A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

domingo, 2 de janeiro de 2011

Parabéns Joel e um ano de vitórias para todos nós!


Quadriculada agitada, braço para o alto e sinal de positivo! Que essa imagem do Arturão seja uma constante para todos nós no ano que entrou. E para você também meu amigo Joel.




Felicidades Joel, um belo dia para você ao lado de sua família.



Continuando quero deixar um abraço carinhoso a duas amigas queridas, a Vanessa e a Maria da Glória. Muito obrigado por todo carinho.

Página da Vanessa Gianellini no Facebook.



 LUTE PELO QUE ACREDITA. Pense semprepositivo.
Mude de Opinião. Livre-se das coisas ruins. NãoJulgue.
NAMORE!  Pense em novaspossibilidades...
Queira Loucamente. Ria de Si mesmo.Sonhe.
ACREDITE! Chore...PERDOE.Zele por você.
GRITE. AME! Trabalhe com Prazer. Cante.Dance.
Enlouqueça quando precisoTenha Fé.Faça Valer a pena o seu dia
H-U-M-I-L-D-A-D-E em primeiro lugar. FAÇA ACONTECER.
Conheça novos lugares e novas pessoas.RESPEITE! SEJA FELIZ!
VIVA INTENSAMENTE!



A VIDA NÃO TEM REPLAY ! 
Beijos.
Maria da Glória
De um e-mail recebido da Glória, companheira amada de meu amigo Caranguejo. 


  















  

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2011


Ontem estava um pouco chateado, tinha colocado o post do Fabiani, que por sinal gostei muito, conversado com meu filho e com o Ferraz que também estava aborrecido. Um monte de e-mails para responder e pessoas para conversar. Derrepente chega um e-mail do Ararê e ao abri-lo a surpresa de sua bela criação. Mestre Mauricio a bordo de um belo Porsche branco, minha cor preferida para automóveis, e Mestre Ararê simplesmente pilotando o truck SCANIA que vai nos levar à entrada de 2011. Os dois nos conduzindo ao belo ano que virá. 
Na carreta os carros da Divisão 3 dos três Alicatões, Orlando, Ferraz e Duran e o meu lá meio.
E suas belas palavras
Fiquei imediatamente emocionado e feliz com as palavras e a homenagem, tanto que coloquei sua “carica” logo abaixo da testeira do blog.
Agora coloco sua bela “carica” em um post que vai ficar até depois da entrada do ano, é a minha forma de desejar vocês que nos acompanham um Belo 2011.
Depois a “carica” do Mestre vai lá no alto da barra lateral pelo resto do ano, tal qual uma bandeira sinalizando com certeza que nosso ano vai ser ótimo.
Um forte e carinhoso abraço a todos. 

O nosso caminho é feito pelos nossos próprios passos...
Mas a beleza da caminhada depende dos que vão conosco!
 
Um ótimo 2011!
 
 
 
Ararê

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

AUTOMOBILISMO NA TERRA - SANTA CATARINA

Grande Rui,não tenho muito o que contar deste tempo em que acompanhei por três ou quatro temporadas seguidas o Campeonato Catarinense de Velocidade na Terra pois era um guri e apenas vivia aquilo tudo na agitação dos boxes e dos dias que antecediam as provas dentro das oficinas.Nós participávamos da categoria Turismo 5000 que logo depois da saída dos Dojões e dos Mavericks se transformou na Opala Stock Car,nossas pistas medem entre 2500 e 3000 metros então se usa até hoje como receita mais tradicional nos Opalas, caixa de dojão e diferencial de maverick 4,6 ou 8 cilindros conforme a pista e seu traçado(algumas tem subidas e descidas de tirar o fôlego parecida com a sacarrolha lá nos EUA). A partir de 1984 ou 5 começaram a trazer carros da stock de asfalto e modificavam caixa e diferencial(meus primos Vilmar e Vitalino Gargioni compraram um carro aí em São Paulo do Sr Camilo Cristófaro e começaram a correr o carro era lindo) os motores tinham um regulamento até um pouco liberado no começo se usavam três carburadores,comando importado e assim os carros voavam e tudo isso aliado a pouca segurança, cintos costurados em casa etc. Mas depois de um tempo criou-se um regulamento p/ conter os custos e equilibrar a categoria,mas mesmo assim os carros continuaram "voando" com motores que até hoje beiram os 300cvs e usando pneus radias de rua,pense essa força toda com uma relação encurtada como era difícil segurar estas "barcas" até mesmo nas retas(algumas secavam as cubas das DFVS dos Opalões por isso qdo alinhavam entre 18 e 22 carros o autódromo literalmente tremia, o público em algumas pistas chegava e chega ainda hoje(apesar da má administração da FAUESC) aos 10mil pagantes, incrível. Tivemos pilotos como Sávio Murilo Azevedo que se aventuraram na Stock de asfalto e andavam bem,mas a emoção estava em andar aqui de lado lambendo os barrancos de um lado e de outro.





