A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

terça-feira, 25 de maio de 2010

Carlos Mesa Fernandes







"Rui, estou com o Carlos Mesa aqui na oficina, com um monte de fotos dele” era o Ferraz me contando que o Carlos tinha ido visita-lo e ia contar para nós um pouco de sua carreira.
Ele começou a correr na década de 60, quando o Ferraz e eu éramos garotos, eu mais que o Ferraz e pilotou em varias categorias. Simcas, Berlinetes, VW D3, Polara na D I e por aí vai.
Logo ele vai nos contar um pouco de sua carreira em todas categorias que participou, incluindo aí o começo de nossa gloriosa Divisão 3.
Valeu Carlos um abraço do Ferraz, meu e de todos que te conheceram.


Carlos a esquerda e a Maserati, seria a que pertenceu ao Victório Azzalin?

De Simca brigando com uma Berlineta na decada de 60.

De VW D3 no começo da categoria, ainda com pneus radiais.



Dodge Polara na Divisão Um.

No podium.


Classificação da Divisão Um, Interlagos 1977.


segunda-feira, 24 de maio de 2010

Copa Chevrolet Montana - Parabens Amadeu e Eduardo Leite.

Rafael Daniel, Amadeu Rodrigues, Eduardo Leite e Serafim Jr
FOTO: Fernanda Freixosa/Vicar


Eduardo Leite em foto de Duda Barros.

1) Eduardo Leite - 39:38.640
2) Rafael Daniel - 39:43.801

3) Serafim Jr - 39:45.534

4) Diogo Pachenki - 39:49.218

5) Lucas Finger - 39:55.190

6) Galid Osman- 39:57.235

7) Marco Cozzi - 39:58.269

8) Sérgio Ramalho - 39:58.567

9) Wellington Justino - 39:59.656

10) Sérgio Jimenez - 40:03.441
 
 
 

INTERLAGOS


"Graham Hill" atrás seu belo Spyder, foto Fabio Poppi.

Sábado em Interlagos outro dia de boas corridas e nenhum publico nas arquibancadas. Bom para encontrar os amigos e rever os que não via a temos, na foto acima com o popular "Graham Hill" piloto que começou a correr antes de mim e continua na ativa até hoje correndo o Campeonato Paulista de Spyder. Talvez a carreira mais longa de um piloto que eu tenha conhecimento. Mais para frente mostrarei fotos das corridas e alguns depoimentos. Nos bastidores a conversa correu solta e sentados a uma mesa da lanchonete Guilherme Decanini, Roberto Zullino, Mestre Joca, Fabio Poppi, Francisco Amaral e eu, imaginem só as histórias!     


Dois pilotos"conhecidos" meus com o carro que preparam para o Rally dos Sertões. 

sábado, 22 de maio de 2010

1967 Oulton Park Gold Cup Saloons



Para meus amigos Caranguejo, Francis e Tohmé.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

INGLATERRA 1968


Enquanto aqui no Brasil no ano de 1968 o automobilismo tinha poucas corridas a maioria agrupadas na mesma categoria, o templo Interlagos estava em péssimas condições e precisava urgente de uma reforma, na Inglaterra a organização do automobilismo promovia milhares - eu disse milhares - de corridas na Ilha, Formula Ford, Formula 3, Turismo, GT e outras categorias. Só as corridas de Formula 3 que consegui contar foram mais de cento e vinte naquele ano, nos vários campeonatos e pistas. Nesse cenário alguns brasileiros se destacavam, pioneiros foram para Inglaterra tentar seu lugar nas maiores categorias do automobilismo mundial. Deles vou escrever aqui um dia, hoje mostro algumas cenas daquele 1968.

Ah! Ia esquecendo, apesar de todo contingente Britânico e Europeu quatro anos após essas fotos um Brasileiro era Campeão do Mundo de Formula Um.
 
 
 
Tony Dean de Ferrari Dino numa prova de subida da montanha.
David Hobbs e Brian Muir de Falcom - Grupo 5

John Fitzpatrick de Escort, Barry Pearsons de Lotus Cortina e Steve Neal Mini-Cooper.

Dois Anglias a frente de Minis, Escorts e Falcons.
Formula Ford, Tony Trimmer e Wardle de Brabham a frente de Dave Walker de Alexis.

Briga entre Chevrons.

