrava-se, entretanto, em mal estado de conservação. Entregue aos cuidados do renomado restaurador Ricardo Oppi, encontra-se quase que totalmente recuperado. O veículo foi exibido no Salão Internacional de Veículos Antigos e na edição dos 50 anos do Salão do Automóvel, ambos em 2010.
Uma pesquisa intensa vem sendo desenvolvida visando a conclusão do restauro e a preservação desta verdadeira obra-prima, fruto da engenhosidade e da criatividade de grande brasileiro chamado Ari Antonio da Rocha.
A 3ª Semana Cultural da Velocidade é um evento idealizado pelo designer Paulo Saláriz com apoio da Secretaria da Cultura do Município de São Paulo, Conjunto Nacional, CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) e seu presidente Cleyton Pinteiro. Toda a renda do evento será revertida em prol da organização “Médicos Sem Fronteiras”.
Serviço: 3ª Semana Cultural da Velocidade – Velocult
Local: Espaço Cultural Conjunto Nacional
Endereço: Avenida Paulista, 2,073 – São Paulo – SP
Data: Cocktail de abertura para imprensa e convidados: 27 de fevereiro de 2012
Período de visitação do público: de 28 de fevereiro a 17 de março de 2012


O ARUANDA tendo a seu lado Ricardo Oppi

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

TRAGÉDIA ANUNCIADA?

Há três anos escrevo o Historias e tento dividir com todos um pouco do que nós, meus amigos e eu, passamos nas pistas e um pouquinho do que conhecemos sobre automobilismo.
Quando do acidente na Copa Montana que dizimou o  piloto Gustavo Sondermann coloquei o blog à inteira disposição do Sergio, o diretor de prova para que escrevesse o que tivesse vontade. Ele que já escreveu aqui e muito educadamente preferiu não se manifestar, e respeitei  sua vontade.
Nos recortes que vou mostrar um caso semelhante e que abalou muito um amigo, eu apesar de não estar presente no dia conheci e conheço muito de perto os desdobramentos e sei o quanto foi difícil para os Bock a superação do fato.
Tenho guardados há dois anos os arquivos do Ricardo, quase tudo digitalizado e arquivado, e por respeito à amizade guardei algumas coisas entre elas esses recortes para mostrar com a autorização dele. 
Algumas semanas após o acidente recebi os Bock...Vera, Ricardo e o filho deles Rafael em nosso sitio para um almoço e sei bem o quanto eles sofreram com o ocorrido, e esse foi um dos motivos que me levaram a guardar por tanto tempo esse material.  
Duas ou três semanas atrás em sua casa conversamos sobre a panca e ele me perguntou se havia mostrado. Então aproveito agora para mostrar, esses recortes que  já mostrei a alguns amigos como o Caranguejo e o Fabiano, e ao mesmo tempo saber a opinião de todos sobre o assunto. 

Um abraço à todos,

Rui Amaral Jr 



CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIAR.



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

OPALAS - Divisão Um

Para meus amigos Tito, Caranguejo e Fabio mais alguns Opalas, estes em que o Prof Pardal correu na década de 70 do seculo que passou. 









sábado, 18 de fevereiro de 2012

IV Copa Festa da Uva 1961

Há 51 anos acontecia a IV COPA FESTA DA UVA em Caixas do Sul-RS


A prova vencida pelos exímios gaúchos, o piloto Ítalo Bertão representante de Passo Fundo e o co-piloto Passo-fundense, Daniel Winik com a carretera Chevrolet 1938, motor Corvette com caixa de 3 marchas + ré Corvette também, diferencial blocante de pick up Chevrolet, a famosa Caninana, N° 9 -montada em Passo Fundo por mecânicos da terra.
Conquistando o segundo lugar os curitibanos Germano Schlögl e Adir Moss.

Curiosidades:- Germano Schlögl, além de exímio piloto foi também grande preparador.
Foi passear com a carretera em um domingo à tarde, e após abasteceu-a e ao sair do posto foi abalroado por ônibus, morrendo tragicamente.

- a N° 9 ganhou também em 1961, as Mil Milhas Brasileiras de Interlagos com a dupla Orlando Menegaz e Ítalo Bertão

Publicado primeiramente no Jornal Zero Hora⁄Almanaque Gaúcho-Ricardo Chaves
17 de fevereiro de 2012
Colaboração: Nelson e Graziela M. da Rocha

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

FERRARI

312 PB Arturo Merzario/José Carlos Pace, 1973 2º lugar nas 24 Horas de Le Mans.
#19 Ligier JS2 Maserati Jean-Pierre Paoli/Alain Courdec, 29º lugar.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

UM DIA EM INTERLAGOS

Ano de 1977, abertura do IV Campeonato Brasileiro de FVW1600. O campeão do ano anterior, um certo Nelson Piquet, partiu para a Europa e aqui antigos adversários seus lançam-se à disputa por sua coroa. Habilitam-se Alfredo Guaraná, Marcos Troncon, Zé Pedro Chateaubriand, Mauricio Chulan, Antonio Castro Prado, Eduardo Celidônio, Chico Lameirão, Amadeo Campos, Pedro Muffato e Ronaldo C. Ely, dentre outros. Os melhores do Brasil, na melhor categoria nacional. Primeira etapa, disputada no desafiador Interlagos, seletivo com as manhosas curvas 3 e 4, Ferradura, Sol...Largada. Os desafiantes apresentam suas armas. Guaraná e Troncon dão a nota de como será aquele campeonato. 
A Equipe Brahma com Zé Pedro e Chulan demonstra que será uma luta encarniçada durante o ano. Guaraná vence a primeira bateria. No intervalo entre uma e outra, fecha o acordo com um patrocinador. Mas vai concluir a temporada com as cores de um segundo. Marcos Troncon, reveza-se entre dois carros, Castro Prado estrutura sua equipe para ser o futuro “papão” da categoria e Ronaldo Ely evolui e aguarda. Grids cheios, cobertura na imprensa, bom público. Assim eram os dias movimentados da chamada “Fórmula 1 brasileira”.


Caranguejo




terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Divisão 3- VÍDEOS E ALGUMAS FOTOS


Neste vídeo vemos uma bela corrida da D3 em Interlagos, grandes pegas entre grandes pilotos, que fizeram toda beleza da categoria. Entre eles alguns grandes amigos, Jr Lara, Teleco, Guaraná, Álvaro Guimarães.
Quem vem se pegando na curva do Sol, na primeira cena após a largada, no VW amarelo e azul Jr Lara Campos, no #38 Alvaro Guimarães e no #90 Teleco - Luiz Antonio Siqueira Veiga. 
Na próxima volta no mesmo lugar a Brasília #47 de Luiz André Ferreira, pressiona um VW preto e é seguida por um Chevette, se não me engano de Milton Amaral.  
Logo depois Jr toma o S, o original do antigo Templo, e vai para o Pinheirinho, seguido de perto pelo Álvaro, com Teleco logo atrás.
Na cena seguinte Álvaro já vem na ponta com Jr em segundo e Teleco em terceiro, seguido do #48 que acho que é do Vitor Godin, o #54 do Gigante, a Brasília de Luiz André.
Na última cena Álvaro sai do Bico de Pato... 
Um agradecimento especial, a quem gravou e postou, esta pagina de nossa história no YouTube 


Neste clip do Tomate - Mauricio Goghi - um pouco do que foi essa grande categoria.
 Obrigado meu amigo pelo carinho. 

Alvaro Guimarães
Luiz André Ferreira, Jr Lara, Marcos Levorin e Luiz Carlos Lara Campos.
Nós na casa do Ferraz.