A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL

                               FELIZ NATAL 


É o que desejo a cada de vocês, eu e cada um de meus companheiros que com a Graça de Deus estamos todos os dias contando nossas aventuras por aqui.
Aos nossos 98 seguidores, e todas pessoas que nos acompanham todos os dias.
Vou tentar escrever os nomes de todos amigos que por aqui passaram e deixaram um pedaço de si. Algum nome que por acaso esquecer será anexado assim que for lembrado, mas o mais importante e que cada um de vocês está presente em meu coração.
Carlos de Paula, Gabriel Marazzi, Miguel Crispin Ladeira, Vanessa Gianellini, d. Jô, Graziela e Nelson Marques da Rocha, Fabiano e seu pai Luiz Guimarães, Glória as crianças e Henrique Mércio, Vera, Ricardo e Rafael Bock, Dalva e José Ferraz, Luiz Eduardo Duran e Eduarda, Orlando e Edna Belmonte e sua filha Emily, Francis, Aglais, João e Gabriel Trennepohl, Fabiani Gargioni, Jackie e Luiz Carlos Lara Campos Jr, Luiz Antonio”Teleco”Siqueira Veiga, Mike Mercede, Leandro Sanco, Ararê Novaes, Mauricio Moraes, Luiz Salomão, Roberto Zullino, Francisco Pellegrino, Marcelo e Victório Azzalin, Jan Balder, Luiz Cruz, Arturo Fernandes, Carlos Mesa Fernandes e Jô, Juca, Luiz Antonio Bruno, Chico Lameirão, Chapa e Mary, Marcos e Fabio Levorin, Ari Moro, Clério Moacir ”Bé” de Souza, Amadeu Rodrigues,  Cadu Avallone, Ricardo Goes, Claudio Carignatto,  Jackie e Della Barba, Luiz Henrique Pankowski, Hiper Fernando Fagundes,  Giancarlo Zanarotto, Joel Marcos Cesetti, Lauro Neto,  Amarílis e Kiko Galvão Bueno, João Tadeu Bocolli, Jacob Kourozan, José Carlos Gueta, Iolanda e Manduca Andreoni, Manuel Barros Mattos, Luiz Evandro Aguia,  Manoel Diegues, Paulo Peralta, Paulo Valiengo, Ricardo Bifulco, Tide Dalécio, Ceregatti, Edo Lemos, Adriana Greco, Alfredo Brito, Romeu Nardinni, Carlo Rivolta, Cezar Fittipaldi, Elisa Assineli do Nascimento, Fred Guilhon, Helio Herbert, Karin Esteves, Guilherme Decanini, Fasolli, Tohmé, D. Mira e Tito Tilp, Anêmona, Torquato, Fabio Poppi, Hugo Almeida, Nilo Cabral, Rafa Dias Santos, Leandro Sanco, Flávio Costa, Joca, Rodrigo Vieira, Jean Corauci, Felipe”Pipe“ Madsen, Leandra Giovanetti, Planeta Automotivo, todo pessoal do Nobres do Grid, Zé Ranzolin, Humbertone, Ricardo Achcar, Carlos Eduardo Szépkúthi, Sidney Cardoso, Felipe Raad, José Martins Jr, Manoel Diegues Neto, Antonio Roperto, Mario Marcio Souto Maior, Paulo Sallorenzo, Geraldo Souza,  Alfredo, Sueli Lindau, Silvia e Waldemar Mesquita, Ron Groo, Homero Rocha Ferreira, Christina e Rodrigo Rocha Ferreira, Frederico Delgado Rosa, Spadella, Rosana e Edson dos Santos, José Umaras, Clovis Vieira, Bicamargo, Flávio Pinheiro, Luan Felipe, Glória, Edilson, Luiza, Carolina, Bruno e Maria do Carmo, Rodrigo Vieira...    

Rui e Francisco Amaral






Joel - SPORT PROTÓTIPOS



HIPERFANAUTO

Hugo Almeida Mecânica Total









A meus pais Arinda e Rui.



quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

DIVISÃO 3

Mané Simião nas Mil Milhas de 1973.

Alan Magalhães   em 1982.

Em 1982 o Orlando comprou o VW Divisão 3 do Mané Simião, é esse mesmo carro que aparece com o Mané correndo as Mil Milhas Brasileiras de 1973.
Reformou ele todo, e começou a correr naquele mesmo ano.  Correu as temporadas de 82/83 e depois por um série de motivos parou. Vendeu o carro.
Pouco mais de um ano e meio atrás, e após nós nos reencontrarmos, um dia ele me telefona contando que tinha encontrado seu carro. Estava em uma oficina parado por mais de vinte anos, seu dono fez algumas corridas e lá ficou ele parado como se estivesse esperando o Orlando voltar.
E não é que o Alicatão foi lá e comprou o carro de volta! Foi um felicidade só, me ligava a cada cinco minutos contando do carro e em como ele estava, que tinha vindo junto com a carreta etc. etc. etc.  
Acredito que seja talvez o único carro remanescente da Divisão 3, essa categoria que encantou o público que ia aos autódromos brasileiros. Alguns outros carros estão em museus como o Maverick/Berta de Luizinho Pereira Bueno que se encontra no museu de Passo Fundo e um outro VW que dia destes vi no blog de meu amigo Sanco, andando no Tarumã em uma apresentação.
Até agora já temos alguns convites para participar com o carro em eventos e exposições e também algumas matérias de revistas. 
Só que o Orlando precisa de patrocínio para colocar o carro novamente como era. Nada absurdo para o retorno que com certeza quem o ajudar terá.
Vamos lá, tenho certeza que o ano que entra trará  tudo que precisamos para ouvir novamente um verdadeiro Divisão 3 roncar, uivar, berrar e em demonstrações por nossas pistas mostrar a todos que não puderam ter oportunidade de ver como era nossa categoria.   