Mini-Cooper
 
Formula 3, Dave Willianson de  Brabham BT21B a frente de Morris Numm co Lotus 41

Formula 3, Sid Willians BT21, e Tim Schenken

Dois belos Porsche 911, a frente Erwin Kremer e Terry Hunter
 

MOTORQUATRO


A revista Motor Quatro já é uma realidade. Para comemorar sua chegada, gostaríamos de convidá-lo para o coquetel de lançamento que será realizado na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos, na próxima segunda-feira, a partir das 19h30. Será também uma ocasião para debatermos este importante lançamento do mundo editorial.

Nos encontramos lá.

 Sergio Quintanilha (editor)
 Gabriel Marazzi (editor-chefe)
 Patrícia Lia Ferreira (editora de arte)
 Elisa Abdulack (executiva de contas)
 Everton Kinoshita (Agefor Mídia)
 Denise Dias (diretora financeira)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

A Lola T70 MK III de Antonio Carlos Avallone

Antonio Carlos Avallone em ação com sua Lola T70 MKIII.


Estava indo embora do autódromo, havia treinado com o VW D3 e ia para oficina tentar melhorar alguma coisa no carro, passei por baixo do túnel e quando cheguei nas arquibancadas alguém me chamou para conversar. Naquela época as arquibancadas tinham um espaço vazio debaixo e dali enquanto conversávamos comecei a ouvir o rugido da Lola T70 MK3 que o Avallone havia vendido ao Marinho Antunes. Na terceira ou quarta volta notei que ao fazer a curva que antecede a bandeirada algo na suspensão dianteira fazia o carro chimar, provocando um balanço que mesmo à vista era desagradável. Comentei com quem conversava e já na próxima volta a Lola veio batendo no guard-rail, foi impressionante o Marinho demorou algum tempo para sair do carro e quando conseguiu seu cabelo na parte de trás do capacete, talvez por estar sem toca, pegava fogo. Ele saiu ileso e a Lola continuou a pegar fogo, chegou nos pneus e nas rodas de magnésio que logo viraram uma bola de fogo. Ao final o carro tinha sido todo consumido, o alumínio todo derretido, as rodas sumiram era apenas um amontoado de cinzas.

A Lola T70 MK III de Marinho Antunes sendo devorada pelo fogo.




Conversando outro dia com o Cadu Avallone filho do Baixinho ele comentava emocionado da homenagem que a Lola fez a seu pai colocando em exposição uma Lola pintada tal qual ele corria na homenagem recebida pela Lola pelos oitenta anos da marca.

Já de outra Lola T70 MK3 colocada à venda em sites, com a pintura igual a do Avallone nos perguntávamos, “como pode ser?” já que ele sabia que a de seu pai havia queimado com o Marinho Antunes e eu, mais velho que ele tinha presenciado o acidente e visto o carro queimar até restar apenas um monturo de cinzas.




Nas fotos Avallone e sua Lola T70 MK3, o carro queimando, fotos cedidas por meu amigo Fabio Poppi e o carro que está à venda como sendo de Antonio Carlos Avallone.
 
 

terça-feira, 18 de maio de 2010

PARABENS





Completa dois anos o blog de meu amigo Joel. Obrigado amigão por todo apoio e por nos mostrar todas maravilhas dos Esporte Protótipos. Muito sucesso em todas suas atividades! E um abraço.






                    
                                                    Marido, paizão o Francis voltou a pilotar sua grande paixão, o automobilismo na terra. Seus textos sobre a corrida são tão emocionantes quanto a emoção que ele sentiu ao voltar as pistas com a família a seu lado.  A foto dele na pista é de Ingo Hoffmann.  

