A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ayrton Senna da Silva














Conversando ontem com meu amigo Orlando , contava das dificuldades que tenho no momento com este blog , pois ele saiu de seu formato original e não consigo voltar ao antigo . A certa altura me diz o Orlando , " tenho umas fotos ótimas do casamento do Ayrton e Lilian vou te mandar e você coloca no blog " . Enquanto conversavamos as fotos iam chegando em meu e-mail . Confesso que fiquei pensativo , ora , escrevo sobre automobilismo , para mim não importa a condição social do piloto , escrevo de corridas e principalmente de quem admiro . Hoje o conversando com o Orlando ele me diz mandei um link para uma entrevista com a Lilian . Resolvi mostrar as fotos e a entrevista , nela vocês vão ver a história desse casamento e principalmente a simplicidade e desprendimento com que Lilian trata de seu relacionamento com Ayrton , para ela Beco .

Agradeço a Orlando Belmonte Junior


http://www.terra.com.br/istoegente/67/reportagem/rep_lilian_vasconcellos.htm

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Wilson Fittipaldi

Wilsinho com o Fitti FD o1 .
O Fitti Porsche com Wilsinho ao volante .

Formula Vê começo da carreira de construtor .

Construtor , piloto Wilson Fittipaldi muito fez no automobilismo , desde o Kart Mini construindo por ele e Emerson , passando pelos Formula Vê do inicio da carreira de construtor o Fitti Vê , depois ele e o irmão fizeram o Fitti Porsche e por fim embarcou no projeto do Formula Um Brasileiro . O projeto era de Ricardo Divila o D do FD que denominava o carro . Com seu F I provou que poderia construir no Brasil um bom carro , depois que Emerson veio pilota-lo chegou a ser competitivo , acredito que só teve um motor forte o suficiente em algumas poucas corridas . A Coswort na época oferecia seus super motores apenas a umas poucas equipes , e a Fittipaldi com certeza não era uma delas . Ficou a imagem do lutador , que por muito pouco não consegui colocar sua marca entre os melhores da F I .
Agradeço as fotos a meu amigo Orlando Belmonte Junior .

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Maserati Birdcage


Mod 61 pilotada por Masten Gregory  /Chuck Daigh em Le Mans 1960.

No ano de 1959 a Maserati se encontrava em uma difícil situação financeira. Apesar do Campeonato Mundial de Pilotos de Formula I de 1957, quando venceu com Juan Manuel Fangio, sua equipe encontrava-se desestruturada . As equipes rivais partiam para construção de chassis monocoque, mas a tecnologia da Maserati eram os chassis tubulares. Ai nasceu essa lenda , esse belíssimo carro .



Stirling Moss e a Birdcage . Em Rouen onde venceu . Birdcage Tipo 60 .


Tipo 61 em Le Mans.





Seu motor era um joia, quatro cilindros com duplo comando de válvulas no cabeçote. Na Mod 60 ele era de 1,990cc com 93mm de diâmetro por 73mm de curso, sua potencia 200 hps. Na Mod 61 100 mm de diâmetro por 92 mm de curso com uma cilindrada de 2.890cc e rendia 250 hp à 6.500 rpm. Ambas versões eram alimentadas por dois carburadores Weber 45 DOC3  Sua potencia era sem duvida menor que a dos Ferrari e Aston Martin , com cerca de 300 hp mas devido a construção de seu chassi , o carro era cerca de 170 kg mais leve que os rivais.
Seu chassi unia mais de duzentos tubos finos (estrutura espacial ), sua suspensão dianteira era independente com braços triangulares, molas e amortecedores. Na traseira um eixo De Dion com molas e amortecedores. 




Seu cockpit , vejam a primorosa construção do chassi em tubos de aço finíssimos .
No final da década de 1950, a Maserati encontra em Lucky Casner e sua CAMORADI o parceiro para levar a Birdcage Mod 61 às vitórias.
E nas mãos de Lucky, Gurney, Shelby, Moss, Masten Gregory e outros grandes pilotos, lideram quase todas as corridas do "Championnat du Monde de la Voiture de Sport" vencem duas vezes em Nurburgring...

Só que com o desenvolvimento dos chassis monocoques e a falta de verba da equipe para o desenvolvimento foi ficando ultrapassado e no ano de 1960 seu projeto foi descontinuado . Em seu lugar foi desenvolvido o Tipo 64 com motor de doze cilindros na traseira , que nunca conseguiu acompanhar seus rivais já muito adiantados em chassis e motores .


