A VERDADE NÃO SERIA BASTANTE PLAUSÍVEL SE FOSSE FICÇÃO - Richard Bach

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Quem, quando, onde?


terça-feira, 11 de abril de 2017

O COMEÇO

Paulo no 550 RS Spyder


A primeira vez que andei em uma pista foi com meu irmão Paulo, ele e seu parceiro Luciano haviam comprado um PORSCHE SPYDER 550, e estavam treinando para os "500 km de INTERLAGOS", o ano era 1961 e eu estava com 9 anos. Depois de treinarem, me convidaram a dar umas voltas, não lembro quantas foram, só lembro o vento batendo em meu rosto no "RETÂO" e o asfalto passando rápido. O carro maravilhoso prateado com os bancos vermelhos já conhecia bem, pois ficava na garagem de casa. Em outro treino me lembro de um acidente na curva 3 que na época era chamada de " BACIÃO ", um piloto (depois fiquei sabendo que era um mecânico) passou reto na freada e caiu no barranco, pois na época não existia nenhuma barreira.
Sai correndo dos boxes, que eram no "CAFÉ" desci a "SUBIDA DOS BOXES" correndo, ao chegar na "JUNÇÃO" me apavorei, o mato era alto e a pista muito larga. Cheguei na 3 a tempo de ver o piloto saindo de maca, não sei o que lhe aconteceu.
Este foi o começo desta paixão...cheiro de gasolina e pneus , um barulho tremendo, adrenalina correndo solta.



Este foi um dos primeiros posts que escrevi ao começar o Historias, incitado que fui pelo amigo Carlos de Paula, lá se vão mais de sete anos e continuo com vocês e à mim grandes amigos se juntaram para contarmos historias antigas e novas de nosso automobilismo, obrigado à cada um de vocês que nos prestigiam.

Ao amigo e sócio Caranguejo,

Rui Amaral Jr

quarta-feira, 29 de março de 2017

Magrão por Caranguejo.



Quando a Fórmula Super Vê tornou-se uma categoria interessante, era natural que a gente optasse por este ou aquele piloto. Eu, aqui das coxilhas, via o paulista Ingo Hoffmann como a grande força da categoria, além do Chico Lameirão, do Ricardo Mansur e do Benjamin Rangel. Mas claro, acabei torcendo pelo brasiliense sacana do carro #12. Havia também um Magrão bom de braço, vindo da querida Divisão 3. 
Por volta de 1976, Piquet dominando o campeonato brasileiro, com destino à Europa para novas conquistas, para quem torcer na então FVW1600? 
A lógica nos fez escolher o "Magrão" Alfredo Guaraná Menezes. Guaraná logo torou-se o substituto de Piquet na Equipe Gledson, fundada por Benjamin Rangel, vencendo magistralmente dois campeonatos brasileiros e participando das 24 Horas de Le Mans em 1978, num trio com Paulo Go-
mes e Marinho Amaral, obtendo uma belíssima sétima colocação, com o Porsche 935.
Perguntávamos na época: o que este homem ainda faz no Brasil? Seu lugar é no exterior, tentando vôos maiores, brilhando ao lado de Piquet. Entretanto, não podemos manipular as vidas das pessoas, mesmo as que admiramos. Nosso Magrão por aqui ficou. Venceu o campeonato brasileiro de F2-BR e os Mil Quilômetros de Brasília em 1982, com Aldo Pugliese e Paulo Valiengo. Atuou como chefe de equipe, ensinou a outros, como Helio Castro Neves, o tricampeão de Indianápolis, a sua arte de pilotagem. 
Realizou feitos importantes, escreveu seu nome entre os maiores do automobilismo e então nos deixou. 
Porém, sabemos que pessoas com essa dimensão, não desaparecem. Tem o dom de estarem sempre presentes, de correrem cada melhor. Pessoas que são...inesquecíveis, como Tazio Giorgio Nuvolari, Juan Manuel Fangio, Jim Clark, José Carlos Pace...e Alfredo Guaraná Menezes. Homens diferenciados. 
A eles, que tantas alegrias proporcionaram, nosso tributo. E ao grande Guaraná, que agora está entre eles, o nosso muito obrigado.

Caranguejo

terça-feira, 28 de março de 2017

FAUESC - Sob nova direção...

Avila, Bastos, Ferreirinha, Elcio, eu e o saudoso Manduca confabulamos nos boxes!


"Gostaríamos de agradecer o apoio que recebemos durante nossa campanha dos Clubes, pilotos e automobilistas de Santa Catarina e de todo o Brasil, bem como agradecer a FASP, na pessoa do Sr. Bastos, a FPrA, na pessoa do Sr. Gatti, a FGA, na pessoa do Sr. Carlos e também ao Milton Sperafico.
Temos um desafio gigantesco pela frente, que se agrava pelas condições financeiras em que recebemos a FAUESC, somada a crise pela qual o país atravessa, mas temos a certeza de que não faltará empenho e dedicação e fazer o melhor possível para que o automobilismo catarinense volte ao patamar em que já esteve e seja reconhecido nacional e até mundialmente como um celeiro de grandes pilotos".