segunda-feira, 17 de maio de 2010

O ÁS DE ESPADAS - Henrique Mércio

Arranjos e combinações não são fato recente na história da F1. Pesquisando, podemos encontrá-los até na chamada época mais “pura” das competições, os dourados anos cinqüenta. Mesmo nesses tempos mais inocentes, deparamo-nos com traições e artimanhas e a sombra da suspeita a rondar acontecimentos que deveriam ser vistos como tristes fatalidades, não mais. Aquele a que nos referimos é o desdobramento de outro. Começa com o acidente fatal do bicampeão Alberto Ascari, em 1955. Não entraremos no mérito da morte de Ascari, ao volante de uma Ferrari, num dia em que nem deveria estar no autódromo de Monza e sem uma testemunha sequer para contar como tudo aconteceu. Com o vazio deixado pela morte do grande campeão, iniciou-se uma busca por seu substituto. Enzo Ferrari contratara para a temporada de 1956 o argentino Juan Manuel Fangio, ainda competitivo apesar de seus quarenta e cinco verões. Ao mesmo tempo, começa a procura de um novo nome. A Ferrari aposta suas fichas em seis novos pilotos, grupo a quem batiza Squadra Primavera: o alemão Wolfgang von Trips (28), os ingleses Mike Hawthorn (27) e Peter Collins (25) e os italianos Eugenio Castellotti (27), Cesare Perdisa (24) e Luigi Musso (32). Perdisa foi o primeiro deles a desistir.
Luigi Musso , Ferrari .
Achando-se mal aproveitado pela Ferrari, foi-se embora para a Maserati. Os demais, exceto Hawthorn, tiveram de sujeitar-se em dividir a equipe com o Velho Maestro. Como o regulamento previa a inscrição de um piloto em vários carros, quando tinha problemas com a sua Ferrari, Fangio pegava a de algum companheiro e continuava na corrida. Foi assim que ele venceu o GP da Argentina em dupla com Musso; foi o segundo e o quarto colocado em uma mesma corrida, o GP de Mônaco (fato inédito), correndo com Collins e Castellotti e segundo colocado no GP da Itália, de novo com Collins. Essa corrida aliás,pode ser taxada como um melodrama italiano ao som de um tango argentino: Fangio, cujo carro mais uma vez tivera problemas, foi ao Box. Estava disputando o título da temporada na última corrida do ano com Stirling Moss, que estava na liderança. A Ferrari sinalizou para que Musso cedesse seu carro, mas...ele não parou. Depois justificaria sua recusa, dizendo que como vinha fazendo uma boa prova (estava em segundo), não viu motivo para “sacrificar-se”. Enquanto a equipe tentava consertar o carro de Fangio, Collins fez o seu pitstop. Ao ver o argentino parado e depois de informado sobre o que estava acontecendo, ele graciosamente cede sua Ferrari ao companheiro. O time não o havia solicitado porque Collins também disputava o título, o que deu ao seu gesto uma grandeza maior. Por outro lado, Musso pode ter começado a tornar-se antipático dentro da equipe nesse dia, embora tenha enfrentado problemas com os pneus, e sequer completado a corrida. A verdade é que ao não ajudar o Fangio, ele colaborava para o título de Moss e da velha rival da Ferrari, a Maserati. Imperdoável. Com o carro emprestado, Fangio terminou na segunda posição, mais do que suficiente para o quarto título. E por pouco não venceu, pois Moss ficou sem combustível no final e só conseguiu reabastecer porque um outro piloto de sua equipe, Luigi Piotti, empurrou sua Maserati até os boxes com seu próprio carro. Hawthorn, prudentemente, ficou fora do caminho do El Chueco só retornando à equipe depois que Fangio saiu da Ferrari, ao final do campeonato.
Quando retornou ao time, o Ruivo deu um jeito de consolidar-se no time, formando uma “sociedade inglesa” dentro da Ferrari, com o amigo Peter Collins. Em contrapartida, algo bem típico do temperamento italiano, Musso e Castellotti desgastavam-se numa estéril rivalidade enquanto von Trips parecia preferir ficar à distância.
 Em 1957, Castellotti morre treinando em Modena, o que fez Musso ficar mais isolado. Ele também tomou atitudes temerárias para um piloto da Ferrari: criticou a equipe, dizendo achar que Castellotti morrera em virtude de uma falha nos freios (oficialmente, Enzo dissera que o piloto andava muito cansado, pois passava viajando para ficar ao lado da namorada, a atriz Delia Scala). Em razão disso, fez exigências quanto à preparação de seu carro e resolveu pedir o seu prêmio em dólares quando a corrida fosse fora da Itália, como o faziam seus companheiros ingleses; uma série de atitudes que afetaram ainda mais sua pouca popularidade junto a membros da própria Scuderia. A essa altura, Enzo Ferrari já estava percebendo que o automobilismo era inflacionário. A verba do Grupo Fiat que lhe era destinada (300 milhões de liras) mostrava-se insuficiente. A solução? O Comendador descobriu que a esposa de Peter Collins era filha de um colaborador do secretário sueco que servia à ONU e tinha contatos fortes junto à Chrysler. Ansioso por atrair o “sogrão” de Collins, Don Enzo começou a fazer vista grossa a algumas ações da dupla inglesa. Hawthorn e Collins, que corriam pela Ferrari também no campeonato de Sport-protótipos fizeram um acordo: não correriam mais juntos. Suas chances de uma premiação dobrada aumentava, estando cada qual num carro. Assim, cada um formaria uma dupla diferente e depois juntariam os prêmios ganhos e dividiriam. Quando soube disso, Musso não gostou. Devido ao seu tipo físico a equipe determinara que Hawthorn e Musso (que eram os mais altos) formassem uma dupla fixa. Seria menos problemático ajustar um cockpit para ambos. Mas o romano achou que seria prejudicado, pois se numa corrida ele estivesse em segundo e Collins fosse o primeiro, seu companheiro não o ajudaria a tentar superá-lo, pois a combinação dos resultados o favoreceria. Musso ficou quieto algum tempo, mas no começo da temporada de 58, depois do esvaziado GP da Argentina, ele não agüentou mais. A corrida portenha teve apenas dez carros: seis Maseratis, três Ferraris e um Cooper. O carrinho inglês, o único com motor traseiro no grid e com Stirling Moss ao volante foi o vencedor, deixando as tradicionalíssimas Ferrari e Maserati para trás. Musso e Hawthorn chegaram em segundo e terceiro, respectivamente, mas as críticas choveram em cima do italiano. Este reagiu como sabia: atacando. À televisão argentina, contou sobre o “acordo britânico” e conclamou von Trips a correr com ele nos 1.000 Km de Buenos Aires, prova de Sport-protótipos dali à uma semana.



