terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Dale Earnhardt
O fabuloso automobilismo dos EUA.
Um carro de corrida, uma carreta, algumas ferramentas, mecânico, talvez um amigo, tudo puxado pelo automóvel do dia à dia. E... Uma, ou mais, centenas de corridas realizadas em centenas de pistas todos finais de semana, várias categorias, poucas monomarca, e com pouca representatividade. Inscrições a baixo custo, e, o mais importante, prêmios de largada e chegada, tudo pago na hora em dinheiro ou cheque. Assim é o automobilismo norte americano para o iniciante.
E Dale escolheu a Stock Cars, que mais tarde mudaria o titulo, mas não a formula que deu tanto certo. Várias montadoras brigando, carros brigando o tempo todo, muitos patrocinadores, prêmios altos e, muito, mas muito publico.
Filho de um campeão dos primórdios da categoria, quando Daytona ainda era corrida na areia da praia, Dale batalhou muito na categoria até às principais corridas, aí sim a Stock Cars ou a atual NASCAR Cup Series.
Carro na carreta e muitas corridas por ano, ovais curtos, longos, de terra e circuitos mistos. Sempre mostrando muita competitividade e principalmente agressividade. Ficou conhecido como "The Intimidator" (O Intimidador), foram muitos toques de todas as formas, muitos acidentes e confusões com outros pilotos, quase quarenta corridas por ano, até que em 1975 chegou à categoria principal.
Sua primeira vitória veio apenas no ano de 1979 e logo no ano seguinte seu primeiro campeonato.
Venceu 79 corridas das 676 em que participou nos 26 anos na categoria, 7 campeonatos, teve muitos acidentes espetaculares, como sempre na categoria.
Assisti na Prime Vídeo a série que conta sua vida, imperdível para quem gosta de automobilismo.
Muitas cenas do vídeo são imperdíveis;
Ele já campeão, com muitas vitórias e rico, fazendo o banco de seu carro. Um banco comum de carro de rua que ele rebita na lateral algumas placas de alumínio para segurar, coisa de carro de estreantes e novatos! Ele claramente pilotava com as cintas dos ombros soltas, já que muitas vezes olhava pela janela lateral do carro.
E outra; quando afinal ele vence a icônica 500 Milhas de Daytona de 1998, depois de mais de vinte anos de tentativas, com batidas na ponta, quebras em primeiro e alguns acidentes. Todos membros da outras equipes, pilotos, suas mulheres, chefe e mecânicos, vão para quela faixa em asfalto, do outro lado dos boxes, e Dale passa devagar tocando a mão de cada um. Fantástico!
500 Milhas de Daytona de 2001 - Depois de mais de trinta anos de carreira vem "The Intimidator" buscando mais uma vitória, num enrosco acerta o muro lateral de frente, provavelmente aquele banco, e o cinto solto na parte superior...
Morreu como viveu, brigando pela ponta, deve ter subido feliz.
Rui Amaral Jr
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terça-feira, 13 de janeiro de 2026
A volta de Big John Surtees, os amigos e eu ...
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
terça-feira, 9 de dezembro de 2025
Miguel Crispim Ladeira
segunda-feira, 8 de dezembro de 2025
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
Conta Águia -
Muitas saudades desta pista de Brasília
Minha primeira participação na cidade de Brasília aconteceu nos 1000 kms de 1969 - circuito ainda de rua - com meu Puma VW em dupla com Stanley Ostrower finalizamos na 12a colocação após perder 3 voltas nos boxes pela quebra do parabrisa que não era laminado.
No ano da inauguração em 31 03 1974 participei dos 1000 kms - fiz a pole na categoria Div1 com meu chevette 1.4cc finalizamos a prova na 2a Colocação.
Neste maravilhoso autódromo também pilotei
-Fiat 147 Classe A
-Chevette Div 1
-VW Passat TS ( Torneio Nacional Passat )
-Opala 250 S
Ford Escort XR 3
( lançamento dos modelos Ford Escort em competições no Brasil ) agosto/1983.
Fiquei feliz em constatar que o traçado original foi preservado com um ótimo novo asfalto e com opção de alguns desvios ( by pass ) por segurança.