Forte abraço, ALICA!

Francis Henrique Trennepohl














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Final do mês passado o Francis me liga "estou concorrendo como Vice Presidente na chapa de oposição na Federação de Sta Catarina gostaria de ter o apoio do Presidente da FASP  o Sr Bastos, você poderia conversar com ele?" 
Liguei de imediato na Federação e pedi à minha amiga Monica Figueiredo Soutto Mayor para avisar ao Bastos que ia conversar com ele.
Com meus amigos Bastos -  José Aloizio Cardozo Bastos - e Almyr - Almyr Vidal - contei à eles a situação e Bastos de pronto ofereceu seu apoio ao Francis e à chapa na qual ele concorria, liguei para meu amigo e os dois conversaram um longo tempo.
A vocês Bastos e Almyr meu muito obrigado pelo carinho, amizade e ao apoio dado à meu amigo e sua chapa, a você Francis amigo querido que consigam levar a Federação com a competência que nosso automobilismo necessita.
Às minha amigas Monica e Barbara, secretárias da FASP meu beijo carinhoso e à vocês Bastos, Almyr e Francis meu forte abraço e minha sincera amizade.

Rui Amaral Jr    





segunda-feira, 27 de março de 2017

ALFREDO GUARANÁ MENEZES ...

Chateau, Guaraná, Chico e Julio Caio.

...........  , Amigo RUI ,  lá se vai um dos grandes pilotos , ALFREDO GUARANÁ MENEZES .....!!!!!  Ótima pessoa , gentil no trato para com os outros , e rápido , muito rápido  em  autos velozes como foram os fórmulas SUPER V  1.6 . Bem agressivo e por vezes imprevisível  em suas manobras   , esse era ALFREDO GUARANÁ MENEZES . Contribuiu em muito para que a categoria fosse o que foi, a melhor até aos dias de hoje , sem sombra de duvida , até surgindo dela , um tri- campeão mundial , NELSON PIQUET , que muito teve este que arregaçar as mangas em batalhas com GUARANÁ ........!!!!!!!!


                                                    Que DEUS o receba, em sua NOVA JORNADA



                                                                          CHICO LAMEIRÃO

Guaraná


Guaraná nos deixou ontem, vai em paz amigo, à sua família meu carinho e pesar, meu e de toda comunidade do automobilismo que sempre teve por ele uma grande admiração como piloto e amigo sempre gentil. 

Rui Amaral Jr  

Com Ricardo Bifulco, Guaraná e João Carlos Bevilacqua. João e eu dividimo as pista com o grande campeão na década de 1970 no inicio de nossas carreira.  
Quatro grandes pilotos, quatro amigos queridos, Chateau, Guaraná, Chico Lameirão e Julio Caio.
Recebendo a homenagem na Câmara Municipal de São Paulo por sua participação na Divisão 3 dos vereadores Floriano Pesaro e Mario Covas Neto.
Com o VW D3 que dividiu com Luigi Giobbi nas Mil Milhas de 1973.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Conta Chico...F Junior

Seu Chico, com as mãos no bolso Ettore Beppe, atrás dele Eugeninho Martins e de boné Cacau mecânico por longos anos de "seu" Chico. 
  Nesta foto Ettore e Cacau conversam com "seu" Chico, atrás do carro com a gola levantada Toni Bianco e de costas acreditamos que Christian "Bino" Heins.

HISTÓRIA  &  FATOS

       MANUEL de TEFFE ///' CHICO LANDI  , TONI BIANCO , EUGENIO MARTINS ///  O PORQUÊ ///
       PRIMEIROS PASSOS de PILOTAGEM /// GINETTA JUNIOR  INGLATERRA 2010 ///
       CAMPEONATOS ///  VOLKSWAGEN. SUPER V /// PLURIMARCAS /// MONOMARCAS ///
       NASCE UM PARQUE INDUSTRIAL de COMPETIÇÃO ///  FABRICANTES de MOTORES  1 LITRO

                                          FÓRMULA JUNIOR no BRASIL  ----  ANOS  60 .

                        Segundo PAULO SCALI, escritor e historiador do automobilismo brasileiro, MANUEL de TEFFE foi quem convenceu CHICO LANDI ,TÔNI BIANCO e EUGENIO MARTINS  a fazerem o FORMULA JUNIOR  LANDI/BIANCO e lançar a categoria para fomentar o nascimento de uma nova geração de pilotos, pois nesta época  não eram muitos que tinham condições de possuírem uma FERRARI ou uma MASERATI e muito mais  de manter esses autos em condições de competir .