O motor doze cilindros na traseira na Birdcage Tipo 64 .

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Seis Horas de Curitiba por Ari Moro

Assim Ari Moro contou as Seis Horas de Curitiba ,



A carretera 27 de Altair Barranco/José Grocoski .

Carretera Gordini Equipe Willys .

Carretera Gordini e um Ford .


A freada do fim da reta , briga entre Simca e DKW .


Carretera 12 de Bruno Castilho .

"Se eu tivesse que escolher, preferiria quebrar o carro, mas, sentir o gosto de estar liderando uma prova, do que leva-lo até o final da competição, sem quebrar, mas, terminar a corrida sem ter ponteado um instante sequer." Esta, uma declaração de Altair Barranco, talvez o mais popular, o mais comentado de todos os pilotos de carreteira do Paraná, apesar de ter iniciado sua carreira numa época em que as competições automobilísticas começavam a experimentar uma nova fase, com a entrada em cena dos carros de fabricação nacional e o declínio do uso dos "carros adaptados", as famosas carreteiras.

AS SEIS HORAS DE CURITIBA
Em 1963, o jornal Gazeta do Povo promoveu a primeira das três emocionantes provas automobilísticas de rua, denominadas Seis Horas de Curitiba, reunindo pilotos locais e de outros Estados, sobretudo de São Paulo, de onde vieram nomes famosos como Bird Clemente e
Wilson Fittipaldi, pilotando os Gordini e as Berlinetas Interlagos da equipe Willys. Daqui, além de Barranco, correram pilotos de peso como Bruno Castilho, Adir Moss, Osvaldo Curi (uma das carreteiras mais bonitas já feitas), Johir Parolim:
Cidalgo Chinasso, Orlando Hauer, Conrado Bonn Filho (Dinho), entre outros, além do famoso Angelo Cunha, da cidade paranaense de Laranjeiras do Sul (dono da primeira carreteira a usar aros tipo tala-larga na traseira).
A largada, no final da tarde, foi na avenida Presidente Kennedy, sentido bairro-centro, seguindo depois pela rua Mal. Floriano Peixoto, virando na avenida Presidente Getúlio Vargas, descendo a rua Brigadeiro Franco - na praça do Clube Atlético Paranaense, contornando esta praça e dali em frente por outras ruas até chegar na avenida Presidente Kennedy novamente. ;
Conta Barranco que, pouco antes da largada, teve um desentendimento com Adir Moss. O caso sofreu a interferência do dirigente de entidade automobilística Anfrísio Siqueira, o qual chamou os dois pilotos e disse-Ihes que só largariam se um apertasse a mão do outro e fizessem as pazes. E assim• aconteceu.
Já na terceira volta Barranco liderava a corrida. Na esquina da Kennedy com a Mal. Floriano existiam umas tartarugas no meio da rua. Na primeira volta, Barranco passou por fora; na segunda, passou por dentro; e, na terceira, bateu com as rodas nas tartarugas, tendo que trocar uma delas depois. "Mesmo assim - relata - quando cheguei no final da reta da Mal. Floriano, na terceira volta, olhei para trás e não vi ninguém, nem o Gordini equipado com o motor R-8 francês dos paulistas. "
Mais tarde, Barranco entregou o volante ao piloto José Grocoski, seu companheiro de equipe. Grocoski, por sua vez, também na Mal. Floriano, pegou o meio fio e entortou uma roda da carreteira. O conserto do estrago custou à dupla um atraso de cinco voltas em relação "ao primeiro colocado. Na sequência, Altair pegou o volante de novo e, ainda na esquina da Mal. Floriano com a Presidente Getúlio Vargas, perdeu uma roda traseira, cujo aro foi cortado por dentro, ficando só o seu miolo. "Várias pessoas correram até meu carro e ergueram-no - conta ele - enquanto eu trocava a roda. Mas, eu só dispunha de roda tamanho menor, que era usada na frente, correndo o risco de quebrar o diferencial. Assim, tive que dirigir a carreteira até o meu box, na Kennedy, a fim de trocar a roda novamente, por uma maior. "
Apesar de todos esses percalços, Barranco conseguiu tocar seu carro até o final da competição e coloca-Io em quarto lugar. A sua carreteira na oportunidade era um Ford cupê 1940 - nO 27, com motor Mercury e equipamento importado, três carburadores, dando-lhe 300 cavalos.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

HISTÓRIAS E PRAZERES QUE VIVI .....