 Estou te mandando uma foto do começo da década de 80 é uma largada da categoria 5000 na inauguração do autódromo Rio Represo(ele existe até hoje) vc pode ver que tem opala maverick e dojão às vezes se corria com chuva e tudo, era doido o negócio. Obs: Este opala que está largando na ponta foi comprado pelo meu pai depois de ficar parado por muito tempo,ele participou da I YNDI TERRA do BRASIL que foi uma corrida de duas horas de duração, o ALICATÃO Francis tem muito material como vídeos e fotos de tudo isso é muito legal,valeu e um abraço deste fã!!! Fabiani Gargioni.



Venho querendo mostrar o automobilismo na terra que é uma grande força em Sta Catarina já faz algum tempo. Conheci melhor a força desse pessoal lendo meu amigo Francis Henrique Trennepohl  e lá em seu blog conheci e fiquei amigo do Fabiani. Agora ele me envia esse texto e tenho certeza que vamos escrever e mostrar muito mais desse pessoal que faz esse fantástico automobilismo. Obrigado Fabiani e Francis, um abração. Rui

Fabiani e seu 147 - Turismo Clássico.

Francis e seu VW - Turismo Clássico.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A Extraordinária Corrida, em 1940 - Última parte

O terrível desafio imposto a carros e pilotos pelo Grande Prêmio Bi-Centenário de Porto Alegre num trajeto de 2.076 quilometros de estradas do Rio de Janeiro a capital gaúcha, iniciado no dia 14 de novembro de 1940, havia chegado ao fim para apenas 9 das 23 carreteras iniciais.

Arrancando de Florianópolis/SC na manhã do dia 17 de novembro, na quarta e última etapa, o piloto catarinense Clemente Rovere cruzou a linha final em Porto Alegre às 14h51´29" e 4/10 com seu carro número 16, um Ford cupê, no tempo de 9h49´20" e 8/10.

O campeão uruguaio Hector Supicci Sedes havia vencido a etapa Curitiba/Florianópolis e portanto saiu na frente de Rovere, mas, o motor da sua carreteira Ford fundiu a poucos quilometros de Porto Alegre, quando estava 9 minutos à frente do catarinense.

No cômputo geral da prova, Rovere estava, nessa altura, 1 hora e 9 minutos à frente dos demais pilotos e bastava manter essa diferença para alcançar o triunfo final.

Mas, mesmo assim impôs ritmo forte ao seu desempenho até a localidade de Passo do Socorro, a fim de ganhar o prêmio "Estado de Santa Catarina", destinado ao piloto que atravessasse o território catarinense em menor tempo.

Daí para a frente, reduziu a velocidade do carro até a linha final. Somados os tempos dos pilotos dos 9 carros que resistiram à maratona das quatro etapas, Clemente Rovere foi consagrado o grande vencedor, com o tempo total de 27h59´01" e 4/10, seguido de Ernesto Ranzolin/João Pedro Souza Oliveira - carro 26 - Ford 1940 cupê De Luxe - 29h57´17" e 1/5; Adalberto Morais/Armando Avelino Rodrigues - carro 36 - Chevrolet - 30h55"e 1/5; Oscar Bins/David Souza - 2 - Ford - 30h31´45" e 2/10; Antonio Rodrigues Peres e Amaro Calmon - 4 - Mercury - 30h39´55" e 2/5; Raulino Miranda e Ervino Reguze - 38 - Chevrolet - 30h59´55" e 2/5; Iberê Correia/Ismael Soriano - 6 - Ford - 31h22´27"; Ari Cortese de Santana/Ernesto de Souza Fontes - 30 - Ford - 32h22´21" e 1/10; e Salvador M. Pereira/Antonio Garcia - carro 20 - Willys - 35h50´43" e 3/10.

Apesar das chuvas e do estado de conservação das estradas, a média horária de Rovere foi de 73,971 quilometros/hora; Ranzolini fez 69,113 km/hora; e Adalberto Morais 68,640 km/hora.

Dessa forma dava-se por encerrada a disputa de uma das mais famosas e importantes corridas de carros em estrada já realizadas no país, cuja história descansa nas páginas empoeiradas do livro do tempo sobre as competições automobilísticas brasileiras. Numa foto de hoje, a carreteira de Ranzolin passando por Antonio Prado/RS; na outra, Adalberto Morais/Armando Rodrigues e o Chevrolet da dupla.

Por Ari Moro

Fotos do acervo pessoal do amigo Antônio Ranzolin filho do saudoso exímio piloto de gaúcho de carreteras Ernesto Ranzolin.
23/12/2010 às 00:00:00 - Atualizado em 22/12/2010 às 23:43:22