                         A categoria já existia há época na EUROPA. Regida pela FIA, aceitava qualquer motor de produção de até  1.1 litro. Portanto teríamos teoricamente quase as mesmas condições técnicas do velho continente, pois por aqui tínhamos a VEMAG com seu motor DKW de três cilindros de 1 litro e a WILLYS OVERLAND com o motor RENAULT GORDINI  da mesma cilindrada .

                          Entusiasmado com a idéia de MANUEL de TEFFE, " SEU " CHICO e TÔNI BIANCO fizeram três monopostos com motor RENAULT GORDINI, sendo  um para a EQUIPE WILLYS  para CHRISTIAN HEINS, outro para OCTAVIANO CURY é um terceiro para ANTONIO CARLOS SCAVONE.  O quarto carro BIRD CLEMENTE comprou, este com motor DKW que depois passou para a EQUIPE VEMAG, em que MARINHO e BIRD iam pilotá-lo. Ainda tinha um outro fórmula de JEAN BEGEROUT, sendo que este não tenho a certeza que fosse um LANDI  ou o próprio BEGEROUT o tivesse fabricado, pois sua aerodinâmica era diferenciada . Como JEAN era piloto de aviação, pode ser que tenha modificado sua carroceria, não sei...!!!!!! Além destes autos, LANDI  fez mais dois sendo um com motor ALFA ROMEO e o outro com motor SIMCA. Estes dois carros corriam na categoria MECANICA CONTINENTAL. Iriam pilotá-los o próprio "" SEU"" CHICO  e CELSO LARA BARBERIS e com o motor SIMCA , JAYME SILVA. No auto de SCAVONE, após ele ter um acidente no circuito de ARARAQUARA  em uma berlinetta INTERLAGOS passou este para as mãos de LUÍZ PEREIRA BUENO  já em ARARAQUARA mesmo e depois nos 500 QUILOMETROS de INTERLAGOS em que eu próprio iria fazer parceria com LUIZ. Mais tarde LUDOVINO PEREZ fez também algumas corridas com esse carro. Com o passamento de BINO HEINS nas 24 HORAS de LE MANS, WILSON FITTIPALDI passou a pilotar o monoposto da EQUIPE WILLYS .


                                  OS PORQUÊS da F. JUNIOR NÃO TER IDO PARA A FRENTE

                       Realmente uma pena, pois tinha tudo para dar certo. Houve a bem da verdade uma grande pressão dos pilotos da MECANICA CONTINENTAL, que eram em sua maioria os carros chamados de """" baratinhas """ com motores adaptados. Está claro que os F. JUNIORS com suspensões mais modernas, autos mais leves e ágeis estavam incomodando e não pouco...!!!!! Os cartolas, por sua parte, não souberam  fazer corridas específicas para esta categoria. Se o tivessem feito com certeza que o rumo teria sido outro pois mais pilotos começavam a ficar interessados. Mas largando todos juntos ficava difícil. Está claro que os próprios carros LANDI  ainda tinham muito campo para se desenvolverem, mas mesmo como se encontravam eram uma """" pedra no sapato """ da CONTINENTAL. Além dessa pressão houve o acidente  com o CELSO LARA BARBERIS. A bem da verdade uma disputa de pista que acabou muito mal. Talvez aí "" SEU """ CHICO  tenha se desanimado em continuar com o projeto acrescido com a pressão  da categoria CONTINENTAL  e com a falta de visão dos cartolas da época seu final estava declarado .......!!!!!!!!  Vejam bem , alguns anos mais tarde foi lançada a FORMULA V, com motores VOLKSWAGEN  1.2 e posteriormente 1.3 . Sem duvida carros bem menos competitivos dos que os  F. JUNIORS. Em um comparativo pelo anel externo de INTERLAGOS, enquanto  um F. V virava em 1'30"/1'28" os JUNIORS  anos antes com motor GORDINI 1.0 andavam em 1'16"/1'17" e os da VEMAG próximo a 1' 10" .......!!!!!!!



Ludovino Perez larga para os 500 KM de Interlagos de 1965. Com motor Gordini de 1.000cc larga à frente de vários Mecânica Continental para chegar no oitavo lugar.
O Willys-Gávea, Formula 3 com motor de 1.100cc   


