A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Stock Car



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Navarrinho, sempre sorridente

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Rodrigo Navarro

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Thiago Camilo e Carlão Alves, companheiros no Brasileiro de Marcas

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Navarro em Curirtiba

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Stock Car: Carlão Alves completa seu time com Rodrigo Navarro para 2012
Rodrigo Navarro e Julio Campos a dupla de pilotos da Carlos Alves
São Paulo - 08/11/2011- O ex-piloto de Stock Car Carlão Alves, titular da equipe paulistana Carlos Alves Competition Team, acabou de fechar o seu time de pilotos para a próxima temporada da categoria, assinando contrato com o paulistano Rodrigo Navarro, que será parceiro do curitibano Julio Campos, para a disputa do Campeonato Brasileiro de Stock Car, versão 2012.

Carlão Alves ficou super satisfeito por ter assinado com Navarro, principalmente porque 2011 ainda não terminou e ele já está com os seus dois pilotos definidos para a temporada de estréia da Carlos Alves Competition Team, na principal categoria do automobilismo brasileiro.

Rodrigo Navarro conta a sua expectativa para a próxima temporada com a equipe de Carlão Alves:

"Fiquei muito contente por ter fechado o contrato com o Carlão Alves, principalmente porque ele tem uma enorme experiência no automobilismo, tanto como piloto quanto como preparador e chefe de equipe. 2011 foi a minha estréia na Stock Car e valeu como um grande aprendizado", contou Navarro.

"Mas, agora em 2012, com o Carlão e o Julio Campos, vou atrás de resultados. Gosto muito do Julinho, ele é um piloto com uma grande bagagem técnica e eu tenho certeza que vamos fazer um ótimo trabalho juntos. Sem dúvida a próxima temporada será para mim um ano de bastante evolução na Stock Car. Estou muito animado", concluiu Navarro.

O experiente Carlão Alves comenta a contratação de Rodrigo Navarro:

"Estou muito feliz por ter assinado com o Navarrinho, porque é um piloto batalhador, incansável que luta com unhas e dentes pelos seus objetivos. Eu gosto de pilotos assim, que dão tudo de si e se empenham ao máximo na busca de seus ideais. A Stock Car é uma categoria muito difícil e complicada, então um piloto não pode apenas guiar o carro, ele tem que se entregar de corpo e alma para conseguir qualquer resultado neste torneio", disse Carlão.

"O Julio Campos já trabalhou comigo por um ano e ele tem esse perfil de lutador. Agora com o Navarrinho o nosso time vai estar muito mais fortalecido, estruturado e pronto para enfrentar as 'grandes' da Stock Car. Estava já há alguns dias esperando a resposta do Navarrinho, fiquei muito alegre porque deu tudo certo, assinamos e vamos começar imediatamente a trabalhar para 2012," terminou o empolgado Carlão Alves.

Durante estes meses de recesso da Stock Car, os dois Stock V8 da Carlos Alves Competition Team, serão completamente desmontados e vão sofrer uma minuciosa avaliação técnica de todos os seus componentes.

Assessoria de Imprensa da Carlos Alves Competition Team
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MILLE MIGLIA 1955 - Denis Jenkinson - III











Obrigado Zullino e um abração.


terça-feira, 8 de novembro de 2011

MILLE MIGLIA 1955 - Denis Jenkinson - II









A QUE FOI SEM NUNCA TER SIDO


Ciccio e a Lancia D50

A Equipe Lancia de F1, era uma equipe bem nascida. Mas de brilho fugaz, sumiu para sempre (exceto no Rallys) e numa cruel ironia, viu outros colherem o benefício de seu trabalho e esforço. Falo do modelo D50, obra do húngaro Vittorio Jano, que já havia trabalhado para a Alfa-Romeo. Em 1954, essa equipe italiana contratou o experiente Luigi Villoresi; um novato talentoso, Eugenio Castellotti e ninguém mais, ninguém menos que Alberto Ascari, bicampeão mundial pela Ferrari em 52-53 com uma série impressionante de vitórias (onze). Gianni Lancia tinha grandes planos, mas o modelo projetado por Jano custou a ficar pronto. Ascari e Villoresi chegaram a participar com os modelos 250F da Maserati, durante a temporada e somente estrearam o carro novo no GP da Espanha de 1954.


Alberto "Ciccio"Ascari, Eugenio Castellotti e Luigi "Giggi" Villoresi.

Gigi Villoresi em Pedralbes 1954
Castelotti na Lancia-Ferrari

No ano seguinte e com força total, a Lancia parecia ser a concorrente natural da Mercedes Benz, mas o que pronunciava ser uma grande disputa, evaporou-se em quatro meses, com a morte de Alberto Ascari, treinando em Monza. A Lancia desapareceu juntamente com seu grande piloto, qual mulher que morre de desgosto depois de enviuvar. Com dívidas e desmotivado, Gianni retirou-se das pistas e praticamente doou seus carros para a Ferrari, devido a um acordo que havia entre ele e Enzo. Uma grande jogada para Maranello: os modelos que a Ferrari vinha utilizando, o modelo 625 e o 555, não eram nada competitivos. O curioso é que Ciccio Ascari morrera pilotando uma Ferrari, que utilizaria em dupla com Castellotti na Supercortemaggiore, em um acidente estranho, que não tivera testemunhas. A mesma Ferrari que agora praticamente ganhara os modelos D50, já desenvolvidos e que seriam rebatizados (nem a cor precisou ser trocada).