1-Esse carro foi construído nos anos 1980
2-carroceria VW sedam
3-suspensão dianteira com regulador de altura
4-suspensão traseira com barras de torção, idependente
(braços da variantII) com regulagem de cambagem
5-amortecedores Koni com regulagem e molas no traseiro
6-barra estabilizadora traseira com 6 posições de regulgem ao lado do piloto
7-4 regulagem da pressão do freio traseiro ao lado do piloto
8-cambio 5 marchas a frente
9-rodas alumínio de 10 polegadas
10-pneus maggion nacional
11-motor VW 1.600 cc.
12-potencia 152 HP 8.400 rpm
13-taxa de compressão 14.6
14-combustível Álcool
15-cabeçotes usinados em banco de fluxo,
válvulas 41 mm. admição e 32 mm escapamento.
16-comando de valvulas Engle 160, USA, 360 graus de duração
17-lubrificação cárter seco
18-carburadores Weber 48 mm, Itália
19-distribuidor Mallory , USA, 2 platinados
20-velas de ignição de platina
21-escapamento cruzado ou 4 em 1
22-pistões forjados
23-peso do carro 690kilos
24-velocidade por radar no final da reta de interlagos 209 km/h a 8.300 rpm
OBS-em 11/08/80 este carro na 5 etapa do campeonato brasileiro de turismo especial Divisão 3, bateu o recorde do autódromo de interlagos em corrida na 2 volta da 1 bateria, virando em
3m 24s 69centésimos, tendo como recorde anterior Ingo Hoffman
que marcou 3m 25s 50 centésimos em 1974,
utilizando pneus importados

Meu amigo Jr Lara , montou um blog para contar suas histórias , esta é sua primeira postagen . Boa Portuga !!!!!!!!!


http://historiasquevivi-jrlara.blogspot.com/

STOCK CARS 1981 - Luiz Carlos Lara Campos Junior

O Jr entrou na STOCK CARS em 1981 quando a temporada já tinha começado , a seguir vai nos contar de sua corrida em Jacarépagua no Rio de Janeiro , quando contou com a ajuda do preparador Meinha , que havia saído da equipe do Bolão Spinelli .
O carro era bonito .
Jr e Edson Yoshikuma .


"Minha estréia na Stock- Cars foi no final do ano de 1981, naquele ano, a Stock disputava o campeonato brasileiro e o torneiro Rio/São Paulo.
Essa historia que vou contar foi no Rio, em 29/11/1981 , 6 etapa torneio Rio/São Paulo, era minha segunda corrida na Stock, meu carro era novo e fiz muitos treinos em São Paulo para acertar a suspensão e acertamos, mas nosso motor não rendia bem nas retomadas de curva.
Naquela época, o Waldemir Spinelli, o Bolão como era conhecido, dividia sua equipe com o Alencar Jr de Goiânia, e não sei o motivo mas mandaram seu preparador o Meinha embora. Eu querendo andar junto com os ponteiros não perdi tempo, liguei para Curitiba onde morava o Meinha e o contratei para aquela corrida, mandei a passagem de avião, chegando no Rio no final da manhã de sábado, dia da classificação de largada, meu carro estava bom de chão mas o motor não retomava, enfim estava com o 17º tempo na sexta-feira. Faltando mais de 1 hora para a classificação chegou o Meinha no autódromo, perguntou como estava relatei o grande problema de retomada do motor, ele tirou o carburador, desmontou, tirou do bolso da calça 2 bolinhas de chumbo, aquelas de pescar lambari, tampou duas passagens do corpo do carburador, e substituiu as canetas internas, ajustou a bóia, montou de novo o carburador e colocou no carro.
Sai para classificação notei que era outro motor, aqueci os pneus, em minha 3 volta marquei meu tempo e voltei para o Box. Para minha surpresa tinha feito o 3º tempo de ordem de saída, com o Paulo Gomes em 1º, Ingo Hoffamann em 2º e o João Carlos Palhares o Capeta em 4º. Na corrida perdi aposição para o Capeta depois a recuperei chegando no final em 2º lugar a 3 segundos do vencedor o Paulo Gomes."