                               PRIMEIROS PASSOS PARA SABER da ARTE de PILOTAR
                                                 UM CARRO de CORRIDA

            A receita tem que passar necessariamente por motores de pouca potência, pneus STREET de perfil alto, sem apêndices aerodinâmicos, mas com o mesmo peso potência de um KART para os dias de hoje.  Nos anos 60 isso se traduzia nos autos RENAULT GORDINI de 850 CC com """" 40HP de EMOCAO """"" segundo a propaganda """, como se dizia à época ......!!!!!!!  Se você andasse muito  forte o motor  """"" caia no chão """", pois não se tinha potência suficiente para te tirar da """ entortada"""", anda-se que nem uma """" pata choca"""", não ia virar tempo então andava- se naquele limite tênue para se virar um ótimo tempo. Dai nasceram LUIZ PEREIRA BUENO, CARLOS PACE, CAROL FIGUEIREDO e todos da EQUIPE WILLYS dispensando apresentações. Confrontando essa escola de pouca potência, pneus finos e autos difíceis de se  pilotar adequadamente com a outra de grande potência, tenho um episódio a demonstrar acontecido à época na EQUIPE  WILLYS:

                                  1500 QUILOMETROS de INTERLAGOS, o auto era uma CARRETERA GORDINI, motor de 1.0 litro traseiro mas colocado entre os eixos com um câmbio COLOTTI. GRECCO convidou um piloto acostumado com as carreteiras com motores CHEVROLET CORVETTE. CARLOS PACE e eu nunca havíamos pilotado essa CARRETERA GORDINI. Nos mandaram para que chegássemos a INTERLAGOS no final da tarde. O piloto convidado, treinou praticamente o dia inteiro, virando em sua melhor volta em 4'26". Quando chegamos GRECCO pediu para eu ser o primeiro a sair para experimentar o carro. Na minha segunda volta virei em 4' 18" 5"' e MOCO  também em sua segunda volta baixou esse meu tempo para 4' 17" 6"'. O piloto convidado , ficou tão desesperado que na sua última saída piorou o seu próprio tempo , virando em 4' 28" e alguns quebrados ......!!!!!! Isto foi um fato inconteste, sobre uma escola em relação à outra...!!!

                                       OUTRO FATO ESTE RECENTE...:
                                       CATEGORIAS GINETTA JUNIOR
                 INGLATERRA/2010 - GINETTA G 40/GINETTA CARS FACTORY
 A bela briga das Ginetta
Marcos Lameirão e a G40 projetada por ele. 

             O GINETTA G 40 é um carro GT com um motor FORD de 4 cilindros de 180 CVs. A fábrica, resolveu reescalonar esse mesmo auto para uma categoria de jovens de 13/14  anos recém saídos do KART. Sua potência foi reduzida para 100 CVs por meio de uma flange na admissão, pneus STREET finos, sem apêndices aerodinâmicos, a meu ver esse GINETTA é uma reencarnação dos RENAULT GORDINIs da nossa  época, no quesito de pilotagem. O resultado está sendo fantástico, nascendo ótimos pilotos dessa GINETTA JUNIOR. Saindo depois para outras categorias como a LE MANS SERIE, a FÓRMULA 3, em que até a McLAREN TEAM de FORMULA 1 assinou um contrato para bancar a carreira de um jovem nascido e saído dessa categoria, LAUDO NORRIS. Como veem , bateu no que venho dizendo a alguns anos ......!!!!!! Aqui no BRASIL , me dizem que os pais dos pilotos , falam que se o auto não tiver pneus largos e aerofolios , seus filhos não vão andar , pois isso """" não 'é um carro de corrida""""....!!!!!!!!! Acontece que 99,99 % dos pais , não entendem nada sobre esse assunto .

                                                      CAMPEONATOS
                                                                   
                     Os REGIONAIS devem ser fortes, esse é o rumo a ser  seguido. O item viagens em terras tupiniquins, quebra qualquer orçamento. O BRASILEIRO, poderia ser igual ao que o KART já faz, em sorteando uma pista, em um final de semana se realiza o campeonato. Sem mais! Com isso, muitos mais pilotos correrão durante o ano, sem dúvida alguma. A escolha dos cinco melhores pilotos por temporada é extremamente importante. Desses cinco alguns poderão ter mais sorte do que outros em sua carreira mas assim é a vida . Não é bom se apostar em um único piloto, aí é deveras arriscado no meu modo de entender ......!!!!!!


                                                      VOLKSWAGEN  SUPER V
Chico vencendo com o Polar construído por Ricardo e com o bico feito por Toni Bianco.


                           Quando ao chamado para uma primeira reunião da VOLKSWAGEN do BRASIL no começo de 1973 na ALA-ZERO, praticamente todo o pessoal do metier de corrida estava presente  e curiosos estávamos, pois nunca esta grande fábrica havia se pronunciado a favor do automobilismo de competição. Extremamente organizados, sob a batuta de seu presidente SAUER, seu diretor FLAUMER e seus assistentes OTTO KUTNER e STEFANO CAMPHILIA nos apresentaram um regulamento igual ao do campeonato EUROPEU da categoria VOLKSWAGEN SUPER V, em que até já tinham uma data para a primeira corrida, que seria realizada ao justo de um ano.  O regulamento era bem simples: CILINDRADA de até 1600 CC, com dois carburadores de duplo corpo de 40 mm. CHASSIS de concepção livre como também sua procedência  também, mas fabricado no BRASIL. Em um primeiro momento se importou um ASTRO- KAIMAN, que detinha em seu cartão de visitas oito campeonatos EUROPEUS ganhos. Nessa mesma reunião o piloto RICARDO ACHCAR anunciou que iria desenhar e fabricar um seu monoposto, o POLAR. Seus três primeiros fregueses foram BIJU RANGEL, NELSON PIKET ( à época com K mesmo ) e...eu. Seguindo RICARDO, os irmãos FERREIRINHA, HERCULANO e ANTONIO seguiram a mesma linha com um projeto nacional, o HEVE.