Juan Manuel Fangio, vitória em Silverstone-1956

 Com eles mais a contratação de Juan Manuel Fangio, o Cavalinho Rampante cavalgou como nunca em 1956, recuperando o título mundial. Quanto aos pilotos da Lancia, Ascari morrera; Gigi Villoresi, que nunca se entendeu com Enzo, foi dispensado e apenas Castellotti foi aproveitado e tentou sobreviver à política de Enzo. Conseguiu manter-se vivo até março de 57.

Carlo Henrique Mércio - Caranguejo

O HOMEM DO "CASCO" AZUL


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

MILLE MIGLIA 1955 - Denis Jenkinson - I


Dos arquivos de meu amigo Roberto Zullino, o jornalista Denis Jenkison conta na exelente MotorSport, a aventura que foi participar das Mille Miglia 1955, como navegador de Stirling Moss. 






São 18 paginas que vou postar em três vezes. Clique nas fotos expandir.


A PRIMEIRA DO PIKET


Piket

Ano de 1974, Cascavel, oeste do Paraná, recebe em sua pista a mais nova categoria do automobilismo nacional, a Fórmula Super Vê. Apoio de montadora, quatro a cinco fabricantes diferentes de chassi, ótima safra de pilotos e equipes bem estruturadas, além de apoio da grande imprensa. Embora ainda em sua primeira temporada, a categoria já ameaçava o reinado da bem sucedida Fórmula Ford. Em Cascavel, quinta e penúltima etapa de um campeonato disputadíssimo. O pole position era Ingo Hoffmann, um dos que brigavam pelo título. Ingo havia capotado espetacularmente nos treinos no Bacião, uma das curvas mais intimidadoras dos autódromos nacionais.
Julio e Ingo.

Risco desnecessário, já que a cronometragem tivera problemas com seu equipamento e as posições foram definidas num prosaico sorteio, em que Ingo ficou com a primeira posição. Não bastasse, o combustível cedido às equipes também tornara-se um problema: muitos galões continham água e alguns pilotos foram prejudicados.
Um deles Eduardo Celidônio, cujo motor parou na volta de apresentação. Prova disputada no sistema de três baterias, Ingo Hoffmann largou na frente na primeira. Contudo, o combustível “batizado” o tirou da prova na 12ª volta, quando o líder já era o “repatriado” Júlio Caio de Azevedo Marques. Este piloto paulistano, tentara a sorte na F3 britânica no começo da temporada. Prejudicado por um mau esquema, estava de volta às corridas brasileiras. O segundo colocado era Francisco Lameirão, que também almejava o título. Chico porém, teve problemas na penúltima volta e foi superado pelo brasiliense Nelson Piket (na época,a grafia era assim) e por Celidônio, em boa recuperação. A segunda bateria foi dominada por Júlio Caio e seu Magnum Kaimann. Alternaram-se em sua perseguição Chico Lameirão, cujo motor voltou a apresentar problemas e Piket, mas Nelson foi ultrapassado no final da bateria pelo carioca Mauricio Chulan.
Chico e Julio.

A derradeira bateria, foi a mais disputada do dia. Júlio Caio saiu na frente. Foi ultrapassado pelo Heve de Chulan, mas retomou a ponta. A partir da terceira volta, entretanto, o pega foi restrito entre Júlio Caio A.Marques e Nelson Piket. Os dois andaram juntos durante as quinze voltas. Piket, já havia definido que atacaria Júlio na última volta, na curva a 50 metros da bandeirada. Quando deu o bote porém, os carros se tocaram. O Polar de Piket rodou para dentro da pista e ele recebeu a bandeirada de lado (alguns dizem que foi de ré) enquanto o carro de Júlio Caio ia parar dentro dos boxes e teve de ser empurrado para voltar e receber a bandeirada em último. Corrida movimentada mas por sorte, os protagonistas ainda estão por aí e não só podem, como devem esclarecer se houve algum exagero ou fantasia nestas linhas. Já faz tanto tempo...e eu não tive a dita de estar em Cascavel naquele 24 de novembro.

Caranguejo


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As fotos desse post são da Quatro Rodas edição Janeiro de 1975. São apenas ilustrativas já que foram feitas na etapa de Interlagos.


domingo, 6 de novembro de 2011

ANTOLOGICAS

O GP da Argentina em Buenos Aires era disputado no final da década de 50 e começo da de 60 no mês de Janeiro ou Fevereiro. O calor era tanto que os pilotos se revezavam na pilotagem. Alguns recebiam baldes de agua em uma curva de baixa velocidade.