Águia - Luiz Evandro Campos
Na reinauguração do autódromo de Brasília, totalmente reformado e me parece que ficou muito bom, não podia faltar a presença de meu jovem amigo Águia, afinal ele correu na inauguração há cinquenta e um anos. Acima o pequeno depoimento que recebi dele.
Valeu Águia, obrigado pela consideração e carinho, um forte abraço a você e ao Jovino Bevenuto que deve estar radiante com a reinauguração.
Abraços
Rui Amaral Jr
PS: Não consegui postar o vídeo da a entrevista com o Chicão e, nem o documento com a classificação final dos Mil Km de 1974, assim que puder farei um novo post.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2025
Max - Qatar 2025
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
sexta-feira, 28 de novembro de 2025
Max vem aí!
quarta-feira, 19 de novembro de 2025
Cárter seco.
A maioria dos carros traz em seu sistema de lubrificação do motor a bomba de óleo e o cárter, onde é armazenado o óleo que sugado pela bomba, através de um pescador, vai lubrificar suas partes móveis, sendo que depois de passar por um filtro, é novamente depositado no cárter.
Já nos carros de corridas tudo se complica. Curvas rápidas e lentas,feitas à velocidades muito maiores, tendem a jogar o óleo do cárter contra as paredes do mesmo, deixando o pescador sugar menos ou simplesmente ar, trazendo enorme prejuízo ao motor, as vezes o levando a quebras.
Os motores VW boxer, refrigerados a ar, trazem em seu sistema um radiador, no espaço da ventoinha, que ajuda a manter a temperatura do motor. O filtro de óleo é apenas uma rede, logo acima do pescador.
Vamos falar então dos motores VW boxer que usávamos nos VW da D3 e, conheço um pouquinho.
Enquanto um motor normal de 1.600cc rendia cerca de 45 hps, girando à 4.500 rpms, nossos melhores motores rendiam 150 hps, ou mais, com comandos de válvulas que os levavam a rotações de mais de 6.500 rpms, chegando alguns à 7.500 ou mais. Fora isso os freios a disco nas quatro rodas e os pneus slicks, faziam as freadas muito mais violentas, e curvas feitas a velocidades muito altas, fizessem com que a força centrífuga, jogasse o óleo contra as paredes do cárter, prejudicando a lubrificação. No começo da D3 e mesmo na D1, um “copo” fixado acima do pescador era usado para mantê-lo alimentado, coisa que com a evolução se mostrou inadequada.
A solução para este problema veio nos radiadores colocados fora do compartimento do motor e, principalmente da bomba de óleo dupla da Schadek. Nela enquanto uma parte suga o óleo pelo pescador, colocado no fundo do cárter que agora trabalha seco, e manda o mesmo até o radiador, sendo que na grande maioria dos casos era colocado na parte frontal dos carros,e depois de passá-lo por um filtro depositando em um reservatório. em sua grande parte de cinco litros. A segunda parte dessa bomba sugava o óleo do reservatório e mandava para a lubrificação do motor, mantendo em qualquer condição, freada violenta ou curva, a pressão necessária.
Lembro que a pressão de meus motores trabalhavam em 3/3.5 kgf/cm². Usei alguns reservatórios com mais de cinco litros, mas na maioria esta era medida que usávamos, eram cinco litros do excelente Valvoline Racing a cada troca de motor, e elas eram muitas, o filtro usava do Passat.
Há muito sem escrever, talvez seja a falta do Caranguejo - Carlos Henrique Mércio - a me incentivar, volto com este texto à falar dos VW D3, categoria que corri em grande parte de minhas atuações nas pistas.
Enferrujado, li e reli, sempre achando que faltava algo, ou não me explicava direito.
Então peço desculpas, pela ausência e por qualquer dúvida que deixei no texto.
Abraços a todos
Rui Amaral Jr
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
Max - Show no GP Brasil 2025
quinta-feira, 6 de novembro de 2025
quarta-feira, 5 de novembro de 2025
México 2025 - Max x Norris/Piastri
sexta-feira, 24 de outubro de 2025
É Max...
Como disse antes da corrida dos EUA Max vem com tudo.




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