                                              NASCE um PARQUE INDUSTRIAL de COMPETIÇÃO

                  A base de um automobilismo saudável , 'é ter um parque industrial forte , com o maior número de empresas atuando no setor . """" VÍDE""" como sempre a INGLATERRA , grande referência mundial deste parque , em que a alguns anos atrás , 5 % de seu PIB era provenientes do automobilismo de competição .......!!!!!!!! Com uma mentalidade extremamente aberta, a VOLKSWAGEN do BRASIL fez questão que na parte de chassis houvesse o maior número de fabricantes possível , igual aos modos europeus, pois com isso haveria mais empregos com mais pessoas voltadas e concentradas para o mesmo prisma , a competição , o que refletia além do trabalho , em um aprimoramento de componentes para a própria fábrica , além de um marketing  tecnológico /// esportivo natural . Chegou- se a ter em certo momento , motores com preparação BR de até 150 CVs. Os números da SUPER  V como categoria , 'a data de 1974 em diante , foram deveras  muito fortes . Começando em sua primeira corrida com oito autos , com dois anos de existência , teve- se grids de 44 carros . A uma média de 8 pessoas a trabalhar diretamente em cada equipe , chega- se a 360 empregos em que contando com seus dependentes chegará- se a quase 1500 pessoas . Sem contar as pequenas firmas de componentes como tanques de óleo , escapamentos  uma infinidade de peças .....!!!!!! Somente a POLAR chegou a fabricar 88  SUPER Vs . Dos fabricantes dos autos , a ASTRO KAIMAN  foi a primeira a se apresentar para quase em sequência a POLAR , a HEVE , o AVALLONE este com um projeto inglês o SUPER NOVA. Destacadamente a POLAR de RICARDO ACHCAR dominou a categoria com um projeto  completamente BR, vencendo os campeonatos de 74/75/76/77/78, tanto PAULISTA como BRASILEIRO. Foi sem dúvida alguma a época de ouro do automobilismo  tupiniquim, pouco valorizado pela imprensa dita especializada.....!!!!!! Simplesmente batemos o AUSTRO-KAIMMAN  que detinha oito campeonatos europeus  ganhos, que pilotos famosos como NIKI LAUDA e KEKE ROSBERG pilotaram. Época em que se punha a """" cara para bater"""" em que ninguém  se """ escondia”””  protegido de sua “””MONOMARCA"""". Em todas estas atuais, quem pode garantir que seus carros são bons ou mesmo razoáveis, se estes não tem a concorrência de outras idéias...?????? Entramos com isso em uma estagnação técnica atroz. Há, diga se, mas a PLURIMARCAS encarece. Grande erro em se afirmar isso, pois basta saber-se fazer um regulamento simples mas inteligente, com medidas MINIMAS & MAXIMAS em que os fabricantes terão uma ou no máximo duas """ janelas """" de desenvolvimento por ano e com um preço máximo estipulado por cada """ janela"""

                                           PARQUE INDUSTRIAL  BRASILEIRO de MOTORES de 1 LITRO                                                      
                                           

                    FIAT /// FORD /// VOLKSWAGEN /// CHEVROLET /// RENAULT /// HINDAY

                               KIA /// NISSAN /// SMART /// HAFFEI /// CHERY



O Formula Junior que Chico projetou e constrói em sua oficina, o começo da nova categoria. 


                Imaginem os amigos, uma FORMULA JUNIOR com todos esses motores, que """ propaganda """ não se faria...??????  E que bela categoria, hein...?????




                                                  RUI, grande abraço e obrigado pela oportunidade, desculpe pelo papiro...!!!!!!!!!!

Abraço amigo a todos, Chico Lameirão.



                                                             ________________________________________

Caro Chico, você bem sabe que a casa aqui é sua, o "papiro" que não é tão extenso, mostra bem sua ideia e principalmente sua vontade de fazer nosso automobilismos outra vez competitivo.
Peço aos amigos que considerem algum erro que cometi na transcrição do texto e aproveito para mandar meu abração para tantos amigos aqui citados, Ricardo, Bird, Biju Rangel e tantos outros e a você Chico.