Musso e Gendebien
Musso e a Maserati Sport.
 A repercussão foi enorme na Europa, embora tenham sido providenciados alguns panos-quentes. Para os 1.000 Km, Musso ganhou a companhia do belga Olivier Gendebien. Nos treinos, a dupla obteve o terceiro melhor tempo e tudo parecia bem. Na noite que antecedeu a prova porém, o jornalista Marcello Sabbatini recebeu um telefonema anônimo no Hotel Colon, que pedia que avisasse Musso para ter muito cuidado nas primeiras voltas da corrida, pois seu carro havia sido sabotado. O jornalista, sem saber o que fazer, comentou o fato com Guglielmo “Mimmo” Dei, dirigente da Scuderia Centro Sud, através da qual Luigi Musso iniciara sua carreira em 1953. Mimmo Dei primeiramente ficou preocupado, mas depois achou que tudo não passava de um trote, uma brincadeira inofensiva. No domingo, responsável pelo primeiro turno de pilotagem, o romano larga na ponta, mas na segunda volta sai da pista e só não se acidenta com gravidade porque algumas telas de arame o detém (parte da prova era disputada na rua). Ao verificar o problema, percebe que está com a barra de direção rompida. Ileso, o piloto irá continuar na prova, ao lado de Gendebien/von Trips, terminando em segundo, atrás de Collins/P.Hill. A temporada que estava recém começando, prometia bastante para Musso. No ano anterior ele fora o terceiro no campeonato, perdendo para Fangio e Moss. Fiel à Ferrari, recusara um contrato com a BRM e os resultados do modelo 246 até lhe davam razão.

Hawthorn, Musso e Schel.
No GP da França em Reims, Musso já tinha dois segundos lugares (12 pts) e disputava com Hawthorn, que tinha a mesma pontuação (um segundo, um terceiro e um quinto lugares) para ver quem receberia a atenção do time na luta pelo título. Na veloz pista francesa (quase um trioval), o Ruivo fez o melhor tempo, mas Musso estava logo atrás e acreditava ter um trunfo. Fangio, demonstrando que não restara mágoa de sua parte pelo episódio de Monza dois anos atrás, ensinara-lhe um truque para vencer em Reims: fazer a Curve Muizon de “pé embaixo”. Hawthorn pula na frente, mas Musso o segue e usando o método do Fangio, está cada vez mais próximo, contudo na nona volta perde o controle e capota justamente na Muizon. Deste vez, nada pode salvá-lo. Naquele tempo não havia transmissão pela TV nem tampouco havia testemunhas no local, exceto um gendarme, que contou o seguinte: “Os dois carros se aproximaram da Muizon(...) não se tocaram, mas me pareceu que o da frente (Hawthorn) freou demasiado forte, obrigando o de trás (Musso) a frear também e em seguida perder o controle”. O sempre sorridente Mike Hawthorn, era famoso por sua “freadas francesas”. Três anos antes ele fizera o mesmo com o piloto Lance Macklin durante as 24 Horas de Le Mans, desencadeando uma verdadeira hecatombe com mais de oitenta mortos. Tentando desviar, Macklin tocou no Mercedes de Pierre Levegh, e o resto é história. Na época muitos, inclusive a bairrista imprensa inglesa saíram em defesa de Hawthorn. Ele por sua vez, manteve um silêncio, para seus acusadores “ensurdecedor”, sobre o assunto. Tanto é que os dirigentes alemães o tornaram “indesejável” em suas pistas por um ano. Agora, passado algum tempo, será que o acontecimento do passado transformara o Ruivo num piloto frio e perigoso? Quem sabe a Ferrari também não estivesse contente com o romano?