Luiz da Cruz VW #14 , Passat da equipe de Amadeu Rodrigues pilotado por Admir Canuto e o #13 de Orlando Belmonte Jr. 

#40 Amadeu Rodrigues, #7 José Antonio Bruno, #68 Luiz Eduardo Duran, #13 Orlando Belmonte Jr, #19 José Ferraz, em plena curva do Laranja.



Saindo da oficina no dia em que o Orlando foi buscar novamente seu carro e já em casa.



O #13 na visão do Mestre Ararê.


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A Extraordinária Corrida, em 1940 - Capítulo V

No dia 17 de novembro de 1940, pela manhã, o campeão uruguaio Hector Supicci Seedes, com sua carretera Ford número 10, arrancou de Florianópolis/SC na frente dos demais competidores rumo à Porto Alegre/RS, a fim de cumprir a última e decisiva etapa de 636 quilometros do Grande Prêmio Bi-Centenário de Porto Alegre, iniciado no Rio de Janeiro/RJ no dia 14 do mesmo mês.

Não haveria nova chance. Poucos carros e pilotos suportariam a dura prova até a bandeirada final. Logo atrás de Hector arrancaram as carreteiras 16 - Ford - do catarinense Clemente Rovere e 4 - Mercury - do gaúcho Antonio Rodrigues Peres, seguidos, entre outros, pelos carros de Ernesto Ranzolin - 26 - Ford, Adalberto Morais - 36 - Chevrolet, Oscar Bins - 2 - Ford, Raulino Miranda - 38 - Chevrolet, Ari Cortese - 30 - Ford, Iberê Correia - 6 - Ford, Salvador Pereira - 20 - Willys, Julio Vieira - 12 - Lincoln Zephyr e Belmiro Terra - 46 - Chevrolet. Pela frente o longo percurso passando pelas cidades de São José, Palhoça, Várzea Grande, Taquaras, Barracão, Lomba Alta, Bom Retiro, Canoas, Rio Bonito, Índios, Lages, Vacaria, Antonio Prado, Farroupilha, Caí e São Leopoldo. Os pilotos exigiram o máximo dos carros.
O motor da carreteira de Belmiro Terra quebrou em Lages. Mas o pior aconteceu com Hector Supicci, que colocou seu carro 9 minutos à frente do carro de Rovere, já em solo gaúcho.

No entanto, a poucos quilometros do final, na cidade de Sapucaia, o motor Ford da sua carretera fundiu. Era o fim para o campeão uruguaio. Rovere passou e venceu com o tempo de 9h49´20" e 8/10. Em segundo chegou Ernesto Ranzolin com 10h24´37' e 8/10, ficando em terceiro lugar Adalberto Morais com 10h27´36´´ e 4/10.

Em seguida receberam a bandeirada dessa etapa os pilotos Oscar Bins, Antonio Peres, Raulino Miranda, Ari Cortese, Iberê Correia e Salvador Pereira, este com o tempo de 12h31´57".

Dos 23 iniciais, apenas 9 carros venceram o grande desafio. Clemente Rovere recebeu a bandeirada do Prefeito Municipal de Porto Alegre - Loureiro da Silva, em frente a escadaria do prédio do Palácio Municipal.

Mas, somados os tempos de cada etapa dos 2.076 quilometros, quem seria o grande vencedor da prova? Não perca a sequência! Nas fotos de hoje, Clemente Rovere, com os louros da vitória, carregado pelo povo e, a chegada da carreteira Ford 26 de Ernesto Ranzolin, em Porto Alegre.



Por Ari Moro

Publicado primeiramente no Paraná On Line
http://www.parana-online.com.br/canal/automoveis/news/498647/?noticia=A+EXTRAORDINARIA+CORRIDA+EM+1940+PARTE+V

Fotos do acervo pessoal do amigo Antônio Ranzolin, filho do saudoso exímio piloto gaúcho de carretera, Ernesto Ranzolin

Parabens Ferraz e Ararê Novaes !

  A festa foi no dia 11 mas é hoje que meu amigo fica mais velho!!!
 Parabéns Ferraz, batalhador e apaixonado por automobilismo. De todos nós que estamos ao seu lado e muito te admiramos.
 E a você Ararê, também um apaixonado pelo automobilismo e simplesmente um Gênio com suas obras maravilhosas.
Ararê.
Orlando Belmonte Jr e José Ferraz.



Os presentes do Tito, o VW Divisão 3 #19 e a Kombi do Ferraz.