Rui Amaral Jr

NT: Já que outra vez me intrometi no texto do Chico não poderia deixar de citar aqui outro amigo que batalha muito para trazer novamente as disputas às nossas pista, um abração Zullino.   

quarta-feira, 15 de março de 2017

Conta Chico...

 "Seu" Chico ou como diz o Chico "o pai de todos nós" testando provavelmente o F.Junior Alfa.
 Bird Clemente e Jorge Letry com o F. Junior DKW.
Quatro Rodas - Abril de 1964  - cópia de meu arquivo pessoal.


... amigo RUI, encontrei o assunto que falamos ontem sobre os fórmula JUNIORs, mostrando aí uma das razões porque """"" abafaram """"" essa fantástica categoria, à época muito mais avançada da que a  primeira fórmula V que seis anos depois foi lançada .....!!!!!! Uma lástima, mas neste momento estamos tecnicamente bem situados para pô-la na ribalta pois nosso parque industrial tem mais de dez motores de marcas diferentes de 1000 CC é só faze-la sem as famigeradas MONOMARCAS que estão a ajudar a afundar nosso automobilismo BRASILEIRO .......!!!!!!!!

Abraço Chico Lameirão


Ludovino Perez
Saída da curva Dois em Interlagos, o carrinho vem pendurado forçando dois Mecânicas Continental.

Pouco antes da fatídica largada dos 500 KM de Interlagos de 1963.

"Seu" Chico, ao lado de seu F.Junior a BONGOTTI da família de meu amigo Miltão Bonani.
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Tomo a liberdade de acrescentar algo ao texto do Chico: Em nossos longos papos volta e meia voltamos ao assunto da Formula Junior com motores de 1.000cc e pneus radiais que ele acredita ser a saída para nosso automobilismo de base, também acredito. 
Uma categoria muito bem regulamentada os chassis com as mesmas medidas e materiais feitos por diversos construtores, medidas estas com valores mínimos e máximos o que daria aos construtores um enorme campo para desenvolverem seus projetos. Os motores, dentro do regulamento rígido e preparados por diversos profissionais.
Seria certamente uma categoria de custo baixo que daria a oportunidade dos jovens se iniciarem no automobilismo pelo caminho certo, pois os pneus radiais e seu pouco grip comparado com os slicks daria à eles uma grande noção de uma tocada fina e de acerto de chassi que hoje na F3 é feita de forma eletrônica.
E...além muito além disso traria nossos profissionais das várias áreas do automobilismo de volta criando muitos empregos.

Abraços à todos e à você Chico.

Rui Amaral Jr 

?



  

quinta-feira, 9 de março de 2017

Ruf

Porsche 356 Ruf

É muito difícil aprimorar algumas obras primas da engenharia, quem já pilotou, opsss, quem já guiou um Porsche sabe bem o que digo, hoje eles são sofisticados, um pouco demais para meu gosto, mas os mais antigos, talvez até o 993 são esportivos sensacionais, puro prazer e emoção!
Pois bem à décadas a Ruf  pega essas obras primas e mantendo a aparência original as transforma em sonhos.
Vejamos o icônico 356; a Ruf usando um carro original ou apenas o chassi, transforma seu motor original de quatro cilindros usando todas peças do 911 de primeira série, comando de válvulas no cabeçote, pistões, bielas e o restante do 911.
O cambio também é idêntico ao do 911 de cinco marchas, com a primeira deslocada para esquerda fora e 2/3/4/5 no H.
Um parentese para comentar sobre o posicionamento das marchas neste tipo de cambio. Como eram obviamente carros de alto desempenho tanto nas pistas quanto nas ruas a primeira era deslocada onde é a ré de muitos câmbios pois só era usada na saída ou no caso das pistas em uma curva de muito baixa velocidade como o Bico de Pato em Interlagos. Nos carros usados em subidas de montanha, uma modalidade muito difundida na Europa ela geralmente era muito curta para ser usada apenas na largada. No Porsche 550 RS de meu irmão ele sempre me contava sobre o que ele chamava de "primina", era uma primeira marcha ao lado da primeira e para se usa-la levantava-se a alavanca e a marcha era colocada para frente ao lado da primeira (será que me fiz compreender?)...eu infelizmente na época tinha 8/9 anos e no tempão que este carro ficou largado na garagem de casa ninguém teve a educação necessária para me ensinar a a guiar nele...um trauma muito grande que carrego até hoje!rs
Voltando à Ruf, vale à pena dar uma longa espiada no site, link abaixo e ver as maravilhas que eles fazem nos 911 RS e demais carros da marca, alguns inclusive construídos por eles.    