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Iº ENCONTRO NACIONAL - PLANETA FUSCA .




Foi com imensa alegria e grande orgulho que ao acordar na madrugada desse Sábado e me deparar no contador do blog com o número 1000152 (UM MILHÃO, CENTO E CINQUENTA E DOIS) visitantes.

Alegria e orgulho, muito orgulho, pois sei que poucos blogs chegam a esse número com um ano e três meses de vida.

Então queria compartilhar com todos leitores do PLANETA FUSCA essa alegria, pois sem vocês não chegaria até aqui
Fred Guilhon - PLANETA FUSCA

1º DE AGOSTO DE 2009 .
Nesta postagen o Fred mostra um RAT sendo construído !!
Loucura!!!! Uma KOMBI com motor CORVETTE !!!!

Este é o Fred e seu PLANETA FUSCA , seu blog enche nossos olhos , sempre apresentando uma enorme variação sobre o tema FUSCA , daqui a onze dias vai promover seu Primeiro Encontro Nacional PLANETA FUSCA . Já sei que vai ser um tremendo sucesso !! Imperdivel !!!!!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

MIL MILHAS BRASILEIRAS 1956 - A QUASE VITÓRIA DE UM FUSQUINHA .

Na edição nº 4 de seu jornal Ari Moro ao contar da participação de Germano Schlögl nas Mil Milhas Brasileiras de 1956 , cita o VW em que correram Eugênio Martins e Christian Heins como um fusquinha original . Pesquizando depois , Ari com a ajuda de Paulo Trevisan que consultou ninguem menos que Jorge Lettri o preparador do carro que lhes deu o seguinte depoimento .


" Referente ao VW nas I Mil Milhas Brasileiras -Interlagos/SP - 25/11/56 . Pilotado por ChristianHeins e Eugênio Martins e devidamente preparado em minha firma de então - Argos Equipamentos - tenho o seguinte a comentar :

1) A performance apresentada pelo fusquinha número 18 nessa dura prova , constituiu-sa no maior feito esportivo mundial de um veiculo VW até aquela data e , muito em especial em toda a América Latina !

Largada das Mil Milhas Brasileiras - 1956 - Christian e Eugênio entre as "feras" .
No miolo de Interlagos , a tocada de dois grandes pilotos !
A chegada , braço levantado quase uma vitória !

2) Devido aos detalhes de momento, as condições externas foram mantidas quase que inalteradas ao original, o que publicitáriamente deram uma gigantesca penetração ao fato em si! Observe-se que nem o automático rebaixamento das suspensões foi introduzido no caso, isso mesmo em detrimento à perda de performance em curvas, detalhe tão necessário nesse tipo de disputa em autródromos como o de Interlagos!
3) A potência do motor 1500cc - Porsche 1.5 - bloco original VW de duas partes, de acordo com o regulamento conhecido - veículo e bloco do motor da mesma marca - fornecia uma potência de 74CV-Din, número esse idêntico a qualquer motor de série dos atuais 1000cc de produção nacional. Nunca, entretanto, esquecendo que disputávamos a prova contra as decantadas carreteiras do Rio Grande do Sul, equipadas com motores de 5000/6000cc!
4) Ao carro em pauta não foram introduzidas modificações básicas importantíssimas em competições, tais como: rodas - aro, pneu e medidas, sendo os aros utilizados em 15x4.5" e pneus 5.60x15" de construção diagonal ¬Spalla di Sicurezza. Enfim, pior que isso não seria possível!
5) Deve ser dada uma nota muito especial ao sistema de refrigeração do óleo lubricicanate do motor, que por sinal sempre constituira-se
na maior dificuldade dos motores refrigerados a ar em competições. Foi adotado no caso o sistema de carter seco, incorporando um radiador dianteiro. Para tal, foi elaborado um capô especial em fiberglass com bocal apropriado, de autoria do engenheiro João Amaral Gurgel, sendo essa a primeira peça produzida por ele na área automotriz!
6) Durante boa parte da prova o VW-18 ocupou a primeira posição, infelizmente perdeu-se a ponta pela simples quebra de um cabo de acelerador; porém ainda. chegou-se em segundo lugar na final!"
CHICOLANDI
Mais adiante, em sua resposta, Lettry comenta: "Fato curioso: alguns dias antes da prova, um bom amigo e eu achavamo-nos no apartamento da família Fittipaldi, no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, para um daqueles "papos intermináveis" com o velho Barão, ainda com cabelos negros, quando repentinamente aparece por lá para o mesmo fim, o mais destacável piloto nacional até aqueles idos dias. Chico Landi! Naqueles tempos as palavras do famosíssimo "Chico Miséria" em matéria de mecânica esportiva faziam realmente tremer as paredes. Referindo-se a nós e ao pequeno veículo em baila, com aquela voz surda e bem característica sua, ele declara assintosamente: "no meio da corrida já vou começar a cortar a barba, pois já estará comprida prá burro!"
Pois bem: no meio da prova, quando já ocupávamos a liderança, o famoso personagem aparece em nosso box para dar uma daquelas típicas "abelhadas,,'na casa dos outros. Diante dessa extrema curiosidade, perguntamos então a ele: "como é seu Chico, já começou a cortar a barba?" Meio aos murmúrios e palavrões, •Iá se foi ele que era o grande piloto brasileiro de todos os tempos anteriores, como uma fera ferida em seu pleno orgulho! Simplesmente mais um fato cômico de nosso conturbado automobilismo. Só isso!".