Musso e a Ferrari em Monza.
Ele era um rebelde e a equipe era dirigida por alguém centralizador e que não gostava de pilotos com “cabelos nas ventas”: Enzo Ferrari. Uma outra tese diz respeito ao fraco de Musso: o carteado. Sem sorte no jogo, recentemente ele teria perdido a soma de dez milhões de liras e seu credor seria um “homem de honra’, um homem da Máfia. Musso teria recebido ameaças para que resgatasse suas dívidas, ou algo ruim iria acontecer. Isso poderia gerar nele uma motivação extra para a corrida, pois à época, o GP francês era o de melhor dotação no campeonato e o prêmio ao vencedor era justamente de dez milhões de liras. O Grande Prêmio prosseguiu após a tragédia e foi vencido por Hawthorn, sendo essa sua única vitória em 1958 na Fórmula 1. Vinte e oito dias depois, seu amigo Collins morreu durante o GP da Alemanha em Nurburgring, enquanto perseguia Tony Brooks. O acidente teve uma dinâmica parecida com o de Luigi Musso. Hawthorn venceu aquele campeonato, com um ponto de vantagem sobre Stirling Moss. Ele anunciou sua retirada das pistas, mas em janeiro de 1959 morreu após colidir seu Jaguar MK1 contra uma valeta, num acidente de estrada. Se as vidas destes homens era como um jogo de cartas, nenhum tinha uma “boa mão”, uma mão vencedora. Talvez todos tivessem um Ás de Espadas.












Muitos consideram o Ás de Espadas a “carta da morte”.  Caranguejo



OBRIGADO

Obrigado de coração a todos, todos, todos. Estou emocionado, com o coração pequeno de tanta felicidade! No presente que ganhei do Ararê deixo meu muito obrigado. 

FELIZ ANIVERSÁRIO!

Rui, meu querido amigo, que este seja mais um ano de felicidades junto a seus familiares e com muitas boas realizações, histórias e mais histórias!!!!!!!
Obrigada pela sua amizade e pelo seu entusiasmo. Você é daquelas raras pessoas que estão sempre prontas para compartilhar.
Um abraço dos amigos Graziela, Jô e Nelson

domingo, 16 de maio de 2010

DOMINGO DE CORRIDAS

Bela corrida de Mark Webber depois de ter no ano de 2009 a surpresa de andar constantemente atrás de Vettel hoje encontra seu caminho e impõe sua tocada, até o final do Campeonato teremos muitas belas disputas entre os dois. Alonso faltando uns 500 metros para bandeirada dá uma bobeada e Schummi se aproveita. Parece que com a nova pontuação o Campeonato muda a cada corrida. Pena a bobeada da MacLaren no carro de Button.



Na GT3 uma bela corrida, ver os Ford GT andando por Interlagos até emociona, na primeira parte da corrida antes do Pit eles dominaram, depois uma Lamboghini muito bem tocada se intrometeu entre eles e quase vence, não fosse a bandeira amarela e o Safety Car teríamos um belo final. E o Viper vermelho e preto, grande tocada com um carro que deve ser difícil de pilotar, no final na disputa com um Lamborghini achei que ao ver sua bela corrida prejudicada seu piloto acabou batendo em quem o tinha colocado para fora e iria continuar na pista, vamos ver!



Na Formula 3 Sulamericana uma bela corrida em Brasília, varias disputas pela ponta pena que só quinze carros largaram e o publico era nenhum.




Em Caruaru o belo show da Formula Truck, uma bela cidade, com uma boa pista e um grande espetáculo. Confesso não assistir a F. Truck com os mesmos olhos que vejo outras corridas mas sem duvida um senhor espetáculo. Publico lotando as arquibancadas e tudo mais a que a categoria tem direito.

Vai lá Francis!

POEIRA NA VEIA

Hoje tem Formula I , Formula Truck, Formula 3 e mais algumas corridas, particularmente vou torcer pelo Francis que volta a andar no seu elemento, a terra. Seu depoimento do primeiro dia na pista mostra sua vontade e emoção. Vai lá Alicatão!


FOTO: Jimmi Torres