Rui Amaral Jr

Porsche 356 Ruf

Potencia max: 170 hp à 6.500/min
Torque máximo: 22 kg à 5.500/min
Cilindrada: 2399 cm³
Cambio: 5 marchas do 911
Velocidade máxima: 225 km/h

link



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Ferrari 2017 F.Um

Acompanhem no link abaixo o lançamento...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

CanAm 1974 - Enfim a vez da Shadow

Oliver e a DN4

Com a nova regulamentação que permitia apenas 170 litros de combustível a potencia dos monstruosos Porsche 917/30 que beiravam os 1.500 hps foi restringida e a Shadow com seu DN4 pode enfim desafiar e vencer.
Era o último ano da primeira fase da CanAm que começou 1966, o interesse das grandes equipes já não era o mesmo por uma série de motivos, inclusive premiação e o campeonato acabou depois das cinco primeiras etapas das 8/9 programadas. Nos  oito anos anteriores apenas a Lola, McLaren e Porsche haviam vencido e agora era a vez da americana Shadow.
Seu DN4 era um carro afilado movido por um motor Chevrolet de 7.439cc com cerca de 780 hps, rápido nas retas e curvas e seria tocado por dois pilotos com experiencia e rápidos, George Follmer e Jackie Oliver, o principal opositor era Brian Redman com o Porsche 917/30 KL mas Oliver venceu as quatro primeiras corridas sendo que a quinta e última etapa foi vencida pela McLaren M20 Chevrolet de Scooter Patrick tendo Follmer quebrado e Oliver depois de problemas chegar no 9º lugar. 

Shadow DN4



Rui Amaral Jr  



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

A Tríplice Coroa por Wagner Goanzalez

Ilustração de Wagner Gonzalez

Sempre tive vontade de escrever sobre a Tríplice Coroa de Hill, Formula Um, Indianapolis e 24 Horas de Mans, agora meu amigo Wagner com muita propriedade me passou à frente. Muito bom o post não deixem de ler.

link 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Mille Miglia 1957

Na mesa da casa do Ricardo o chassi...

Semanas atrás lá estava eu na casa de meu amigo Ricardo Bock num daqueles nossos papos de várias horas quando ele vem me mostrar a réplica da Ferrari que venceu com Piero Taruffi as Mille Miglia de 1957, a derradeira.
Ricardo com toda sua competência de engenheiro/professor faz réplicas maravilhosas, numa escala que acredito 1/18, com suas mãos ele faz peça por peça numa perfeição admirável, a carroceria está pronta, o motor também e é de deixar qualquer um que gosta de carros de olhos arregalados! Falta o chassi e aí que entra a dúvida.
Todos sabemos que naquela época as configurações dos carros esporte mudavam muito e então resolvi perguntar aos amigos do Face se alguém tinha alguma ideia de onde procurar e estou pedindo à Ferrari o desenho do original.
Aí entra outro amigo, o Miltão Bonani, nosso piloto/fotógrafo/escritor e envia algumas fotos e um link para esclarecer alguma coisa já que o Ricardo tem dois desenhos de chassi.

Piero Taruff cruza a linda de chegada seguido por von Trips ambos de Ferrari 315S.
Alfonso "Fon" de Portago na Ferrari 335S com seu acompanhante Edmont Nelson, ambos pereceram num acidente na quinta hora depois da largada.
link para o excelente texto do Caranguejo.



Ferrari 315S – 335S 1957: l’ultima Mille Miglia

Da Alvise-Marco Seno -  11 marzo 2012 - link

"Giovanni Canestrini, escrevendo a história desta Mille Miglia ( junto com Maggi, Mazzotti e Castagneto) afirma que todas as Ferrarri da equipe eram 315S ( com os pilotos:  Piero Taruffi, Wolfang Von Trips, Collins-Clemantaski, De Portago-Nelson). Já o Conde Giovanni Lurani grande piloto e jornalista afirma que Taruffi, Collins e De Portago pilotavam as 335S, uma evolução do motor da 315S com 4.023cc, 390hp à 7.800rpm e velocidade máxima de 300 km/h, sendo que Von Trips pilotava uma 315S..."continuem lendo  no site.



Notem no texto que traduzi que a confusão está formada e só a resposta da Ferrari vai trazer alguma luz ao chassi que o Ricardo quer construir, e falando dele cerca de 40 anos atrás eu via na casa dele uma Lancia/Ferrari D50 que então ele começava à construir em madeira balsa, vejo sempre este carro em sua estante e fico lembrando, ele nem era aluno da FEI e hoje ele é o professor consagrado com ex alunos nas principais engenharias automotivas do mundo.
Qualquer dia levo o Miltão lá para papear tomar um café e ver as máquinas, meus dois amigos Ferraristas, um italiano o outro alemão!
Aquele carro de madeira balsa é uma Lancia D50 não adianta os dois dizerem ser uma Ferrari!

Baita abração para os dois!


Rui Amaral Jr 



   

    


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

...e a bagunça de nosso automobilismo continua!