sábado, 8 de agosto de 2009

Surtees vencendo em Monza










quinta-feira, 6 de agosto de 2009

FORMULA UM -- QUE SAUDADES !!!


Outro dia mostrando a derradeira corrida da BUGATTI fiquei com saudades da Formula Um que comecei a gostar bem jovem , meu primeiro ídolo na categoria foi Jim Clark isso em 1964 , depois comecei a conhecer outros grandes pilotos Fangio , Moss , Surtees , Ascari , Amon etc etc . Foram tantos grandes pilotos que vi pilotar !! Toda vez que vier essa saudades vou postar aqui os antigos FORMULA UM e os pilotos que com certeza nunca esqueceremos .


Jim Clark e o Lotus 33 em 1966 com este carro ele foi campeão do mundo em 1965 .

O Lotus 25 campeão do mundo em 1963 com Jim Clark . A Lotus viria a ser campeã em 1968 nas mãos de Grahan Hill depois da trágica morte de Jim Clark . De novo em 1970 foi campeã com Jochen Rindt , morto em acidente em Monza antes da ultima prova . Ai entra em cena nosso Emerson Fittipaldi e vence o titulo de 1972 . Nunca vou esquecer de um treino para o GP do Brasil , acho que em 1972 , eu estava no barranco da curva do "Sol" naquela reta que unia essa curva ao "Sargento" quando vi a Tyrrel de Stewart saindo do "Sol" com a Lotus preta do Emerson em seu vácuo , na freada do "Sargento" Emerson tira o carro para a esquerda e passa o Stewart , creio que meu coração parou de bater por uns 10 segundos !!

Que bela briga ! Na frente Jack Brabhan com a Brabham BT 20 a segui-lo Jim Clark na Lotus 33 ano de 1966


Jackie Stewart e a Tyrrel 003 campeão do mundo em 1971 , aqui tomando a curva "Karroussel" do antigo Nurburgring .

Monaco , na frente Stewart e a Tyrrel 003 , atrás a BRM de Jo Siffert .

A Tyrrel de François Cevert .

Monaco , numa Toleman Hart , Ayrton mostrou ao mundo por que tinha chegado a FORMULA UM .

Brabhan BT 52 BMW , desenvolvida por Nelson Piquet para ser o primeiro carro com turbocompressor a ser campeão do mundo em 1983 .

Jack Brabham e sua criação a Brabham Repco BT 20 campeões em 1967 .


Grahan Hill e a BRM P578 carro com que conquistou o titulo mundial de 1962 .


BRM P578 nas mãos do Italiano Lorenzo Bandini .

Pedro Rodriguez e BRM em 1971

Juan Manuel Fangio na BRM H 16 , isso mesmo dezesseis cilindros , em um teste em 1952 .

A Cooper com Johon Surtees 1969 .

Stirling Moss em Monaco com o Vanwall em 1958 .

Largada do GP de Monza em 1958 , os Vanwalls na primeira fila ,Tony Brooks com o 22 , Lewis-Evans com o 18 e Stirling Moss com o 20