Fangio e a Mercedes Benz W196 vencedor em 1955.
"Entonces sentí que Neubauer me decia que si estaba muy fatigado, le diera el auto a Stirling Moss. Como iba a dárselo? Tenia la victoria al alcance de la mano. Y un poco soñando y otro mucho sufriendo, completé la distancia y gané aquella carrera".  
"Comecei a imaginar que eu era um homem perdido na neve, e teria que seguir em frente senão morreria de frio. Houve um momento que achei que não conseguiria, porém quando um certo momento crítico era superado, meu animo se restabelecia e a vontade de vencer retornava" 
Juan Manuel Fangio



1960 Froilán González Ferrari Dino 246


1960 Harry Schell, Cooper T51 

Caranguejo e Rui 

sábado, 5 de novembro de 2011

Perseguição na NASCAR

Meu amigo Carlos Eduardo Fernandes mostrou a panca lá no FaceBook  O Kyle #18 ficou bem nervoso!Parece que foi suspenso por decisão da Nascar. 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Divisão 3

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Stock Car 2012



 
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Guilherme Ferro em ação na Stock

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Julio Campos

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Carlão Alves (dir), comemorando no pódio.

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Os dois Stock Cars da Carlos Alves Competition Team

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Stock Car - Carlão Alves reforça o time para 2012, com a contratação de engenheiro mecânico
degrau à degrau Carlão Alves vem se preparando para os desafios da Stock Car
São Paulo - 03/11/2011 - O ex-piloto de Stock Car Carlão Alves, titular da equipe paulistana Carlos Alves Competition Team, está se preparando passo a passo, para disputar a próxima temporada da Stock Car, em nível de igualdade com as maiores e melhores equipes do torneio e para tanto já havia assinado contrato com o piloto paranaense Julio Campos e agora acabou de contratar o engenheiro paulistano, Guilherme Ferro.

Guilherme Ferro desde a infância foi um apaixonado por automobilismo e por mecânica de automóveis, tanto que aos dezessete anos, na hora da escolha da faculdade, a paixão falou mais alto e ele não teve a menor dúvida em escolher fazer engenharia mecânica com ênfase em automobilística, na FEI. Em 2003, com vinte dois anos já estava formado e foi trabalhar com o ex-piloto Darcio dos Santos (tio do Rubinho), que na época fazia duas categorias, Fórmula 3 e Fórmula Renault.

Durante quatro anos consecutivos, capitalizou grande experiência em carros de fórmula e em 2007 migrou para a Stock Light, que depois se transformou em Copa Vicar. Em 2008 trabalhou com o piloto Andre Nicastro, que foi considerado revelação da categoria. Em 2009, com a chegada dos novos carros da Stock Car, surgiu a oportunidade de trabalhar como engenheiro responsável por um dos carros da equipe Officer e em 2010 já estava trabalhando com o ex-piloto de Fórmula Um, Ricardo Zonta, o que enriqueceu ainda mais o seu currículo. Também trabalhou na GT3, no time Via Itália Racing em 2010, e este ano na AH Competições.

Ghilherme avalia sua contratação pela Carlos Alves Competition Team:

"Minhas perspectivas para 2012 são as melhores possíveis, pois pude trabalhar com o Julio Campos metade dessa temporada na equipe RZ do Zonta, e o nosso entrosamento foi rápido. Esse convívio com o Julio, embora curto, foi determinante para a minha decisão de aceitar o convite do Carlão Alves para me juntar ao seu time. Gostei muito da estrutura da equipe, a seriedade e comprometimento de todos os envolvidos e a vontade de vencer do Carlão. Por todos esse motivos acredito ser possível brigar por pódios e vitórias já na nossa primeira temporada", contou o engenheiro.

"Mas, temos que manter os pés no chão e não esquecer que se trata de uma das mais difíceis e competitivas categorias do planeta, mas mesmo conhecendo todas essas dificuldades, acredito que poderemos apresentar um bom nível de competitividade já no ano de estréia da equipe. Vencer ou não depende muitas vezes de pequenos detalhes, mas creio que poderemos gerar as condições para brigar por vitórias", concluiu Guilherme Ferro.

Carlão Alves também está muito satisfeito e empolgado com a contratação do engenheiro paulistano:

"Gostei muito do Guilherme, um rapaz sério e compenetrado com uma ótima formação cultural. Tenho acompanhado o trabalho dele lá no Zonta e o Julio Campos sempre o elogia para mim. Acho que vamos fazer um bom trabalho juntos, principalmente porque ele já conhece bem o Julinho e me parece que tem sede de vitórias. É isso que estamos precisando, de profissionais preparados e com muita vontade de enfrentar os enormes desafios da Stock Car", contou Carlão Alves.

"A Stock é super competitiva, mas a Montana também é e o Brasileiro de Marcas não fica atrás. Os nossos carros e todo o nosso material são praticamente novos e vamos dar o máximo de nós para fazermos uma boa figura já nesta primeira temporada. Estou muito animado com tudo o que está acontecendo", concluiu o experiente Carlão Alves.

Neste domingo (06/11) acontece a derradeira etapa do Campeonato Brasileiro de Stock Car, no Autódromo Internacional do Velopark, na região metropolitana de Porto Alegre (RS).

Assessoria de imprensa da Carlos Alves Competition Team
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

ANTOLOGICAS