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...sim continua! Alguém poderia me explicar este comunicado que recebi semana passada da CBA que deveria ser o órgão máximo do automobilismo de competição no Brasil e solta um "treco" destes.
A F. Truck além de ser a única categoria multi marcas de nosso automobilismo é administrada por quem de direito possui sua marca e agora vem a dona CBA, justo após uma eleição que não agradou à nenhuma das Federações que realmente possuem automobilismo em seus estados e no cerrar das cortinas desta administração desastrosa soltar tal comunicado.
À quem interessa essa bagunça?   

Rui Amaral Jr









Fórmula Truck

A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO - CBA - , inscrita no C.N.P.J. sob o nº 00.108.522/0001-0, com sede na cidade do Rio de Janeiro, RJ, na Rua da Glória, nº 290, 8º andar, Bairro da Glória, comunica a quem interessar possa que contratará empresa para PROMOVER e ORGANIZAR o Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck de 2017.

O Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck de 2017 terá entre 8 e 12 provas e o contrato de cessão de direitos de promoção e organização será celebrado com prazo até 31 de dezembro de 2017, podendo ser prorrogado por 3 (três) anos, se todas as suas cláusulas forem cumpridas a contento.

Os interessados deverão ser pessoas jurídicas de direito privado, com comprovada experiência na promoção e organização de eventos, de preferência desportivos, ter idoneidade financeira e prestar garantia do cumprimento do contrato, mediante depósito ou fiança bancária.

Os interessados deverão manter contato com a Confederação Brasileira de Automobilismo até o dia 3 de fevereiro de 2017, pelo telefone 21 22214895.

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO
Cleyton Tadeu Correia Pinteiro
Presidente


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A fabulosa Can Am - Canadian American Challenge Cup 1969-

#11 Lothar Motschenbacher/Motschenbacher Racing/McLaren M12 Chevrolet #88 Ron Dykes/Trident Racing Enterprises/LolaT160 Chrysler #99 John Cordts/Young American Racing/McLaren M6B Ford #75 Bob Dini Fayer-Dini/Lola T162 Chevrolet #19 Gary Wilson/Wilson Racing/Lola T163 Chevrolet.

Ontem meu amigo Chico Pellegrino postou esta linda foto no Face, o ano 1969 e a fabulosa CanAm chegava ao circuito de Laguna Seca, na foto Lothar Motschenbacher vem liderando um grupo no Saca Rolhas deste grupo apenas John Cordts é um dos carros de ponta, tendo John chegado em 6º e Lothar em 8º nesta corrida dominada pelas McLaren M8B de Bruce McLaren o vencedor e Denny Hulme segundo colocado.
Duas curvas em Laguna são antológicas este Saca Rolhas - The Corkscrew  - que faz a alegria dos fotógrafos com grandes cenas que ela proporciona e a sucessão de curvas que leva à  Andretti Hairpin.
Melhor nome impossível, pois só o nome de um grande campeão para descrever esta curva em descida em que os carros vem embalados da reta dos boxes e logo depois da curva denominada 1 na foto vem tirando o pé sem fazer a tangência e numa freada forte tomar a Andretti reduzindo pois é uma curva em descida e de velocidade baixa, onde a transferência de peso influencia muito no comportamento do carro e neste traçado em que é feita sempre propicia a chegada de algum gaiato! 
À Laguna Seca Raceway que persiste desafiadora através dos tempos, quando grande parte dos circuitos europeus e o nosso outrora maravilhoso Interlagos viraram apenas pistinhas!

Rui Amaral Jr






         






segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

6 Horas de Curitiba - arquivo Sergio Sultani

Ao ler o texto de meu amigo Ari Moro outro amigo o Sergio me enviou a reportagem da então ótima revista Auto Esporte sobre a corrida e a vitória da dupla Bird e Wilsinho com um pequeno Gordini sobre as carreteras com três vezes mais potencia fazendo dobradinha na corrida o outro Gordini da dupla Carlos "Moco" Pace e Carol Figueiredo chegou em segundo. 
Qual a mágica?
Na época eu tinha apenas 12 anos mas já acompanhava o automobilismo, impressionado com aqueles pequenos Gordinis que conhecia bem, um dia conto, o que eu não imaginava era o quanto andavam aqueles pequenos foguetes, isto só vim à saber anos mais tarde em conversas com meus amigos Bird e Chico Lameirão. Eram Gordinis sim mas impulsionados pelo fabuloso motor do Renault R8 de 1.108cc câmaras de combustão hemisféricas que alimentado por dois carburadores Solex duplos C40 PHH produziam cerca de 95 hps tudo isto com a caixa do R8 de quatro marchas.

Obrigado Sergio um abraço.

Rui Amaral Jr









A pequena usina de força que impulsionava os Gordinis!

Ari Moro
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